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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

A Filha da Madrasta, de Jennifer Donnelly - divulgação

Há algum tempo que não publicava um texto de divulgação de um livro. Mas, a história deste que se segue chamou-me a atenção.

Toda a gente conhece a história da Cinderela, certo? A menina, órfã de mãe, que, um dia, vê o pai casar com outra mulher, com duas filhas. O pai morre, a menina sofre pavores às mãos da madrasta e das suas filhas, vai ao baile, conhece o príncipe, apaixonam-se, sapatinho de cristal e bummm... princesa instantânea e felicidade eterna.

Mas... e se a história tivesse outros contornos? E se as filhas da madrasta tivessem motivações e sonhos, como quaisquer raparigas da sua idade? Porque é que, afinal de contas, elas eram tão más (nas palavras da Cinderela, e a fazer fé que a rapariga era honesta...)?

É esta a ideia por trás do livro "A Filha da Madrasta", de Jennifer Donnelly, agora publicado em Portugal, pela Chá das Cinco (chancela Saída de Emergência).

Eu, que cresci a ouvir as histórias encantadas de princesas, fiquei mesmo muito curiosa. "Porquê, Cristina Maria?", perguntam vocês. Simples: uma pessoa cresce e amadurece e percebe que as coisas da vida não são sempre negras, nem são sempre brancas... há ali aquele meio, cinzento farrusco e maroto, que nos ensina que... a vida nos molda... para o bem, e para o mal.

(e esta capa absurdamente deliciosa, senhores...?!)


Sinopse: 
Isabelle deveria estar feliz – afinal, está prestes a ficar com o príncipe. Mas Isabelle não é a bela rapariga que perdeu o sapato de cristal e ganhou o coração do príncipe. 

Ela é a meia-irmã feia que cortou os dedos para que o sapato da Cinderela lhe servisse. Quando o príncipe descobre o engodo, Isabelle fica devastada pela vergonha. Afinal, ela é apenas uma rapariga comum num mundo que só valoriza a beleza; uma jovem forte num mundo que a quer submissa.

Isabelle tentou mudar, cumprir as expectativas da mãe. Ser como a sua meia-irmã. Doce. Bonita. Um a um, desfez-se de pedaços de si para sobreviver num mundo que não valoriza uma rapariga como ela. E isso tornou-a má, ciumenta e vazia. Até que Isabelle tem a oportunidade de alterar o seu destino e provar que é preciso mais do que um coração partido para vergar uma rapariga.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Lido: O Rinoceronte do Rei, de Sérgio Luís de Carvalho

Este é o segundo livro de Sérgio Luís de Carvalho que leio em pouquíssimo tempo. Li O Destino do Capitão Blanc durante o mês de julho e fiquei muito entusiasmada com a forma de escrever deste autor que é um "vizinho".

Depois desta primeira experiência com Sérgio Luís de Carvalho - e tendo confirmado as minhas suspeitas que ele reside na minha área - fiquei muito contente por ver que várias pessoas já tinham lido o novo livro e que a opinião era praticamente unânime: trata-se de um livro muito bom. 

A editora Clube do Autor - a quem tenho de agradecer - cedeu-me um exemplar de O Rinoceronte do Rei que li em apenas quatro dias.


Em 1514, o sultão de Cambaia recebe uma comitiva portuguesa que pretende solicitar autorização para construir uma fortaleza em Diu. Como forma de agradar ao sultão, os portugueses oferecem-lhe, em nome do Rei D. Manuel I, vários presentes. Apesar da resposta negativa, o sultão oferece à coroa portuguesa um rinoceronte. 
E é assim que, no início de 1515, chega um rinoceronte a Lisboa. Um animal, de tal forma exótico, que a novidade chega a vários cantos da Europa e suscita interesse de várias pessoas, nomeadamente do artista alemão, Albrecht Dürer.

Mas, esta não é só a história do rinoceronte que, ainda hoje, está imortalizado na Torre de Belém. É também a história de Océm, o tratador do animal e que o acompanha desde a Índia. Océm cai de amores por Esperança, uma escrava moura, e tudo faz para conseguir a sua liberdade.

Este livro é baseado em factos reais, o que me deixou ainda mais interessada na sua leitura. Já aqui tenho dito que se um livro me ensinar qualquer coisa, a sua missão no mundo está completa - e aprendi muito com este. Não fazia ideia que um rinoceronte havia sido oferecido ao rei. Não fazia ideia do burburinho.

Fui procurar mais informações, e no site da Torre de Belém pode-se ler o seguinte: "Em Portugal o rinoceronte foi imortalizado, encontrando-se representado numa das guaritas da Torre de Belém e também no Mosteiro de Alcobaça, onde existe uma representação naturalista do animal de corpo inteiro, com função de gárgula, no Claustro do Silêncio".

A História de Portugal é, realmente, uma coisa fascinante. E esta história não o é menos. O final não é totalmente feliz, mas é interessante ver que um episódio que, entretanto, se perdeu nos séculos seja tão complexo e simples, ao mesmo tempo. Recomendo vivamente.


quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Lido: Crime, disse o livro, de Anthony Horowitz

Dia 21. Foi no dia 21 que terminei de ler "Crime, disse o livro". Foi uma leitura absurda de tão boa. Trata-se literalmente de um livro... dentro de um livro.

Contexto:
Há muito tempo que conheço o trabalho deste autor. Basta dizer que foi um dos autores de vários episódios de Poirot, e que foi o responsável pela adaptação televisiva de Midsomer Murders, uma das minhas séries preferidas, e que está no ar desde 1997 (!!!). E que foi também o escolhido para dar continuidade aos livros de Sherlock Holmes - A Casa da Seda, diz-vos alguma coisa?

