segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Novidade: Tempestade, de Marina Perezagua

Literatura de alto risco, inquietante, que põe ombro a ombro ideias hipnóticas, terríficas, resoluções devastadoras e momentos de uma beleza estranha e desarmante, os contos de Marina Perezagua, reunidos neste volume inédito, são pequenas explosões literárias.

Misturando o insólito, a violência, a beleza, a esperança, a crueldade e o desespero, apresentam, tão dura como ela é, a parte negra da experiência humana, sem limar arestas ou evitar faúlhas, mas também sem negar a possibilidade de redenção, o reencontro e o amor. Tradução assinada por Guilherme Pires.

Os vestidos, pesados de tanta agua que absorveram,arrastam para o fundo a infeliz mulher, e a morte interrompe o seu canto dulcissimo. «Matei-a», temo. A bela Helena jaz sobre a mesa do jardim. As aguas abriram-se a minha passagem. Estou vivo e seco. De uma vela cai uma pequena gota que arrefece sobre a sua palpebra. A tempestade acalmou-se, e oico um aplauso definitivo e profundo como um ultimo adeus. — in A Tempestade (pp. 21) 

Sobre a autora:
Marina Perezagua é uma escritora espanhola, nascida em Sevilha em 1978. Tem sido elogiada por leitores e críticos pela sua escrita extremamente visual e desconcertante, que a tornou uma voz única na literatura espanhola contemporânea. Tendo publicado inicialmente os livros de contos Criaturas Abisales (2011) e Leche (2013), foi o seu primeiro romance, Yoro, de 2015, que a converteu numa figura consensual entre a crítica. Os seus contos foram publicados em diversas revistas literárias, como Electric Literature, Granta (espanhola e britânica) ou Maaboret (em hebraico). É licenciada em História da Arte e doutorada em Filologia. Vive em Nova Iorque, onde ensina Espanhol na New York University e noutras instituições. É praticante de mergulho livre e, em 2015, percorreu a nado o Estreito de Gibraltar em menos de quatro horas.

Ficha Técnica: Tempestade, de Marina Perezagua (Ed. Elsinore | 240 pp| 17,69€)

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Os Loucos da Rua Mazur, de João Pinto Coelho

A acompanhar-me durante a aula de natação da minha cria
Este foi um livro que me ficou na retina, mal ouvi os primeiros murmúrios sobre ele. A ideia era simples: em Paris, no ano de 2001, Yankel, um velho livreiro cego, recebe uma visita inesperada - Eryk, o seu melhor amigo de infância.

Feito escritor famoso, também Eryk sofre com a idade e pede ao seu velho amigo ajuda para a escrita daquele que virá a ser a sua última obra, o livro que o irá redimir... o desafio é escreverem sobre a sua infância e o destino da aldeia polaca onde nasceram e cresceram, que durante a Segunda Guerra Mundial foi dizimada: primeiro, pelos russos e depois, pelas tropas alemãs.

Eryk estará sempre acompanhado da esposa Vivianne que, ao longo da narrativa, mostra saber mais desta viagem ao passado do que, inicialmente, pensamos.

A cidade estava literalmente dividida em duas: de um lado cristãos e do outro, os judeus. Um dia, com o pronúncio da vinda dos primeiros soldados, a vida daquelas duas comunidades - mantida por séculos de rancores - nunca mais viria a ser a mesma.

Não quero contar muito deste livro, confesso. É um "filho da mãe" de um livro. Caraças. Demorei... sei lá... menos de uma semana a lê-lo (?!). Prendeu-me de tal forma que só parei para respirar de tempos a tempos... e para clarear a garganta que parecia querer prender nela alguns soluços secos.

Terminei de o ler há instantes. Foi o tempo de o guardar na estante, pegar no portátil, abrir o Blogger e começar a escrever. Ainda o estou a digerir...

Os Loucos da Rua Mazur é um livro histórico - quase um documento -, é uma biografia, é um romance... e a escrita (?!)... a escrita é linda, é humana, é crua ao ponto de nos deixar indignados, arrepiados com as descrições.

