segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Novidades: 101 Livros para Leres Antes de Cresceres e 101 Filmes para Veres​ Antes de Cresceres

E finalmente, livros para os mais jovens!!! (rufos de tambores)

Já leste o Principezinho? O Diário de Anne Frank? O Dário de um Banana? A Teia de Carlota?

​ Já viste o Sozinho em Casa? Os Goonies? O Rei Leão? O E.T? Ou A Bela e o Monstro? Queres​ saber quais os melhores livros e os melhores filmes? Então estes dois guias são ideais para ti!​

Dos mais recentes aos mais clássicos, em​ ​101 Livros para Leres e​ 101 Filmes para Veres​ Antes de Cresceres vais encontrar os melhores livros e filmes para passares muitas horas de​ diversão. Podes ainda apontar a data em que viste ou leste, a tua classificação e opinião.

​​Os livros mais incríveis para descobrires!​ ​Gostas de ler, mas nunca sabes o que escolher a seguir? Este livro vai ajudar-te! Dos mais recentes aos clássicos intemporais, aqui vais encontrar os melhores livros, organizados por tema e por faixa etária, para que tenhas sempre algo para ler, em qualquer idade! Aponta a data em que leste e a tua classificação, e anota a tua opinião, para mais tarde recordares!​ Agora: Sofá, luz e…​ Prepara-te para conhecer novos mundos!



















​Os melhores filmes de todos os tempos para veres com a tua família e amigos!​ «Para o infinito e mais além!»​ Os filmes fazem-te pensar e ensinam-te coisas novas, mas também te levam a viajar por mundos fantásticos durante horas, estimulando a imaginação.​ Dos mais recentes aos clássicos intemporais, nas páginas deste livro vais encontrar os melhores filmes para sessões de cinema com a família e os amigos! Aponta a data em que viste, a tua classificação e anota a tua opinião, para mais tarde recordares!​ Agora: Luzes, televisor, pipocas e…​ Ação (e muita diversão)!​


sábado, 14 de outubro de 2017

Novidade: A Queda de Um Homem, de Luís Osório

Este romance foi apresentado no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa, no dia 28 de setembro, por Guilherme D`Oliveira Martins, António Cunha Vaz e António Carlos Cortez.
Durante este mês de outubro, o romance irá ser apresentado em outros pontos do País como Setúbal, Penafiel, Braga, Porto, Leiria e Coimbra, entre outros. 


Sobre o livro:
Um homem e uma mulher embarcam num comboio e sabem que apenas um poderá sobreviver. Para um e para o outro restarão duas alternativas: matar ou ser morto.
Uma história de sobrevivência que é também a história de um tempo de sombras, decadência e amoralidade. A viagem será imprevisível e nela encontraremos almas perdidas, sonhos e esperança, um vendedor de botões de punho que se revelará decisivo, e um comboio que é muito mais do que aparenta.

«Tinha rituais, planos de fuga, pequenas perversidades. Planeava mentiras, fazia os pais acreditar no que queriam acreditar, assustava-os com a tristeza, pedia-lhes comprimidos e uma morte rápida que não desejava. Aprendera que a incredulidade repelia, impossível de esquecer a cara dos pais depois de lhes ter confiado que escrevia todos os dias romances dentro da cabeça. Fora a primeira e a última vez que lhes confessara alguma coisa, não repetiu o erro. Tinha rituais que a defendiam tanto dos vivos como dos seus personagens. Não podia desiludir uns com a esperança nem iludir os outros com falsas promessas; à família oferecia pequenos motivos para não desistirem dela e aos que inventava vidas sempre incompletas, um excelente pretexto para a eles voltar. Vivia entre dois mundos. E não suportava a ideia de ficar presa a qualquer deles.»


Sobre o autor:
A Queda de Um Homem é o primeiro romance de Luís Osório. Aos 45 anos, com uma vida profissional entre o jornalista, a consultoria e múltiplos projectos criativos, decidiu levar a sério a forte ambição de ser escritor. Este é o seu sexto livro e sucede a Amor, uma antologia de pensamentos editada com grande sucesso em 2016.

Ficha técnica:
ISBN: 978-972-47-5157-3
216 páginas
PVP C/ IVA 14,90€


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Novidade Outubro: Corrupção, de Don Winslow

«Fascinante, um triunfo. Pensem n’O Padrinho, só que com polícias. Muito bom.»
Stephen King

Sobre o livro: 
Tudo o que Denny Malone quer é ser um bom polícia. Malone e a sua equipa são uma unidade especial de elite a quem foi dada carta branca para combater gangues, drogas e armas. Durante dezoito anos, Malone esteve na linha da frente a fazer tudo o que fosse necessário para servir e proteger a comunidade numa cidade construída com base na ambição e corrupção, onde ninguém é honesto – incluindo o próprio Malone.

