Leio desde que me lembro de mim como gente. E comecei a escrever em blogues há mais de 11 anos. Porque não juntar estes dois amores num único espaço? Aqui, só cabe aquilo que gosto... conheçam as minhas escolhas!
sexta-feira, 3 de outubro de 2025
Livros lidos
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
Leituras da últimas semanas - a atualização!!
Absolutamente ridícula, esta situação. Cá estou, novamente, na posição de não publicar nada há semanas.
Desde a Lucy Barton, já li:
- os livros "1794" e "1795" de Niklas Natt Och Dag (já tinha lido o "1793" há coisa de 4 anos)
- "Hamnet" de Maggie O'Farrell - a minha ex-colega de trabalho emprestou-mo quando saí da empresa. É um livro sobre a família de Shakespeare. Começa com ele novinho, a conhecer aquela que será a sua esposa, o nascimento dos filhos, a morte de um deles e o processo de luto de Shakespeare e o da mulher.
- "Os Filhos do Império" de Yodori - é uma graphic novel que comprei há relativamente pouco tempo e, mais ou menos, por impulso. Já tinha visto videos (poucos!) sobre ele e achei a arte lindíssima. Agora é esperar pela continuação...
- "O Homem do Casaco Vermelho" de Julian Barnes - comprei este livro, no ano passado, na Feira do Livro de Lisboa. Como disse num post anterior, comecei a lê-lo no dia do apagão, no mês de abril. Depois, outras leituras passaram à frente, e quando o retomei, percebi que não me lembrava de nada. Recomecei a leitura e tive de a levar em frente, mesmo quando, às vezes não estivesse para aí virada. Fala de várias personagens históricas, mas os principais protagonistas eram 3: o médico Samuel Pozzi (a personagem central da pintura O Homem do Casaco Vermelho, que deu nome ao livros e a verdadeira peça central deste livro), o príncipe Edmond de Polignac e o conde Robert de Montesquieu. É um retrato da Belle Époque francesa e de todos os seus filhos. Gostei muito, mas não é uma literatura simples.
domingo, 22 de junho de 2025
Lido: O meu nome é Lucy Barton, de Elisabeth Strout
quarta-feira, 18 de junho de 2025
Outras leituras em curso
Lembram-se do famigerado dia do apagão? Pois bem, depois de ter panicado um bocadinho quando não estava a conseguir falar com o Henrique, e depois desse momento ter passado, o patrão mandou o pessoal mais cedo para casa.
Como bem mandada que sou, vim. E como o dia estava bom, e não havia muito mais que fazer, estive na varanda a tentar ler um pouco. Decidi-me por um dos livros que comprei na Feira do Livro de Lisboa no ano passado.
Comecei a lê-lo e passado o apagão, não lhe voltei a pegar. Erro crasso. Este é um daqueles livros que ou bem o lemos de uma vez ou estamos fritos, porque não é um livro linear, e não tem uma história com os "normais" princípio, meio e fim. Há uns dias tentei retomar a leitura e percebi que não há volta a dar: terei de o recomeçar...
Depois, tentarei dar um update dos meus intentos (porque de boas intenções está o Inferno a abarrotar!)...
domingo, 15 de junho de 2025
Feira do Livro de Lisboa
Todos os anos, ir à Feira do Livro de Lisboa é uma perdição. Uma pessoa vai, e volta com um ligeiro rombo na carteira.
Ao contrário do ano passado que não vim particularmente entusiasmada, este ano, de entre os livros que queria, vi quais eram Livro do Dia e consegui trazer 4 que me estão a deixar em pulgas...
Em primeiro lugar, finalmente ganhei coragem para o Filho da Mãe do Hugo Gonçalves. Dos quatro, este é aquele que me orgulho mais em ter comprado. E creio que deva ser por aí que irei começar...