Acabo de substituir Os Loucos da Rua Mazur por Perguntem a Sarah Gross, na minha lista de livros a ler.

No fim do livro, João Pinto Coelho escreve que os factos descritos foram inspirados em factos reais, o que nos deixa um amargo na boca e a sensação de ficarmos "sem chão" perante as traições e as atrocidades cometidas, por pessoas perfeitamente comuns contra os seus vizinhos. 

Os Loucos da Rua Mazur merece um reconhecimento claro dos leitores. Vale tanto a pena lê-lo, acreditem em mim!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Wishlist de aniversário

Daqui a uma semana (dia 23) faço 35 anos. São bué de anos, caraças! Para ficar feliz, neste dia, não preciso de muito, basta um destes livros :)
Selecionei apenas 10 - entre novidades e clássicos. Qualquer um destes livros podia ser uma boa prenda. Não que me façam falta - nada disso!! - mas, livros, nunca são demais!



1 - O Homem de Giz, de C.J.Tudor
Logo que li a sinopse, pensei "este livro tem de vir viver comigo". Seja dia 23, ou num qualquer outro dia, O Homem de Giz vai fazer parte da família.

2 - Uma Coluna de Fogo, de Ken Follet
É um livro que devia ser dois, tal é a espessura do bicho. Tenho de andar com ele dentro de uma mala de viagem, ou então limitá-lo à mesa-de-cabeceira... vou meditar sobre este assunto. Mas as críticas que leio dele são fantásticas. E um romance histórico fica sempre bem. E os meus Os Pilares da Terra estão a sentir-se sozinhos na prateleira.

3 - A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da, de Mark Manson
Se é para comprar um livro de "auto-ajuda", que seja este... definitivamente, este.

4 - Os Anagramas de Varsóvia, de Richar Zimler
Um amor antigo. Andamos, eu e Os Anagramas, a flirtar há séculos. Ainda não aconteceu chegarmos a vias de facto. Mas vai acontecer, não me chame eu Cristina Maria.

5 - Pecados, de Nuno Napumoceno
Para este livro... não tenho uma explicação a dar. É uma daquelas coisas que não sabemos muito bem como é que nasce. Mas ter escrito, na capa: "Thriller do Ano", deve ter contribuído.

6 - Apagar Estocolmo, de Jens Lapidus
Eu e os policiais nórdicos temos aquela cena... dêem-me um livro sueco, dinamarquês ou islandês e "apago" até ao próximo round.

7 - A Catedral do Mar, de Ildefonso Falcones
A primeira vez que vi este livro, fiquei fascinada com a  capa. Procurem na net ou numa livraria e vejam se não tenho razão. Tem uma magnificência qualquer que me faz olhar e continuar a olhar... quase como se fosse um íman.

8 - O Ministério da Felicidade Suprema, de Arundhati Roy
O Deus das Coisas Pequenas é, sem dúvida, um dos meus livros preferidos de sempre. Sempre que o leio, parece que é a primeira vez. Volto a descobrir a família, com os seus segredos... volto a sofrer as mesmas dores, mas continuo a amá-lo. "Cheira-me" que com O Ministério da Felicidade Suprema acontecerá o mesmo. E este título?! Não é brilhante?!

9 - Mataram a Cotovia, de Harper Lee
Não vale a pena falar muito deste, pois não?!

10 - 1984, de George Orwell
Outro enorme clássico da literatura. Li algures que devia ser de leitura obrigatória. E como nunca o li, acho que está mais que na hora.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Novidade: Leituras para Um Século

Livro da autoria de João Caraça, Gustavo Cardoso e Sandro Mendonça

Leituras para Um Século reúne um conjunto de crónicas que defendem esta e outras ideias: a de que podemos influenciar activamente o mundo que nos rodeia através dos livros que escolhemos ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros).

«O mundo compreende-se através da leitura de livros — mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?»

