sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Policial... o meu género favorito

Dê lá por onde der, acabo sempre por ir "parar" ao mesmo: thrillers e policiais...

Os dois últimos (não tenho lido muito, confesso!) foram: Maigret e o Crime na Escola (Georges Simenon) e Quarenta Dias sem Sombra (Oliver Truc).

Comecemos por Maigret.

Maigret é procurado Joseph Gastin, professor na escola de uma pequena vila. Gastin é acusado de ter assassinado Léonie Birard, a antiga empregada dos correios.
Ninguém gostava dela porque era, particularmente, maldosa e maliciosa, ridicularizando as crianças e caluniando seus pais. 
Gastin implora a Maigret que prove sua inocência, encontrando o verdadeiro assassino. Maigret muda-se temporariamente para a pequena vila. A vítima vivia próximo à escola, motivo pelo qual Gastin é um suspeito óbvio, apesar de ele alegar que não estava lá no momento do crime. Talvez a solução para encontrar o assassino seja Maigret se tornar amigo de uma das crianças locais.

Trata-se de um livro muito... Maigret. Temos a ação inicial, temos uma investigação muito "sui generis", já que o Comissário é constantemente levado a seguir pistas erradas. Mas, no fim, a justiça prevalece. 

Em Quarenta Dias sem Sombra, a ação localiza-se na Lapónia. 

(sem dúvida, que vou do 8 ao 80)
Vencedor de 15 prémios internacionais.

É a última noite polar na Lapónia. O sol voltará a brilhar após quarenta dias ausente.Todos esperavam o retorno do tambor sagrado, que, acredita-se, permite a comunicação com o mundo dos mortos. Mas o tambor é roubado, causando comoção na comunidade. 
Pouco depois, um criador de renas é encontrado morto e mutilado no meio da neve. A investigação dos crimes é liderada por Klemet Nango e Nina Nansen, da Polícia das Renas. 
Os oficiais não poderiam ser mais diferentes entre si e precisarão enfrentar condições extremas de temperatura gélida e isolamento para resolver os mistérios.

Oliver Truc tem um segundo livro, protagonizado por Klemet Nango - O Estreito do Lobo. 

Gostei deste livro particularmente por retratar uma realidade que desconhecia, por completo - o do povo nativo lapão (ou sami). Sobre este grupo, diz-nos a Wikipédia que vivem num "território abrangendo partes das regiões setentrionais da Noruega, Suécia, Finlândia e da península de Kola, na Rússia. Habitam zonas serranas (fjäll), zonas florestais, zonas costeiras e fiordes noruegueses.
Os sámis são um dos maiores grupos indígenas da Europa, totalizando cerca de 70 000 pessoas, das quais 17 000 vivem na Suécia, 35 000 na Noruega, 5 700 na Finlândia e 2 000 na Rússia.
Os lapões falam um grupo de dez línguas distintas denominadas genericamente de sámi ou lapão, pertencentes à família daslínguas fino-úgricas (do grupo linguístico raro no qual se encontram o finlandês e o húngaro)."



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