sexta-feira, 23 de maio de 2014

O Festim dos Corvos

Imagem retirada de Fnac.pt
Como falar de um livro, sem estragar o que se vai passar na série? Já sei que as coisas não se passam tal e qual como nos livros (é essa a ideia de "adaptação"), mas a essência é a mesma. E feitas as contas, o resultado acaba sempre por ser o mesmo.

Essencialmente, não posso revelar nada sobre a personagem A, B ou C, caso contrário os meus espertos seguidores perceberão que algo de muito bom ou muito mau vai acontecer aos restantes.

É horrível escrever uma crónica de leitura de um livro sem puder falar sobre o mesmo.

O que posso dizer, então?

Posso dizer que neste O Festim dos Corvos, George R. R. Martin (GRRM) preferiu dar destaque a personagens femininas.
Depois do episódio em que Cersei, alegadamente, é violada pelo irmão Jaime (no livro não é. A Rainha, realmente, faz-se de difícil no início, mas depois deixa-se levar pelo fogo do amorrreee), li muitas críticas onde se dizia que o autor devia ter qualquer coisa contra as mulheres do deste universo. Com este livro, temos mulheres fortes e decididas, mulheres que fazem a diferença...

E, na generalidade, o ritmo d' O Festim é mais lento.

Pelo que percebi de leituras em outros blogues, O Festim dos Corvos, inicialmente, era um volume gigantesco - perto de 1600 páginas, ou algo que o valha - e o nosso bom amigo GRRM dividiu-o em dois, razão pela qual isto já vai em 10 livros.

E agora... já estou no livro 8: O Mar de Ferro. Como já perceberam por este texto, não vou puder desvendar nada dos acontecimentos dos livros, até porque a série já foi renovada para uma 5.ª temporada, e eu seria uma mulher morta se dissesse mais do que devia - tanto que nem sequer aqui escrevi a sinopse da contra-capa. Quem é amiga, quem é?

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