Para ver o interior: clique aqui





segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

O Último Cabalista de Lisboa, de Richard Zimler

Terminei, esta madrugada, O Último Cabalista de Lisboa. Andava há que séculos para ler qualquer coisa de Richard Zimler. Ouço, com frequência, elogios à sua escrita, mas ainda não tinha surgido a oportunidade.

Mas, as oportunidades somos nós que as criamos e foi assim que acabei por comprar O Último Cabalista de Lisboa (1996). Esta obra não é apenas um romance histórico, mas também não é apenas um thriller... é um bocadinho de tudo isto e muito mais.

Richard Zimler é um escritor muito inteligente e isso nota-se em cada linha. Na nota de autor deste livro, Zimler diz-nos que este é um exercício de tradução de obras, assinadas por Berequias Zarco, que teriam sido encontradas algures em 1990.

Estamos em 1506, nas vésperas da celebração da Páscoa. Em Lisboa, os cristãos, instigados pelos dominicanos, encetam uma perseguição e um autêntico extermínio dos judeus/cristãos novos, no Rossio, por os considerarem responsáveis pela seca e pela peste.
Milhares de judeus foram mortos, queimados; muitos, eram decepados e os corpos, literalmente, atirados aos animais.
Berequias (nome cristão, Pedro) Zarco, é um jovem estudante da Cabala. Durante os motins, encontra o tio (e mestre) morto, ao lado da uma jovem desconhecida. Ambos estão completamente nus. A cave - a sinagoga secreta da família - onde se encontravam os corpos estava fechada.
E mais, um texto em que o Mestre Abraão trabalhava, desapareceu. Poucos eram aqueles que conheciam aquele local: apenas quatro ou cinco pessoas - os iniciados nos mistérios da Cabala. E é deles que Berequias suspeita; um deles é o traidor e assassino!

Com este livro, conhecemos uma Lisboa quase desconhecida. A Lisboa do século XVI, em que a religião berrava aos ouvidos dos desesperados. Ao mesmo tempo, conhecemos os preceitos judeus, sentimos os cheiros e percorremos com Berequias pelas ruas e vielas desta Lisboa tão estranha, mas tão familiar, ao mesmo tempo.

Fiquei fascinada; quero muito continuar a ler Richard Zimler e O Último Cabalista de Lisboa mais do que confirmou esta minha vontade!

Este foi o 6.º livro que li (este ano), e quase arrisco a afirmar que será, certamente, uma das melhores leituras de 2018.

Novidade: Desaparecido: No Rasto de Billy, de C. L. Taylor

Depois do sucesso Em Fuga, publicado no ano passado, a Topseller volta a trazer aos leitores portugueses uma história inquietante sobre um casal em busca do seu filho desaparecido.

"Um drama familiar emocionalmente duro, com cada incidente a reforçar a ideia de que estamos perante uma família disfuncional, rodeada de mentiras"
Publishers Weekly

"Este thriller repleto de reviravoltas sobre um adolescente desaparecido vai mantê-lo acordado a noite inteira"
Heat

"Além de criar um clima repleto de suspense, Taylor explora o modo como uma tragédia afeta diferentemente cada membro da família"
Booklist



Sobre o livro:
Quando Billy Wilkinson, um adolescente de 15 anos, desaparece a meio da noite, Claire, a sua mãe, culpa-se pelo que aconteceu. Mas não é a única a fazê-lo. Todos os membros da família se sentem culpados.
O facto é que os Wilkinsons estão tão acostumados a guardar segredos entre si, que a verdade só começa a vir ao de cima seis meses depois. E uma coisa é certa: alguém sabe o que aconteceu a Billy.
Claire acredita desesperadamente que o filho ainda está vivo e convence-se de que a família e os amigos não têm qualquer relação com o seu desaparecimento.
E o instinto de uma mãe nunca falha… Ou falhará?

