sexta-feira, 26 de maio de 2017

O Rei do Inverno + O Inimigo de Deus

O Rei do Inverno e O Inimigo de Deus, ambos de Bernard Cornwell, são o 1.º e 2.º volumes da trilogia Senhores da Guerra. Li-os numa penada e quase sem intervalos para respirar.

São absolutamente fabulosos.

Quando pensamos na lenda arturiana, pensamos em Camelot, Excalibur, a Távola Redonda, Lancelot, Guinevere, Merlin... cavaleiros valentes, e com um código de honra irrepreensível. Well, Cornwell dá-nos uma outra perspetiva. Vemos um Artur demasiado boa pessoa, um bocadinho permeável a manipulações, uma Guinevere maquiavélica, um Lancelot cobarde e sem um pingo de vergonha...

As cenas de combates são descritas de tal maneira que as "vemos" a decorrer na nossa cabeça... e só queremos ver até onde é que as coisas podem ir.

Estou fascinada. A sério. Há cerca de dois anos li "1356" deste mesmo autor, e apesar de ter gostado do estilo, houve qualquer coisa que não me deixou continuar a explorá-lo. Bernard, espero que me desculpes, e prometo que me vou redimir.

A Feira do Livro está para breve... senhores da Saída de Emergência, vamos lá ter o 3.º volume, não vamos??

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Novidade: Neve Cega, de Ragnar Jónasson

Tradutor dos livros de Agatha Christie para islandês, Ragnar Jónasson é um autor nórdico em ascensão na literatura policial internacional.

Já viu vários contos seus serem publicados em revistas literárias alemãs, inglesas e islandesas.

Neve Cega é o primeiro livro de uma empolgante série que conquistou leitores em todo o mundo e que promete agarrar os leitores portugueses da primeira à última página. Passado em plena crise financeira de 2008, o livro aborda ainda a temática do êxodo rural, e claro que os ingredientes neve e sangue não estão dispensados desta história.

Ragnar Jónasson é ainda vencedor de vários prémios:
Best Crime Fiction (2015 – The Independent);
Best Crime and Thrillers (2016 – The Sunday Express);
Best New Crime and Thrillers (2016 – The Daily Express).

Sobre Neve Cega:​
Siglufjördur é uma pacata terra de pescadores, perdida no norte da Islândia, onde todos se conhecem e nem é preciso trancar as portas. Ari Thór Arason, um jovem polícia em início de carreira, é obrigado a deixar a sua vida em Reiquiavique e a mudar‑se para essa terra inóspita, onde nada parece acontecer.
Inesperadamente, dois eventos que não parecem ter qualquer ligação entre si perturbam a paz da vila. Uma jovem é encontrada semidespida na neve, ferida e inconsciente, e um velho e acarinhado escritor sofre uma queda mortal. Estes acontecimentos abrem caminho a uma investigação liderada por Ari.
As incessantes tempestades de neve, e a brutal avalanche posterior, acabam por isolar a vila e a investigação torna‑se cada vez mais complexa, arrepiante e… pessoal. O polícia acaba traído por aqueles em quem confiou e, sobretudo, angustiado com o perigoso assassino que continua à solta. Quando o passado da vila é finalmente desenterrado, nada fica como antes nas vidas de Ari e dos habitantes de Siglufjördur.

O livro chegará às livrarias dia 15 de maio, pela mão da editora Topseller, 18,79 PVP. As primeiras páginas - num total de 416 - estão disponíveis para leitura imediata: http://www.topseller.pt/media/pdf/9789898800954.pdf

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Obrigado pelo atraso, de Thomas Friedman

“Obrigado pelo atraso” é o nome da obra mais recente de Thomas Friedman, um dos mais aclamados colunistas do New York Times, três vezes vencedor do Prémio Pulitzer, que chega às livrarias portuguesas esta semana.

Nesta obra, um guia otimista para vencer na era da velocidade, o autor mostra, entre outras coisas, que podemos vencer as múltiplas tensões de uma época de acelerações se abrandarmos, se nos atrevermos a atrasar-nos e usarmos o tempo para repensar o trabalho, a política e a comunidade.