Adiante...
E é fantástico encontrar a homenagem a Agatha Christie nestas páginas. Não é subtil, não é algo que passe despercebido... está ali escarrapachado à vista de toda a gente. E é uma delícia. Susan Ryeland é editora e, um dia, senta-se a ler o manuscrito de mais um livro do autor bestseller da editora para onde trabalha.
Numa vila rural em Inglaterra, em 1955, uma mulher - Mary Blakiston - é encontrada morta dentro da casa do patrão. Todas as portas e janelas estão fechadas por dentro. O filho, que dias antes havia discutido com a mãe à vista de todos, é apontado como responsável pela morte da senhora.

A noiva, na tentativa de o ilibar, contacta Atticus Pünd, um detective particular que acaba de receber péssimas notícias, relativas ao seu estado de saúde. Apesar de registar as queixas da rapariga, Pünd não aceita o caso, por considerar que não existe caso. Mas, volta atrás, quando apenas duas semanas depois, o patrão de Mary é encontrado decapitado na sua própria casa.

Atticus desloca-se a Saxby-on-Avon para resolver este mistério e ligar os pontos que, até àquele momento, parecem desconexos.

Tal como nos livros de Poirot, no final, quando Atticus já sabe quem é o culpado, e chama todos os suspeitos para a revelação final... o livro acaba. Faltam os últimos capítulos do manuscrito.

Susan procura o chefe, Charles Clover, para saber onde está o resto do manuscrito. Nesse momento, é informada que Alan Conway, o autor, fora encontrado morto. Charles mostra a Susan uma carta enviada por Alan, onde este revela as suas intenções de se suicidar.

Susan, apesar de não simpatizar particularmente com Alan, fica intrigada com toda a história, e tenta desesperadamente encontrar as últimas páginas do último grande livro de Conway.

Este livro tem tudo o que os fãs de Poirot e Miss Marple adoram. É uma ode à grande senhora do crime. Adorei adorei adorei... fiz questão de não saber as opiniões de mais ninguém, para não me sentir influenciada, mas, agora, sinto que isso não iria acontecer.

Como fã assumida de Agatha Christie, estou genuinamente feliz com este livro. Uma curiosidade: a determinada altura, Susan conversa com o neto de Agatha Christie, pois este encontrou Alan Conway pouco antes de morrer. É só (mais) um pormenor que me deixou feliz durante esta leitura.

E o trocadilho com o título?! Não é uma delícia?

Resta-me apenas dizer que este livro foi-me gentilmente cedido pela editora Clube do Autor, a quem agradeço de coração ter-me proporcionado esta leitura 5 estrelas. 

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Lido: Está tudo F*dido, de Mark Manson

Nunca li um livro de auto-ajuda em toda a minha vida. E, parece-me que vou continuar com um valente nulo nesta área. Se Está tudo F*dido é para ser um livro de auto-ajuda... lamento, mas falhou redondamente. E isto não é mau. Gostei - francamente - desta leitura!

É um livro que nos pretende alertar para uma série de coisas, como a futilidade, a crença, o narcisismo, a autoestima e mais um rol de conceitos inerentes à própria civilização, mas de uma forma engraçada.

Aliás, Mark Manson escreve como se estivesse a conversar com o leitor e damos por nós a acenar positiva ou negativamente como que respondendo a um interlocutor tagarela. 

A análise que Mark Manson faz a estes conceitos/ideias que aborda vão desde as perspetivas mais filosóficas, às religiosas, às científicas e/ou tecnológicas. É quase refrescante ler sobre Platão, Nietzsche, Carl Sagan, Kant, e até mesmo Elon Musk numa salada de fruta em forma de livro. 

Mas, no fim, acaba por fazer sentido - ajudam as notas no final do livro, e que acompanham a leitura, referenciando as suas fontes, contextualizando ou fazendo apenas comentários jocosos. 

"A verdadeira igualdade nunca poderá ser atingida; haverá sempre alguém, em algum lugar, que está lixado. A verdadeira liberdade não existe realmente, porque todos devemos sacrificar alguma autonomia em prol da estabilidade (...) Não há soluções, apenas medidas temporárias, apenas melhorias graduais, apenas formas ligeiramente melhores de estar fodido do que outras (...) Este é o nosso mundo lixado. E nós somos os lixados que vivem nele".

O livro termina a falar da Inteligência Artificial e a forma como, aos poucos, se vai instalando confortavelmente, com a nossa anuência. Curiosamente, este capítulo fez-me lembrar um outro livro: Deuses Americanos, de Neil Gaiman - em que os velhos deuses combatem os novos deuses, esses mais ligados ao mundo moderno e às tecnologias. Não sei se o autor pensou o mesmo, mas a comparação fica, desde já, feita. 

Como já disse antes, sinceramente, gostei desta leitura. Tem é de ser feita com as condições certas. Num ambiente sossegado, de preferência para não perdermos o fio. E essas condições... nem sempre as consegui arranjar em pleno, razão pela qual demorei a terminar. O que me falta dizer? Que se trata de uma edição Saída de Emergência que, gentilmente, me cedeu um exemplar, para que eu conhecesse Mark Manson, por quem já nutria curiosidade desde o seu "A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da" - um dos melhores títulos de sempre. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Lido: A Última Ceia, de Nuno Nepomuceno

Depois de ter ouvido críticas fabulosas sobre Nuno Nepomuceno, e o seu "Pecados Santos" (que ainda virá cá para casa, a seu tempo), decidi comprar "A Última Ceia", e assim estrear-me neste autor português.