O que só alguns sabem é que Denny Malone e os seus parceiros roubaram milhões de dólares em droga e dinheiro. Agora, apanhado numa armadilha e a ser pressionado por agentes federais, tem de lidar com a ténue linha que separa a traição aos irmãos e colegas, o Serviço, a família e a mulher que ama, tentando sobreviver de corpo e alma, enquanto a cidade se encontra à beira de um conflito racial que pode destruí-los a todos.

Sobre o autor - na 1.ª pessoa:
Às vezes penso que me andei a preparar para escrever este livro a vida inteira. Criado em Rhode Island, poupava dinheiro em miúdo para apanhar um comboio para a cidade de Nova Iorque, onde deambulava pela Broadway, ia ao cinema, comia nas mercearias e nos carrinhos de cachorros quentes. Mais tarde, mudei-me para a cidade e vivi nas mesmas ruas de Upper West Side. E fui criado a ver filmes policiais e as suas histórias. Desde que comecei a escrever que queria escrever um grande livro sobre a polícia de Nova Iorque. É este. Investiguei para ele durante muito tempo. Conheci – e conheço – polícias, a maioria deles honestos, alguns corruptos. Até eu subornei polícias quando era diretor de cinema e investigador particular.
Trabalhei em casos a favor e contra departamentos de polícia.
Essa investigação deu origem a este romance.

Ficha Técnica:
PVP: 17,70 €
704 páginas
ISBN: 978-84-9139-136-4 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Novidade: Conjura, de Cristina Vale

Ao exaustivo trabalho de pesquisa e documentação, Cristina Vale adicionou toda a sua mestria de contadora de histórias. Conjura é o resultado de vários anos de investigação e de escrita que convidam o leitor a recuar vários séculos na nossa História e a entrar na corte de D. João II.

Revelando a cada capítulo uma profunda preocupação com os factos históricos e com o rigor da narrativa, o primeiro romance de Cristina Vale distingue-se sobretudo pela riqueza de pormenores e ambientes sabiamente recriados.

Ao mesmo tempo que interferem nas decisões políticas de D. João II, privam de perto com D. Leonor de Lencastre ou acompanham as conspirações reais, os leitores passeiam pelas ruas da Lisboa de então, sentam-se à mesa com os personagens do livro, sentem os cheiros, ouvem os sons.

Conjura vai além da História e faz o leitor viajar no tempo e no espaço. É um romance que narra uma época gloriosa para Portugal mas também por isso dominada pela ambição e pelo medo, onde a conjura está sempre à espreita.

Sinopse:
A viagem da rainha D. Leonor de Lencastre entre Lisboa e a Aldeia Galega, concelho de Alenquer, no outono da sua vida, dura dois dias. Mas o percurso que acompanha a trajetória da vida da mulher do rei D. João II dura 60 anos. Recorrendo ao desfiar de memórias da rainha e de outras personagens que se movimentavam na corte portuguesa durante o século XV, assistimos a episódios trágicos, agravos, paixões, ódios, vinganças, artimanhas de bastidores. É toda a política real, centralizadora de poder a nível interno, e de expansão marítima a nível internacional, que se mostra de forma crua.

A forte e intrépida personalidade do rei desencadeia emoções contraditórias e maquinações perigosas, como a tentativa do seu envenenamento, que leva a "Casa Beja" (a própria rainha D. Leonor, e o irmão Manuel, futuro rei, sua mãe D. Beatriz e D. Isabel, viúva do duque de Bragança, executado pelo rei) a conspirar contra D. João II e a conceber planos maquiavélicos para o eliminar.

As personalidades que gravitam à volta do rei vangloriam-se, arrependem-se ou questionam a sua intervenção na morte do rei, mas a verdade dos acontecimentos é uma chave bem guardada. Os segredos da conjura são caminhos insuspeitos de um reinado marcada pela glória e pela ignomínia. E o mistério persiste: quem matou o Príncipe Perfeito?

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Novidade: As Coisas Boas Levam Tempo. Desacelerar Para Viver Melhor, de Raquel Tavares

Já nas livrarias nacionais!

Sobre o livro:
Há quanto tempo sente que não tem tempo? O tempo e a forma como o vivemos é uma questão abordada por diferentes pensadores desde há muito na história da Humanidade, mas revela-se hoje como uma das questões mais atuais, ao ponto de gerar tendências culturais que contrariam a ditadura da rapidez, da quantidade e da superficialidade. 
Uma dessas tendências é o Movimento Slow, um movimento de equilíbrio, onde a valorização da serenidade, do saborear de cada momento, da contemplação, das boas conversas, da bondade consigo próprio, com os outros e com o planeta, possa ser uma das formas privilegiadas de enriquecer a vida.