Sobre a autora:
C. L. Taylor é autora bestseller do Sunday Times, especializada em hrillers psicológicos. Os seus livros venderam para cima de um milhão de exemplares, tendo já sido traduzidos em mais de 20 línguas.
Nasceu em Worcester, no Reino Unido, e formou-se em Psicologia pela Universidade de Northumbria.
Dedica-se, desde 2014, à escrita a tempo inteiro. Atualmente vive em Bristol, com o companheiro e o filho.

Desaparecido: No Rasto de Billy é uma edição Topseller (18,79€ | 352 pp.).

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Notícia: Antes de Sermos Vossos, de Lisa Wingate

A Saída de Emergência tem no seu catálogo o título "Antes de Sermos Vossos", de Lisa Wingate, livro que se mantém no TOP dos mais vendidos no New York Times há várias semanas.

"Antes de Sermos Vossos" é baseado num dos mais conhecidos escândalos da América — em que uma instituição de adoção vendeu crianças a famílias ricas.

Sobre o livro:
Inspirado em factos verídicos, esta é a história de duas famílias e da terrível injustiça que as mudou para sempre. Nascida num mundo de riqueza e privilégio, Avery Stafford tem tudo. Filha adorada de um senador americano, com a sua própria carreira como advogada e um noivo maravilhoso à espera em Baltimore, ela vive uma vida encantada.
Mas quando regressa a casa para ajudar o pai com um problema de saúde, um encontro casual com May Crandall, uma idosa desconhecida, deixa Avery profundamente abalada. Ao decidir descobrir mais sobre a vida de May irá embarcar numa viagem pela história oculta de crianças roubadas e adoções ilegais. E cedo irá desvendar um segredo que pode levar à devastação... ou à redenção.

Este romance comovente e fascinante recorda-nos como, apesar de os caminhos que tomamos levarem a muitos lugares, o coração nunca esquece onde pertencemos.

Sobre a autora:
Lisa Wingate é uma antiga jornalista, oradora inspirada e autora de mais de vinte romances campeões de vendas. As suas obras ganharam ou foram nomeadas para numerosos prémios, incluindo o Pat Conroy Southern Book Prize, o Oklahoma Book Award, o Carol Award, o Christy Award e o RT Reviewers’ Choice Award. Wingate vive nas Montanhas Ouichita do sudoeste do Arkansas.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Novidade: A Vítima Tem Sempre Razão?, de Francisco Bosco

Num processo de radicalização política crescente, o debate público tomou as redes sociais e ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas. Contudo, esta democratização instaurou, junto a um sentido fundamentalmente justo, um ambiente marcado pelo autoritarismo e por perspectivas rígidas e esquemáticas da experiência social. 
Francisco Bosco investiga as ideias e os métodos dos movimentos identitários, e não se esquiva a polémicas recentes — os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar clássicos da música brasileira por serem considerados preconceituosos; a mulher branca acusada de apropriação cultural por usar turbante —, razão pela qual este livro provocou ele próprio reacções extremadas no Brasil.

"Unidas todas por um ideal qualquer, as pessoas agem como um enxame de abelhas atacando moralmente um indivíduo identificado como tendo cometido um crime contra esse ideal. Crime, aliás, nem sempre real, e quase sempre desproporcional à sua punição." - in Introdução




Sobre o autor:
Francisco Bosco nasceu no Rio de Janeiro em 1976. É ensaísta e doutor em Teoria da Literatura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor e conferencista, foi colunista do jornal O Globo e presidente da Fundação Nacional de Artes do Brasil. Publicou os livros «Orfeu de Bicicleta», «Alta Ajuda» (Tinta-da-china, 2015 e 2013), «Banalogias», «E livre seja este infortúnio», «Dorival Caymmi» e «Da amizade».

sábado, 3 de fevereiro de 2018

A Herdeira dos Olhos Tristes, de Karen Swan

Habitualmente, não sou muito de romances. Nada contra, atenção. Tenho memória de ler "O Diário da Nossa Paixão" e deslavar-me em lágrimas, tal era a dor que sentia com aquele livro. Acho que o meu próprio corpo começou a rejeitar, fisicamente, a leitura de romances.