Posso dizer, sem sombra de dúvida, que foi do dinheiro melhor gasto nas últimas semanas (um destes dias, conto-vos como fui enganada por uma editora que declarou falência, em dezembro). Antes de mais, consegui um exemplar autografado... já aí, começou o meu entusiasmo. E é um autógrafo a sério, escrito a caneta... não é cá um desses autógrafos manhosos em que percebemos à distância que é cópia.


Depois, a história. Começamos com o roubo de uma cópia de "A Última Ceia". À medida que vamos lendo, ficamos a saber que existem três cópias do original de Leonardo da Vinci. Ao longo dos anos, o fresco do mestre italiano tem sofrido muitas agressões (nomeadamente, um bombardeio durante a II.ª Guerra Mundial) e as cópias - uma delas de Giampietrino, um discípulo de da Vinci - conseguem captar toda a essência da obra original, tendo sido essenciais em trabalhos de restauro.

Pouco tempo depois, a 2.ª cópia também é roubada. E é nessa altura que o mundo entra em ebulição, já que os ladrões informam que, daí a um ano, irão roubar a derradeira cópia, a de Giampietrino.

Em paralelo, Sofia, filha de um falecido embaixador italiano em Lisboa, conhece Giancarlo, um milionário italiano. E - isto não é spoiler - vemos que "ali há gato".

Em Lisboa, Afonso Catalão é contactado pelo seu oficial de ligação dos serviços secretos.

Os capítulos são curtos - entre 3 a 6 páginas - e a escrita é entusiasmante. E, tenho de acrescentar, viciante. Ando bastante cansada - o meu sustozinho cardíaco do mês passado não passou disso mesmo, mas mói - e a minha intenção era ir lendo. Devagar. Meia dúzia de páginas por dia. Sem pressões. Impossível!!! Começamos a ficar enredados pela trama e só queremos ir até ao fim.

(aposto que a minha mãe iria adorar o Nuno e os livros dele!)

Gostei muito das personagens. Entretanto, fui ler as sinopses dos livros anteriores do Nuno, e este é o 3.º em que Afonso Catalão aparece. Fiquei com a sensação de querer explorar mais do que já aconteceu com este homem... a angústia, aliás, a melancolia deste professor dizem-me que há tanto mais por saber. Certamente, está mais do que justificado nos livros anteriores, e é aqui que sou "apanhada na curva": tenho de satisfazer a minha curiosidade e obtê-los.

Pelo que fui percebendo aqui e ali, algumas críticas dizem que este livro está um pouquinho abaixo de "Pecados Santos". Mas, uma das "vantagens" de ainda não ter lido nada de Nuno Nepomuceno é esta: não tenho termo de comparação. Para mim, merece 5 estrelas. Descobri muito sobre "A Última Ceia" que desconhecia. E, a partir do momento, em que aprendo com as leituras que realizo, merece 5/5.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Novidade: A Sombra da Verdade, de Luís Ferreira

"Tropecei", por um mero acaso, há pouco tempo, com a página do escritor Luís Ferreira.
Essencialmente ligado à poesia, o Luís resolveu arriscar pela edição de romances.  Entre o Silêncio das Pedras (2013), O Peregrino (2016) e A Sombra da Verdade (2018) - todos sobre a temática dos Caminhos de Santiago. Os livros podem ser todos encontrados na Wook - deixo-vos a papinha toda feita: o link segue para a página do autor da Wook, com a apresentação de todas as obras.

Para começar achei a capa com uma aura tão misteriosa que tive de explorar mais. Ao ler mais um pouco, apercebi-me que tinha qualquer coisa de Dan Brown, e aparentemente não me enganei.  No Goodreads, A Sombra da Verdade tem a classificação de 4,5 estrelas - já li muitos livros com pior classificação - e as críticas são muito favoráveis.

Contactei o Luís através de mensagem no Facebook, que, simpaticamente, respondeu pouco depois e me enviou os materiais de divulgação desta obra 100% portuguesa. Deixo-vos aqui a sinopse o livro e o respetivo booktrailer para se entusiasmarem tanto como eu.

Mais uma achega: os livros Entre o Silêncio das Pedras e O Peregrino têm classificações de 4,2 e 4,4 estrelas, respetivamente, no Goodreads.

Sinopse:
Rafael Franco, um conceituado escritor português, que aborda sobretudo os Caminhos de Santiago na sua escrita, vê-se arrastado para a investigação a um estranho assassinato, após ter sido convidado para a apresentação do seu novo livro na capital da Galiza.
Uma antiga e secreta organização, autoconsiderada um braço armado de Deus, procura garantir, a qualquer custo, que a História, tal e qual a conhecemos, não seja alterada. Mas o aparecimento de um misterioso manuscrito do século XII coloca em alerta o grupo, já que o texto contém novos indícios relativos à fundação do culto ao Apóstolo São Tiago.
De um momento para o outro, e ainda sem perceber o que se passa à sua volta, Rafael irá encontrar-se no meio de uma teia de poderes obscuros e tornar-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, que não só poderão colocar em causa a História, que temos como verdadeira, como a sua própria vida.

Booktrailer
sou da opinião que todos os livros deviam ter um


Sobre o autor:
Luís Ferreira nasceu no Barreiro, em 1970. Vive actualmente em Alcochete. Colabora regularmente com diversos websites ligados à escrita e às artes.
Publicou várias obras de poesia e prosa, iniciando a sua carreira literária em 2007.A sua poesia está também espalhada por diversas colectâneas. Do seu currículo consta uma menção honrosa no XIV Concurso de Poesia da APPACDM – 2009.

sábado, 13 de outubro de 2018

Novidade: Sabes quem é?, de Karin Slaughter

Uma das grandes novidades do catálogo da Harper Collins Ibérica, deste mês de outubro, é o novo livro de Karin Slaughter, um dos nomes grandes dos thrillers literários: Sabes quem é?

