quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Perdida, de Mo Hayder

Creio ter dito em ocasiões anteriores que o meu excelso homem me viciou na escritora britânica, Mo Hayder. A crueza com que ela descreve certos momentos das acções é gritante.

Terminei, ontem à noite (depois do respectivo jantar de namorados), o último livro dela que me ofereceram no Natal (obrigada, sogrinha!), "Perdida".

No seguimento dos livros "Ritual" e "Pele", ainda andamos às voltas com um caso determinante dos livros anteriores e que envolve o detective Jack Caffery e a Sargento Flea.

Em “Perdida”, o detective Jack Caffery enfrenta um dos maiores pesadelos de qualquer pessoa ou força policial: o rapto de crianças. Inicialmente, tudo parece um "simples" caso de carjacking, mas há medida que o tempo avança, novas pistas e novas ocorrências apontam para o rapto puro e duro das pequenas Martha e Emily. E cada segundo conta para ainda serem encontradas vivas.

Ao contrário de outros livros, desta vez tinha um "feeling" de quem seria o mau-carácter desta história. O que se veio a confirmar no fim (weeee... um ponto para mim!).

Não deixem de o ler. Consegue transmitir uma sensação de perturbação fascinante... ok, talvez este não seja o melhor argumento, mas leiam-no.

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