terça-feira, 8 de maio de 2012

Pecados Conjugais, de Irving Wallace

Philip Fleming, um argumentista razoavelmente bem-sucedido e casado há 10 anos, nunca fora infiel a Helen. Até ao dia em que conhece Peggy Degen. A partir desse momento, tudo no mundo deixa de fazer sentido, excepto o desejo que sente por essa mulher.

É um romance. Ponto final. Não se pode inventar muito sobre os romances, a não ser que uma obra-prima magistral. É engraçado, lê-se bem, tem partes em que o leitor pode ter dois pensamentos: 1 - "Isto vai correr mal!" ou 2 - "Pá, deixa de ser burro, e deixa essa fulana em paz e sossego!".

Adianto já que, no final, o Philip fica com a esposa, a amante casa com outro homem e que fica tudo cor-de-rosa e feliz. Mas curiosamente, nem por um único segundo "torci" para que Philip e a lindíssima mulher por quem ele se apaixona [fica obcecado, é uma expressão melhor!] ficassem juntos. Não achei que houvesse química. Nunca ia resultar. Tal como este livro, que acaba por se resumir a um romance perfeitamente normal.

2 comentários:

  1. Então isso é assim? Conta-se o final?
    :D

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  2. Só porque é um livro banal e que não merece grande atenção! ;)

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