Sobre o livro: 
Andrea Cooper sabe tudo sobre Laura, a sua mãe. Sabe que passou toda a vida em Belle Isle, uma pequena cidade litoral; sabe que jamais lhe escondeu qualquer segredo. Porque todos nós sabemos tudo acerca das nossas mães, não sabemos?

A sua vida sofre uma reviravolta radical quando uma ida ao centro comercial se converte num banho de sangue e Andrea vê uma faceta completamente desconhecida de Laura. Ao que parece, antes de Laura ser Laura, era uma pessoa completamente diferente. Passou os derradeiros trinta anos a esconder a sua anterior identidade, sem dar nas vistas, na esperança de que ninguém descobrisse o seu paradeiro. Mas agora encontra-se exposta e já nada voltará a ser como dantes.


quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Novidade: Espaço para Sonhar, de Kristine McKenna

Neste livro único, conjugação de biografia e memórias, David Lynch revela, pela primeira vez, os pormenores de uma vida preenchida e fascinante, vivida de acordo com uma visão singular, não faltando o relato das muitas mágoas e batalhas que teve de travar de modo a conseguir concretizar os seus arrojados projetos.

Em Espaço para Sonhar, (Elsinore | 704 pp. | 29.99€) as reflexões de Lynch, poéticas, íntimas e francas, ecoam nas secções biográficas escritas por Kristine McKenna, sua colaboradora próxima, tendo por base mais de uma centena de entrevistas inéditas, incluindo a ex-mulheres, familiares, amigos, atores, agentes, músicos e colegas nas mais variadas áreas, cada um revelando a sua própria versão dos acontecimentos. Espaço Para Sonhar é a oportunidade única de se ter acesso total à vida e mente de um dos artistas mais enigmáticos e profundamente originais do nosso tempo.

O lançamento oficial do livro decorrerá no Lisbon & Sintra Film Festival (16 a 25 de Novembro) com a presença confirmada de Kristine McKenna, coautora da obra. 



terça-feira, 9 de outubro de 2018

Novidade: A Solidão de Sermos Dois, de Maria João Carrilho

E se, na busca do pai desconhecido, descobrirmos, com sobressalto, que o preferimos ausente?

Sobre o livro:
Um romance contemporâneo que nos faz acompanhar uma família em busca da sua identidade. Uma história cravejada pelo trauma do abuso, a figura do predador, a sombra do incesto. Um périplo romanesco contemporâneo que nos transporta numa viagem com paragens tão dispares quanto Lisboa e Irlanda, África e Neve Shalom, algures entre Israel e a Palestina. Tudo cabe em A Solidão de Sermos Dois, uma obra da escritora lisboeta Maria João Carrilho, autora de livros como A Praça do Império, com a chancela da Guerra e Paz Editores.

Ninguém é completamente bom nem completamente mau: o lema da protagonista desta história. Eliza - Liza para os que ama – é uma jovem lisboeta que cresceu sem conhecer as suas verdadeiras origens. O romance ganha forma, quando Liza se depara com o desejo de querer encontrar o seu pai que nunca conheceu, à medida que vai enfrentando os agoiros que a afectam a si, a Laura, a sua mãe e a Flora, a sua tia.

Mas e se, na busca do pai desconhecido, descobrirmos, com sobressalto, que o preferimos ausente? Para descobrir apenas é preciso virar a página.

O que é certo é que A Solidão de Sermos Dois já está a despertar opiniões. Desde logo a do poeta António Carlos Cortez, que após a leitura desta obra afirma: «Ao estado geral da arte do romance em Portugal, Maria João Carrilho responde com um saber técnico da narrativa. Três vozes femininas contam, dos anos 60 à actualidade, um modo de viver o tempo, a memória e o amor, aceitando-se a lição do verso de Ruy Belo – na solidão acompanhada vivemos».

Mas o verso do poeta e ensaísta português não é caso órfão, a autora inspira-se ainda nas obras de David Mourão Ferreira, Amália Rodrigues e Carlos Tê. Referências basilares para o trabalho de Maria João Carrilho neste livro a não perder.

Ficha Técnica:
A Solidão de Sermos Dois
Maria João Carrilho
Ficção / Romance
120 páginas · 15x23 · 13,00 €
Nas livrarias desde 2 de Outubro
Guerra e Paz, Editores

sábado, 6 de outubro de 2018

Novidade: Coleção ‘Explorer Academy’

Sobre o livro:
A National Geographic estreia-se no mundo da ficção juvenil com a coleção de livros ‘Explorer Academy’. O primeiro livro da saga – ‘O Segredo de Nebula’ – estará à venda desde 2 de outubro, com a chancela da ASA, uma das editoras do Grupo LeYa. 

Destinado aos jovens entre os 8 e os 12 anos, a coleção ‘Explorer Academy’, da autoria de Trudi Trueit, conta a história de um rapaz de doze anos – Cruz Coronado – que deixa a sua casa no Havai para ir estudar na prestigiada Explorer Academy.

É nesta instituição que ele e mais 23 jovens de todo o mundo serão treinados para se tornarem a próxima geração de grandes exploradores. Para Cruz, no entanto, há algo mais em jogo. Assim que chega à Academia, descobre que a sua família partilha com a organização um passado misterioso que poderá colocar em perigo o seu futuro. Ele até podia dedicar-se apenas a participar nas aulas ou a resolver os enigmas que lhe são lançados, a fazer novos amigos ou a divertir-se nas mais incríveis expedições de realidade aumentada; mas Cruz terá forçosamente de encontrar a resposta para as maiores questões da sua vida: Quem anda atrás dele… e porquê?