Em “Obrigado pelo atraso”, o mais recente e ambicioso livro de Thomas Friedman, o autor expõe estes movimentos tectónicos que estão a redefinir o mundo de hoje, e explica ainda como tirar o máximo proveito deles e como amortecer os piores impactos.

Escrito de uma forma clara e profunda, esta obra de Friedman pretende trazer-nos uma nova abordagem sobre os paradigmas atuais e a forma como vemos o mundo.
O modo como entendemos as notícias, o trabalho que fazemos, a educação de que os nossos filhos precisam, os investimentos que o nosso empregador tem de fazer, e as escolhas morais e geopolíticas em que o nosso país tem de navegar – tudo isto será remodelado pela análise original de Friedman.

“Obrigado pelo atraso” é o terceiro livro de Friedman que chega a Portugal. Os primeiros foram “Quente, plano e cheio”, em 2009, e “O mundo é plano”, em 2010. De realçar também que esta obra chega às livrarias portuguesas já na próxima semana, através da Actual, uma chancela do Grupo Almedina, com o pvp de 22,90€.

Sobre o autor:
Thomas Friedman iniciou a sua carreira no jornal "The New York Times" em 1981 como jornalista da área financeira, especializado em temas relacionados com o petróleo. Três vezes vencedor do Prémio Pulitzer, viajou por todo o mundo como jornalista e especializou-se no conflito do Médio Oriente, no fim da Guerra Fria, na política interna e internacional dos EUA e no impacto da ameaça terrorista mundial. Friedman é autor do livro "From Beirut to Jerusalem" (editado em 1989), que conquistou os Prémios National Book e Overseas Press Club nesse mesmo ano e fez parte na lista dos bestsellers do New York Times durante quase um ano. Também escreveu "O Lexus e a Oliveira" (editado nos EUA em 1999 e em Portugal em 2000), um dos livros mais vendidos na área dos negócios em 1999 e que venceu do Prémio 2000 Overseas Press Club na categoria de melhor livro de política internacional. O seu grande sucesso literário é "O Mundo é Plano" (editado em Portugal pela Actual Editora em 2005), que ganhou o primeiro prémio para melhor livro de negócios atribuído pelo Financial Times e pela Goldman Sachs. Thomas L. Friedman licenciou-se na Universidade de Brandeis com uma especialização em Estudos Mediterrâneos e tem um mestrado em Estudos Modernos do Médio Oriente da Universidade de Oxford. Vive em Bethesda, no Estado norte-americano de Maryland, com a sua mulher, Ann, e as suas duas filhas.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

A Nonô está de volta!

Depois dos três primeiros títulos: Nonô e o peluche, Nonô e o bacio e Nonô chucha no dedo, (Booksmile, fevereiro 2016), que entraram para o Plano Nacional de Leitura, chegam mais dois títulos - Nonô e as birras e Nonô no Infantário.

Lidar com as birras e com a adaptação ao infantário podem trazer algumas dores de cabeça aos pais nos primeiros anos de vida dos filhos, mas com as histórias amorosas e ternurentas da Nonô os mais pequenos, em conjunto com os pais, vão descobrir como o crescimento é uma etapa muito divertida!

Nonô é uma coleção muito simples e divertida. E também é à prova de bebé! As páginas dos livros são plastificadas, difíceis de rasgar e muito fáceis de limpar seja de sopa ou de baba! O formato pequeno e a capa com os cantos arredondados tornam estes três livrinhos perfeitos para serem manuseados por mãos pequeninas. Vão proporcionar excelentes momentos de diversão entre pais e filhos.