(Hoje são comuns os termos Slow Food, Slow Work, , Slow Travel, Slow School ou Slow Aging, entre outros. O que une estes conceitos é o mesmo princípio: uma cultura de vida que defende que viver em modo mais lento pode ser um instrumento de desenvolvimento humano e do potencial de cada um)

Sobre a autora:
Raquel Tavares nasceu em 1969. Cresceu entre a cidade e o campo, entre grandes e pequenas cidades. É licenciada em Antropologia Social e tem uma pós-graduação em Psicologia Educacional. Trabalhou na área da intervenção comunitária em contextos carenciados e na educação de adultos, sem perder de vista a pedagogia e a formação dos mais pequenos.
O associativismo, o desenvolvimento local, a solidariedade e o voluntariado fazem parte do seu quotidiano. Ao longo da sua vida desenvolveu uma necessidade imperiosa de movimento feito de tranquilidade. Sempre precisou de calma para refletir e digerir as informações e os estímulos externos e assim, de forma natural, nasceu e cresceu o seu interesse pelos modos de vida mais brandos, que surgem como contracorrente ao mundo acelerado e descartável da atualidade.
Em 2009, a partir da leitura de um artigo de revista, surgiu-lhe a ideia de formar uma associação com base nos princípios de uma tendência internacional, mas ainda muito pouco falada. Com um grupo de amigos, deu corpo a essa ideia e é assim que surge o Movimento Slow Portugal, cujos princípios servem de base a este seu primeiro livro.
Vive em Arruda dos Vinhos, um vale rural encantado às portas de Lisboa.

Ficha Técnica:
320 Páginas
PVP C/ IVA 15,10€

domingo, 8 de outubro de 2017

Novidade: Olifaque, do cientista João Magueijo,


Apenas disponível a partir de 11 de outubro

Sobre o livro:
É o livro brande-niú do célebre cientista português João Magueijo. Olifaque arriva às livrarias nacionais no próximo dia 11 de outubro e regala os leitores com uma visão muito particular dos emigrantes portugueses, gente ander-apreciada, segundo o autor.

Em Terôno conhecemos várias famílias portugueses que partiram de Portugal para fazer bem e ganhar móni. Falamos do Perna de Pau, do Palha d’ Aço, do Cheira a Mijo e da Alzira, da Lígia e da Violeta, do Quim das Mulas, do Jeico, do Ildo, do Páscoa Feliz e do Ti Tóino, entre outros, cumôde de quem conhecemos histórias de faca e alguidar, com quem assistimos aos jogos da bola, vamos às farmas, jogamos matraquilhos, nos metemos em sarilhos e fugimos dos copes.

Escrito num emigrês muito próprio, que, conforme a nota prévia do livro, se recusa a ser consistente, Olifaque deverá ainda assim ser inteligível para qualquer português conhecedor de inglês básico.

É numa comunidade de emigrantes portugueses no Canadá, onde o autor esteve emigrado, que tudo se passa. João Magueijo parte desse grupo de pessoas para enaltecer a perfomância dos emigrantes além-fronteiras enquanto releva ficar chocado com as críticas que lhes são dirigidas.
Mesmo sendo um retrato humorístico desses estereótipos, Olifaque deixa no ar perguntas importantes. O que será da segunda geração de emigrantes? Como lidará Portugal com a saída do país de tantos jovens qualificados? Quem são os verdadeiros embaixadores de Portugal no mundo?

Para João Magueijo, Portugal tem uma relação esquizofrénica e arrogante com a diáspora e por isso este livro é na verdade uma homenagem às pessoas que tiveram a coragem de abraçar o mundo largo, sair da aldeia e florescer.

E no entanto fico com medo da geração nova que aí vem, aquela do meu Jequinzinho João, que será dela neste mundo escravo de germanos e chineses, em que está tudo a ficar igual, todos a quererem ser maricanos?

Há que pensar nisto, sugere o autor, e se for com humor tanto melhor. Olifaque!

Ficha Técnica:
280 Págs. l PVP: 15€
Disponível a partir de 11 de outubro

sábado, 7 de outubro de 2017

Novidade Outubro: A Boa Filha, de Karin Slaughter

Este é um daqueles livros que vai estar - com toda a certeza - na minha wishlist de Natal. Karin Slaughter é daquelas autoras que me faz pegar num livro e lê-lo num piscar de olhos.

Sobre o livro:

Duas meninas são obrigadas a entrar no bosque com uma pistola apontada. Uma foge para salvar a vida. A outra fica para trás.
Há vinte e oito anos, um crime horrível sacudiu a feliz vida familiar de Charlotte e Samantha Quinn. A sua mãe foi morta. O seu pai, um conhecido advogado de defesa de Pikeville, ficou prostrado de dor. A família desfez-se irremediavelmente, consumida pelos segredos daquela noite pavorosa.
Passados vinte e oito anos, Charlie tornou-se advogada, seguindo os passos do pai. É a filha ideal. Mas quando a violência volta a aumentar em Pikeville e uma grande tragédia assola a localidade, Charlie vê-se imersa num pesadelo. Não só é a primeira pessoa a chegar à cena do crime, mas também o caso desperta as recordações que tentou manter à margem durante quase três décadas. Porque a surpreendente verdade sobre o acontecimento que destruiu a sua família não pode permanecer oculta para sempre.