Uma referência mundial em temas de exploração e ciência ao longo de mais de 130 anos, a National Geographic dá agora um salto para o mundo da ficção com o lançamento desta nova série de livros destinada ao público jovem. Jornalistas, cientistas e exploradores da National Geographic Society foram a fonte de inspiração para as aventuras e histórias narradas ao longo da coleção. As suas descobertas, que envolveram alta tecnologia e os mais modernos métodos de investigação, foram a base para contar a história de Cruz Coronado.

Com o lançamento de um livro por ano, cada volume foca-se em vários temas centrais do universo da National Geographic, nomeadamente a geografia, a história e a arqueologia, os enigmas do cosmos, o desenvolvimento da ciência e da tecnologia com base na engenharia e na matemática, bem como a exploração de vários locais do mundo e das suas culturas.

A autora norte-americana Trudi Trueit, responsável por mais de cem livros para jovens leitores, escreveu esta saga com a preocupação de cada livro funcionar como uma publicação independente. Mas também com o objetivo de cada um deles fazer parte de uma experiência concebida e produzida para que as personagens e a narrativa funcionem em várias plataformas, desde os livros impressos ao suporte digital, em vários tipos de ecrãs.

Para Luís Fernambuco, diretor geral da National Geographic Partners em Portugal, “É nossa convicção que a educação e a partilha do conhecimento, através de uma narrativa inspiradora e credível, são uma ferramenta poderosíssima para transmitirmos às próximas gerações a importância pelo respeito dos valores humanistas e da conservação do nosso planeta. Com a coleção ‘Explorer Academy’ procuramos transmitir estes valores ao público mais jovem, através de uma história empolgante e com personagens com as quais ele se possa identificar, até porque são inspiradas em pessoas e projetos de investigação reais. Estou certo que os nossos jovens leitores se irão imaginar a eles próprios em muitas destas aventuras e que com esta coleção estaremos a contribuir para a criação de uma nova geração de exploradores portugueses.”

Nas palavras de Vítor Silva Mota, editor infanto-juvenil da ASA/LeYa, “trata-se de uma coleção verdadeiramente apaixonante, não só pelo ritmo acelerado da narrativa e pelas voltas e reviravoltas da história, mas também – e talvez sobretudo – pela credibilidade da mesma, que faz com que os leitores se identifiquem automaticamente com as situações descritas e se sintam quase como que mergulhados na própria aventura. As componentes humanista, ecológica e científica, que sempre foram apanágio da National Geographic, estão bem presentes ao longo do livro e não deixarão com certeza de inspirar os leitores a perseguir os seus próprios sonhos de acordo com aqueles valores. Por tudo isto, foi com muita satisfação que a ASA abraçou desde o primeiro momento esta parceria com a National Geographic e é agora com muito orgulho que publica o primeiro volume daquela que promete vir a ser uma série de referência para o futuro.”

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Novidade: O Que Fazem os Adultos Durante o Dia?

A resposta está nesta novidade literária da Fábula, que descreve e ilustra mais de 100 profissões, em locais de trabalho tão diversificados como o Hospital, a Escola, o Hotel, o Aeroporto ou a redação do Jornal.

O Que Fazem os Adultos Durante o Dia? (64 pp. | 14,99€) já chegou às livrarias.


quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Novidade - a partir de 3 de outubro

Sobre o livro:

A criatividade torna-nos especialmente avançados enquanto espécie, mas também nos dá o potencial para sermos extremamente perigosos, sobretudo no que respeita ao nosso planeta. Neste livro profundo e revelador, Edward O. Wilson procura saber como surgiu esta expressão humana única e fundamental e como se manifestou ao longo da história da nossa espécie.

Revelando grande sensibilidade e misturando meditações filosóficas com factos científicos, o autor demonstra que a criatividade teve início há mais de cem mil anos e narra a sua evolução desde os antepassados primatas até aos seres humanos. Os primeiros Homo sapiens tinham um cérebro e uma memória maiores, levando à elaboração de narrativas internas e, pela primeira vez na vida, a uma verdadeira linguagem. A partir daí, surgiu a nossa criatividade e cultura sem precedentes.

Wilson aborda ainda a importância da relação entre as humanidades e as ciências: o que se oferecem mutuamente, como podem unir-se e quais são as suas lacunas.

O passado e o presente da criatividade e da humanidade, e também uma proposta de mudança, para que, no futuro, possamos aprender mais sobre a natureza humana e aperfeiçoar a nossa relação com a natureza.

Sobre o autor:
Edward O. Wilson é um dos mais proeminentes biólogos do mundo. Nasceu em Birmingham, no Alabama, em 1929 e desde cedo se sentiu atraído pelo ambiente natural. Professor emérito da Universidade de Harvard, reside com a mulher em Massachusetts.

Escreveu mais de 30 obras, entre as quais A Criação, A Diversidade da Vida, Cartas a um Jovem Cientista, A Conquista da Terra, O Sentido da Vida Humana e On Human Nature e The Ants, ambas distinguidas com o Prémio Pulitzer.

Entre os mais de cem prémios que recebeu destacam-se a Medalha Nacional das Ciências dos EUA, o Prémio Crafoord (equivalente ao Prémio Nobel) da Real Academia Sueca de Ciências, o Prémio Internacional de Biologia do Japão e, em letras, dois prémios Pulitzer, os prémios Nonino e Serono de Itália e o Prémio Internacional Cosmos do Japão.

