quinta-feira, 23 de julho de 2009

De novo Paixão

Peguei no segundo livro do Pedro Paixão - por coincidência (ou não) comprado ao mesmo tempo que o 'Amor Portátil'.

Desta vez, vou ler 'Saudades de Nova Iorque'. No que me toca, é impossível ter saudades de um local que nunca pisei, mas o título fez-me querer embarcar no próximo avião. Destino: Nova Iorque. Aquele cenário urbano que vemos na TV é simplesmente impressionante.

Mas, de volta ao livro. Procurei na internet o que se dizia. No site da livraria on-line Wook versava o seguinte:
'Saudades de Nova Iorque' está escrito como se de um diário se tratasse. Os textos começam sempre com a referência a uma data e a um lugar, na primeira parte, ainda em Portugal, e depois só com uma data, na segunda parte, já em Nova Iorque. Mas "não é um diário". São "estilhaços de um espelho que se quebrou sem querer", pequenas histórias, "teorias precárias", memórias (inventadas), avisa Pedro Paixão na p. 9, resultantes de uma viagem à "big apple" "com o fito de realizar um triplo trabalho: recolher material para um livro, fazer uma série de fotografias, gravar e filmar para a posterior edição de uma curta-metragem". Estas são as razões de superfície. Está aí o livro, para ir descobrindo as razões "mais profundas", e outras. As fotografias saem no álbum de imagens '47W17', acompanhadas de textos de Paixão, na mesma editora. Enquanto aguardamos pela curta-metragem, let's read the words and see the pictures.

A ver vamos.

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