Sobre a autora:
Karin Slaughter é uma das escritoras de suspense e ficção policial mais afamadas e galardoadas do panorama literário atual. Mundialmente aclamada pela sua potência narrativa e consagrada pelas suas repetidas aparições nas listas de best sellers do The New York Times.
Dos seus quinze romances, traduzidos para 32 línguas, venderam-se mais de 30 milhões de exemplares em todo o mundo. Convertida em fenómeno literário internacional, alcançou o número um da lista dos livros mais vendidos no Reino Unido, Irlanda, Alemanha e Países Baixos, onde é a única autora que conseguiu ter oito títulos simultaneamente na lista de best sellers, incluindo o número um.

Ficha técnica:
PVP: 17,70 €
704 páginas
ISBN: 978-84-9139-136-4

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Os Nove Magníficos, de Helena Sacadura Cabral

Depois de As Nove Magníficas - cuja nova edição chegará às livrarias nacionais no dia 11 de outubro - junta-se Os Nove Magníficos, um livro que reúne um olhar único sobre governantes excecionais da História de Portugal. 

Eis os monarcas eleitos por Helena Sacadura Cabral.
D.Afonso Henriques
D.Dinis
D.João I
D.João II
D.Manuel I
D.João IV
D.José I
D.João VI
D.Carlos


Ficha Técnica:
Os Nove Magníficos
304 páginas
PVP: 17,50€

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Novidade: O Indesejado, de Nuno Galopim

Já nas livrarias!!

Sobre o livro:
Um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa – a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. Esta nova informação ameaça seriamente a estabilidade do reino e coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro.


Depois da sua primeira ficção, sobre a vida de D. Manuel II, Os Últimos Dias do Rei, Nuno Galopim traz-nos desta vez um empolgante romance, passado em finais do século XVII, em que o controverso D. Afonso VI, O Indesejado é a figura central.

Sobre o autor:
Nuno Galopim, nascido em 1967 começou por traçar um futuro nas ciências, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema acabaram por falar mais alto. Com 28 anos de carreira nos media, escreve hoje no Expresso e Blitz e é autor dos blogues Sound+Vision e Máquina de Escrever. Tem também trabalho feito na música (do álbum Humanos à série «O Melhor do Pop-Rock Português»), no cinema (como ator, produtor, consultor, programador) e televisão, devendo estrear este ano um documentário da sua autoria. Em 2016 iniciou um trabalho com a RTP como consultor para o Festival da Canção e Festival da Eurovisão. No passado trabalhou em jornais como O Independente e Diário de Notícias e em revistas como a Billboard e Time Out. Teve programas nas estações de rádio Antena 1, Antena 2, Antena 3, XFM, TSF e Radar. 
Nos livros estreou-se com Vida e Morte dos Dinossáurios (1992), assinado em co-autoria com o pai, o Professor Galopim de Carvalho. É ainda autor dos livros Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho (2005),Os Marcianos Somos Nós (2015) e The Gift – 20 (2015). Os Últimos Dias do Rei, dedicado à figura de D. Manuel II, foi a sua primeira obra de ficção, publicada em 2016 pela Esfera dos Livros. O Indesejado, que tem D. Afonso VI como figura central, é o seu segundo romance.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Hoje nas livrarias

Chega hoje às livrarias o último livro de Pierre Lemaitre, protagonizado pelo comandante Camille Verhoeven.

O regresso do mestre do thriller que também venceu o Goncourt, Pierre Lemaitre

«Lemaitre eleva o género negro a um nível que raramente se encontra: o lugar onde mora a literatura.» Le Figaro Magazine

«Um excelente escritor de livros de suspense.» Stephen King

«Uma trama que proporciona o melhor de Lemaitre: qualidade literária, ritmo, controlo da narrativa e uma personagem distinta, por vezes enternecedora e sempre tocante.» El País

«Lemaitre é um autor imprescindível no panorama literário atual. […] A cicatriz do mal é um romance de ação vibrante, visualmente perfeito.» El Periódico de Catalunya

«Lemaitre sabe renovar-se constantemente, surpreender a cada romance, e isso torna a verificar-se nesta obra, construída graças a uma maquinaria perfeita, com desenvolvimentos imprevisíveis. Decididamente, estamos perante um verdadeiro escritor.» L’Humanité

«Fascínio e medo. Uma arte maior.» Avantages