Ficha Técnica:
Homo Creator
Tradução de João van Zeller
216 Págs l PVP: 15,50€
Disponível a partir de 3 de outubro

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Vida Secreta dos Faraós - a partir de 3 de outubro

Disponível a partir de 3 de outubro

A Vida Secreta dos Faraós é o 10.º livro da famosa coleção, cujo primeiro título, Os Grandes Mistérios da História, vai já na 11.ª edição. Este novo livro, dedicado ao nascimento, auge e queda da civilização mais importante da antiguidade, abarca mais de 3000 anos de História e faz revelações, como nenhum outro até agora, sobre o lado espiritual dos faraós.

Sobre o livro:
A revelação dos mistérios dos monarcas que governaram um império em nome dos deuses, as origens no rio Nilo e a busca pela eternidade são temas fundamentais deste novo livro. Os templos e os rituais funerários, a escrita hieroglífica, as inovações na engenharia, astronomia, química e medicina são alguns dos mais impressionantes feitos da cultura egípcia, aqui relevados de forma detalhada e apelativa.

Começando no final da pré-História e terminando após ser conquistada pelo Império Romano, a civilização do Antigo Egito desenvolveu-se na margem do rio Nilo, com uma organização social, política, artística e administrativa nunca antes conhecida. Ainda hoje o seu sistema de escrita, os tesouros, a arquitetura monumental, a religião e as histórias sobre os próprios faraós continuam a encantar o mundo.

Como começou e o que levou ao seu declínio? Quem foram os faraós e como conseguiram criar um império a partir do Nilo? Quem foi o monarca mais poderoso? Porquê o desejo de eternidade? Onde esconderam os seus túmulos e tesouros? Quais foram os principais avanços nos domínios da arte, da tecnologia e da ciência?

Eis um relato épico que abarca mais de três mil anos de História de uma sociedade sofisticada e única sobre a qual ainda há tanto para conhecer.

Ficha Técnica:
PVP: 19,00€
432 Págs.
Já em pré-venda em https://www.clubedoautor.pt/

Lançamento: Vício de Amor, de Patrícia Martins

“O quarto de isolamento para onde a enfermeira me levou naquele primeiro dia passou a ser o meu refúgio.
Aquelas quatro paredes brancas, aquele catre onde me debati durante horas, suei e gritei para que me deixassem sair dali, para que me dessem aquilo que o meu corpo desesperadamente pedia. 
Ninguém me respondia, parecia que ninguém ouvia os meus suplícios. Talvez estivesse sozinha no mundo. 
Talvez alguém me visitasse no meu santuário, pois os tabuleiros de comida encontravam-se sempre em cima da pequena mesa junto à porta, nos poucos momentos de sanidade.
Não recordo a presença de ninguém naquela cela. Nem sei se alguma vez deixei de estar sozinha.”

Este é um excerto do livro "Vício de Amor", assinado por Patrícia Martins (uma colega dos tempos de faculdade). Nesta sua primeira experiência literária, a Patrícia abraçou o romance como linha de partida.

Sinopse:
Quando se nasce num dos bairros mais problemáticos de Lisboa, sonhar pode parecer algo inantingível, só a forte determinação e perseverança de Laura lhe permitem ir em busca do seu sonho.

Consegue terminar o curso de estilismo. Com a ajuda da família e graças ao talento nato dela, agarra a oportunidade que lhe surge e parte para Milão para fazer um estágio numa das mais prestigiadas marcas de roupa europeias.

É aí que a sua vida vai dar uma grande reviravolta. Vícios do passado voltam para assombrar o seu futuro promissor. A possibilidade de uma carreira em Itália fica arruinada e Laura vê o sonho de uma vida escapar-lhe entre os dedos.

Bruno Delatorre é um promissor astro do futebol, nascido numa das mais influentes famílias italianas, foi um jovem habituado a ter tudo o que sempre desejou. Quando conhece Laura a química entre ambos é imediata. Bruno sabe que não pode ceder ao seu desejo pois a jovem está proibida a ele. E quando ela chega a Itália determinada a conquistar o mundo, a convivência entre ambos faz renascer o desejo antigo.

O destino parece querer conspirar contra os dois e Bruno finalmente percebe que há coisas que o dinheiro não pode comprar, pois arrisca-se a perder o seu amor para sempre.

Sobre a autora:
Nasceu nas Caldas da Rainha onde cresceu junto dos pais e dos irmãos. Desde tenra idade demonstrou que entre livros é onde se sente melhor. O desejo pelas letras era tal que aprendeu a escrever antes de ir para a escola.
Esta paixão cedo se transformou em um desejo de poder criar o seu próprio universo literário. Quando terminou o curso de comunicação social, começou a aventurar-se no mundo da escrita criando alguns textos que permaneceram na gaveta. “Vício de Amor” é o seu primeiro romance.

Ficha Técnica:
ISBN: 978-989-52-3564-3
Páginas 220
Pvp papel 16€
Pvp ebook 3 €

O livro encontra-se à venda no site da Chiado Editores: https://www.chiadobooks.com/livraria/vicio-de-amor

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Novidade: O Pequeno Livro dos Cães mais Famosos, de Cláudia Cabaço

Sobre o livro:
Todos sabemos: o cão é o melhor amigo do Homem! Descubra histórias de cães famosos e do que fizeram por quem amavam. Narrativas comoventes, como a do labrador que não deixou para trás o dono no 11 de Setembro, ou a do velhote e debilitado Max, que permaneceu junto da sua dona, ainda criança. Recorde a Laika, a Lassie ou o Rin Tin Tin... 