(talvez com excepção da saga Landry, da V.C. Andrews e Jorge Amado - já li tanto de Jorge Amado que nem saberia por onde começar)

Uma Aventura, Clube das Chaves, Triângulo Jota... estes sim, preenchiam-me as medidas. Isto tudo para chegares onde, Cristina Maria? Para chegar aqui mesmo...

Gentileza do Clube do Autor, li A Herdeira dos Olhos Tristes. Comecei a ler a história de Elena e de Francesca e achei interessante, mas o volume de trabalho obrigou-me a um intervalo de cerca de uma semana. Na quinta-feira, à noite, voltei a pegar nele. Li durante três horas seguidas. Não estava a conseguir parar, a sério.

Na sexta-feira, acordei, tomei o pequeno-almoço e tive de terminar de o ler.

Este não é um romance "normal", no sentido lato da palavra. Há histórias de amor, há cenas de amor consumado, há tragédia, há mistério, há mentiras de décadas e revelações perfeitamente surpreendentes, há um "twist" final que nos deixa a pensar em tudo o que lemos para trás.

E um lindo cenário em Roma, que a autora revela ser fictício, baseado em vários apontamentos da cidade.

Os destinos de Francesca e de Elena cruzam-se por acaso. Esta última, fora uma das mais badaladas mulheres do século XX: americana e filha de pais milionários, vivera uma vida muito agitada - tinha sido, por exemplo, casada três vezes - até conhecer Vito Damiani, um "príncipe" italiano, com quem casou (pela 4.ª vez) e, consequentemente, entrou na alta sociedade romana.

Francesca, uma ex-advogada inglesa, deixara a sua vida para trás e instalou-se em Roma, tentando viver "la dolce vita", e trabalha como guia turística. Um dia, encontra uma mala, abandonada num contentor de lixo e vai devolvê-la à "principessa" Elena. No dia seguinte, estão a trabalhar juntas na biografia da velha senhora.

Podia ser simples, mas não é. No livro, vamos intercalando a história atual, com capítulos da história de Elena, ou Laney, enquanto jovem... e vemos que aquilo que ela conta a Cesca, não é exatamente como tudo aconteceu. Vamos sabendo pormenores, que Cesca desconhece... e mesmo assim, não deixamos de ficar surpresos quando a rede de mentiras e o entrelaçado de más-interpretações são revelados.

Novidades Clube do Autor

iPlatão e Deixa-me Odiar-te são os título com o selo Clube do Autor que, recentemente, chegaram às prateleiras.

iPlatão, de Mark Vernon, é um livro que ajuda o leitor a compreender melhor o século XXI através do pensamento dos grandes filósofos clássicos.

Aplicando a filosofia dos antigos pensadores à vida no nosso século, este livro mostra que a verdadeira sabedoria é intemporal. Recordando as vidas extraordinárias dos antigos filósofos, o conceituado escritor Mark Vernon mostra que, se quisermos resolver os problemas do presente, temos muito a aprender com as lições do passado.

Do significado da vida à importância do diálogo, dos hábitos alimentares à fama, do consumismo à violência, o que diriam hoje os grandes pensadores da Antiguidade? Que conselhos daria Aristóteles, por exemplo, aos nossos advogados e políticos?

236 Págs l PVP: 14,50€

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Deixa-me Odiar-te, de Anna Premoli, vencedor do Prémio Bancarella, é um romance moderno, divertido e terno, uma história atual e muito cinematográfica com todos os ingredientes de uma bela comédia romântica.
Jennifer e Ian conhecem-se há sete anos e nos últimos cinco só têm discutido. Chefes de duas equipas no mesmo banco, entre eles sempre houve um confronto aberto e declarado. Detestam-se e dificultam a vida um ao outro. Até que um dia são obrigados a cooperar na gestão da conta de um cliente aristocrata e abastado.

Na vida e no amor há sempre uma segunda oportunidade?

312 Págs l PVP: 15,00€