Nestes novos títulos a Nonô vai aprender porque que razão não deve fazer birras e também como lidar com a entrada no infantário.


sábado, 6 de maio de 2017

Fora do Mundo, de Michael Finkel 

A extraordinária história do último ermita

Sinopse:
Em 1986, Christopher Knight, de 20 anos, saiu de casa, no Massachusetts, entrou no carro e conduziu até ao Maine, onde desapareceu na floresta, não tendo qualquer contacto com um ser humano até, passados 27 anos, ter sido preso por roubo. Durante esse tempo, apoiado unicamente na sua coragem e astúcia, aprendeu a armazenar e preservar água e alimentos, roubou comida, material de leitura, roupa e outras provisões, nunca levando mais do que o necessário, mas aterrorizando as povoações próximas com a sua misteriosa onda de assaltos.

Baseado nas longas e pormenorizadas entrevistas que o autor fez a Christopher, Fora do Mundo é o retrato vívido do como e porquê de uma vida em reclusão, assim como dos desafios que Christopher se viu obrigado a enfrentar com o seu regresso ao mundo.

Cinematográfica e surpreendente, é uma história de sobrevivência que nos coloca frente a frente com perguntas fundamentais sobre o que significa ter uma «boa vida», contraponto ao ritmo voraz que o século XXI nos tem imposto.

Sobre o autor:
Michael Finkel é escritor e jornalista, tendo colaborado com publicações como a National Geographic, GQ, Rolling Stone, Esquire, Vanity Fair, The Atlantic e The New York Times Magazine.
Ganhou, em conjunto com o fotógrafo John Stanmeyer, o National Magazine Award para Fotojornalismo. Vive em Montana, nos EUA.

Ficha Técnica:
Edição 2017
Páginas: 208

quinta-feira, 4 de maio de 2017

O Rei do Inverno, de Bernard Cornwell

"Se gostaste de ver O Vikings, vais gostar deste livro"

"Leste As Brumas de Avalon, não leste?"

Foram, basicamente, estes dois argumentos que me fizeram gostar da ideia de ler O Rei do Inverno, do brilhante Bernard Cornwell. Depois, a História, a lenda arturiana... foram "n" os fatores. Peguei ontem nele, e, numa penada, li 68 páginas. 

O Rei do Inverno é o primeiro volume da trilogia Senhores da Guerra.

Estou a gostar imenso. Mal posso esperar para terminar, e ler o segundo volume que já mora cá por casa. 

(e estou a respirar um pouco, depois de alguns - muitos!! - policiais!)

Depois dou feedback!




segunda-feira, 1 de maio de 2017

Aqui entre nós, de Jane Fallon

"Aqui entre nós" é um livro totalmente diferente daquilo que tenho lido. Trata-se de um romance, com alguns "imbróglios", uns momentos de confusão, alguma intriga... foi o primeiro do género há muito tempo. É uma novidade da editora Quinta Essência. 

Sucintamente: Tamsin e Michelle são inseparáveis desde muito jovens. E claro que Tamsin quer o melhor para a amiga. Quando lhe chega aos ouvidos o boato de que Patrick, o marido de Michelle, lhe é infiel, ela põe em prática um plano ousado: utiliza a sua assistente, Bea, como engodo, para ver o que acontece…
Não lhe ocorreu, todavia, que a fiel Bea pudesse ter outras intenções. Além disso, a farsa parece ter ganho vida própria e, de repente, Tamsin dá por si enredada numa grande teia de mentiras. Consumida por sentimentos de culpa, Tamsin encontra-se perante uma situação delicada: conseguirá ela contar a verdade a Michelle sem arruinar a vida de todos?
A grande questão deste livro é: há alguém em quem possamos confiar plenamente?

Sobre a autora: 
Jane Fallon nasceu em Londres e trabalhou como produtora de TV até 2007, altura em que publicou o seu primeiro romance. Após o estrondoso sucesso da sua estreia literária, Jane não mais deixou de escrever, e as suas obras, conhecidas por terem sempre um inesperado lado negro, foram já traduzidas para mais de vinte línguas.
A autora vive em Hampstead com o seu companheiro e um gato. 


Ficha técnica:
Editora - Quinta Essência
Ano de Edição / Impressão - 2017
Número Páginas - 440