Já o Walter e a Julia, a menina surda, esses, dão-nos uma lição de vida! Divirta-se com as histórias de vários heróis acidentais: cães que se tornaram verdadeiras celebridades, lidando muito bem com a fama que lhes caiu nas patas. Independentemente, do século ou do continente, surpreendem-nos cães que conquistaram o coração a presidentes, rainhas, soldados, crianças, e tantos outros que nunca, mas nunca, os decepcionaram.

Ao ler O Pequeno Livro dos Cães mais Famosos, corre o risco de ficar a gostar ainda mais desse seu companheiro de quatro patas.

Sobre a autora:
Cláudia Cabaço nasceu em 1971, em Lourenço Marques, Moçambique. Filha de um publicitário, Manuel Jorge Cabaço da Silva, desde cedo percebeu que gostava da área da comunicação e de escrever. 
Trabalhou mais de uma década em publicidade, passando a seguir por plataformas de e-commerce e empresas de marketing digital. Pelo caminho, foi dona de Dandy, um charmoso cão que veio de África com a família e que, fazendo justiça ao nome, rapidamente se habituou a cirandar sozinho pelas ruas de Cascais, regressando apenas ao cair da noite.
Depois entra o Twiky, rafeiro déspota como não houve outro nos anos 80, mas que teve a sorte de ser o protegido do lar, confrontando, sem dó nem piedade, as adolescentes da família e todos os seus amigos. Felizmente, com um Twiky amenizado pela avançada idade, chega a Iuca, a labradora mais doce de sempre.

Ficha Técnica:
Não Ficção / Lazer e Tempos Livres
160 páginas · 15x23 · 13,90 €
Nas livrarias desde 18 de setembro
Guerra e Paz Editores

Lançamento: Dom Quixote de la Mancha para jovens!

Agora os jovens dos 8 aos 14 anos já podem ler D. Quixote de La Mancha de Cervantes!

Um dos livros mais traduzidos de sempre, e o maior êxito do grande escritor espanhol Miguel de Cervantes, Dom Quixote de La Mancha assume preponderância na rentrée da Guerra e Paz, mais heróico e aventureiro do que nunca.

Este é o 9.º clássico que a Guerra e Paz adapta para os jovens e inclui na coleção «Os Livros Estão Loucos». Referência apenas cronológica, pois Dom Quixote de La Mancha é, sem sombra de dúvida, um dos mais ambiciosos deste leque de luxo.

Dispensar-se-iam apresentações a tal obra-prima, mas os miúdos precisam saber: afinal quem é Dom Quixote de La Mancha?

Esta obra, com mais de 400 anos, conta a história de Alonso Quijano, um fidalgo que era igualmente um assíduo leitor de livros de cavalaria. Tantas eram as horas passadas a ler que Alonso começou a fantasiar sobre o tema e quis reviver as peripécias que lia. Foi assim que nasceu Dom Quixote de La Mancha, o Cavaleiro da Triste Figura. A partir desse momento, as aventuras não mais pararam.

Acompanhado pelo fiel escudeiro Sancho Pança e suspirando de amor pela donzela Dulcineia del Toboso, este engenhoso Fidalgo irá lutar, ao lado dos mais novos, contra moinhos de vento e exércitos de ovelhas e carneiros!

Ficha Técnica
Dom Quixote de La Mancha
Miguel Cervantes / Adaptação: Elizabete Agostinho
136 páginas · 14x20,5 · 13,90 €
Nas livrarias desde 18 de Setembro

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Novidade: Anassa, de Josh Martin

Sinopse:
O curioso das profecias é que nos fazem ser o que dizem que vamos ser.
Etain é a Anassa, a jovem líder da única ilha que resta na Terra. A profecia diz que o seu destino é unir os dois povos da ilha e liderá-los. Mas as profetisas não a prepararam para as dificuldades - as pessoas continuam divididas e começam a questionar a sua liderança.
Inesperadamente, a ilha é invadida por homens nunca antes vistos, guerreiros hostis, e os seus habitantes descobrem que afinal não estão sozinhos no mundo. Os recém-chegados trazem consigo violência, destruição e revelações sobre o passado que vão abalar as crenças da sociedade.
Para fazer frente à magia desconhecida e poderosa dos ocupantes, e conseguir salvar a sua ilha, a Anassa terá de pôr em perigo a sua vida e a de todas as pessoas de quem gosta.
Será ela capaz de salvar o seu povo?

Ideal para fãs de Os Jogos da Fome e Divergente.

Sobre o autor:
Josh Martin nasceu em 1989 e atualmente mora em Londres. Dedicou toda a sua vida à escrita e à ilustração, acalentando, desde sempre, o sonho de se tornar escritor.
Adora literatura fantástica e heróis, preocupa-se profundamente com as questões ambientais e defende ativamente a igualdade de géneros.

Ficha Técnica:
ISBN 9789898917232
PVP 18,79 € (IVA incluído) - preço fixo até fim de fevereiro de 2020
Páginas 400
Apresentação capa mole
Dimensões 150x230x22,5 mm

sábado, 15 de setembro de 2018

Novidade: O Barqueiro, de Claire McFall

Nas livrarias esta semana

O Barqueiro, de Claire McFall é inspirado no mito grego do Barqueiro do Hades e é uma história profundamente original. Obra premiada na Escócia, país natal da autora, tornou-se um dos maiores bestsellers contemporâneos na China, onde já vendeu mais de um milhão de exemplares.

Traduzido já em 14 países, o livro vai ser adaptado ao cinema pela mesma produtora de O Cavaleiro das Trevas (Batman Begins) ou o recente Mundo Jurássico (Jurassic World).

Sinopse
Dylan mal se lembra da cara do pai, tinha cinco anos quando ele se foi embora – e nunca mais o viu. Descobriu entretanto que ele vivia em Aberdeen, no Norte da Escócia. Telefonou-lhe, falaram longamente, e hoje é o grande dia: vai visitá-lo. Sente borboletas na barriga, e a verdade é que não dormiu bem, teve um sonho muito estranho…

O comboio percorre lentamente paisagens verdejantes. Até que, ao passar num logo túnel, dá-se um acidente terrível. E Dylan é a única sobrevivente. Ou talvez não.

Ao emergir dos escombros, ao encontrar a saída do túnel, não percebe bem onde está. A paisagem verdejante deu lugar a um cenário desolado, desértico, terrível.

E Tristan, um rapaz de olhos tristes, está à sua espera. Ela levará tempo a perceber o que se passa. Tristan é o barqueiro, tem a mesma missão há muito, muito tempo: encaminhar os mortos para o outro lado. É uma longa travessia, que ele já fez com milhares de pessoas. E com enormes perigos: porque à espreita estão as fúrias à caça de almas humanas…

Ao longo do caminho, sem perceber como nem porquê, Dylan sente-se cada vez mais próxima do rapaz dos olhos tristes. E ao aproximar-se do seu último destino, sabe que a história não pode acabar ali, sabe que tudo fará para permanecer ao lado do seu barqueiro, por toda a eternidade.

Ficha Técnica
ISBN: 978-989-23-4308-2 
264 páginas 
PVP C/ IVA 16,90€
Sobre a autora
Claire McFall é escritora e professora e vive e trabalha no Norte da Escócia. O seu primeiro livro, O Barqueiro, conquistou o prémio Scottish Children's Book Award e foi nomeado para os prémios Branford Boase Award e Carnegie Medal.
Autora também das obras Bombmaker e Cairn Point (vencedora do primeiro prémio Scottish Teenage Book Prize), dedica-se a tempo inteiro à escrita desde que os direitos de O Barqueiro foram vendidos para o cinema.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Novidade: O Medo, de C.L.Taylor


Sinopse:
Quando Ben, o novo namorado de Louise, a tenta levar numa viagem-surpresa a França, ela entra em pânico, sai do carro e foge. Ben não entende. Não pode entender, porque não sabe o que aconteceu a Louise da última vez que um namorado a levou pelo canal da Mancha. Ela tinha 14 anos. Mike tinha 31. E o que aconteceu deixou marcas em Louise para sempre.

Hoje com 32 anos, Louise nunca conseguiu ter uma relação estável. Guarda o seu segredo inconfessável dentro do peito e, por isso, ninguém a conhece verdadeiramente. Depois do que aconteceu com Ben, decide fugir do mundo e isolar-se. Abandona Londres, deixa os amigos e começa a procurar um novo emprego perto da casa onde cresceu, que agora lhe pertence.

Ao instalar-se, descobre que Mike, agora com 49 anos, ainda vive e trabalha na vila. Quando o vê a beijar uma rapariga de 13 anos, Louise decide que já chega.

Está na altura de Mike sentir o medo com que Lou vive desde aquela viagem.

Sobre a autora:
C. L. Taylor é autora bestseller do Sunday Times, especializada em thrillers psicológicos. Os seus livros venderam para cima de um milhão de exemplares, tendo já sido traduzidos em mais de 20 línguas.
Nasceu em Worcester, no Reino Unido, e formou-se em Psicologia pela Universidade de Northumbria. Dedica-se, desde 2014, à escrita a tempo inteiro.

Ficha Técnica:
ISBN 9789898917249
PVP 17,69 € (IVA incluído) - preço fixo até fim de fevereiro de 2020
Páginas 320
Apresentação capa mole
Dimensões 150x230x19 mm

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Novidade: A Dança das Trevas, de Philippa Gregory


Sinopse: 
Luca Vero, membro da Ordem das Trevas, foi enviado pelo Papa para investigar os sinais do final dos tempos. Juntamente com a amada Isolde, o servo Freize, o irmão Peter e a confidente Ishraq, Luca vai percorrendo os perigosos caminhos de uma Europa em plena Idade Média, repleta de mitos e segredos sombrios.

Desconhecendo os verdadeiros perigos que enfrentam, Luca e o seu grupo acabam encurralados numa pequena aldeia. Ali, quase à beira da loucura e possuídos por uma epidemia demoníaca, os habitantes dançam sem conseguirem parar.

Luca e os seus companheiros unem-se, então, em busca das causas e da cura para a doença da dança. Mas quando Isolde desaparece sem deixar rasto, é claro para todos que o maior dos perigos não se esconde entre os dançarinos…

Sobre a autora:
Philippa Gregory nasceu no Quénia a 9 de janeiro de 1954. Quando tinha apenas dois anos, a família mudou-se para Bristol, em Inglaterra. Licenciou-se em História pela Universidade de Sussex e é doutorada em Literatura do Século XVIII pela Universidade de Edimburgo.

Era já uma escritora consagrada quando se interessou pelo período dos Tudor. Rapidamente se tornou uma das escritoras de romances históricos mais lidas em todo o mundo.

Vive no condado de Yorkshire, em Inglaterra, onde se dedica à família, à escrita e aos animais da sua quinta. Consegue ainda encontrar tempo para se dedicar à organização Gardens for the Gambia, que fundou com o objetivo de ajudar a criar hortas junto das comunidades mais carenciadas na Gâmbia.

Ficha Técnica:
ISBN 9789897077111
PVP 16,99 € (IVA incluído) - preço fixo até fim de fevereiro de 2020
Páginas 288
Apresentação capa mole
Dimensões 150x230x18 mm