Já li: Como matar a tua família + Bela maneira de morrer, ambos de Bella Mackie, O meu homicídio, de Katie Williams, e Na minha família todos mataram alguém, de Benjamin Stevenson.
Diferente de Bela maneira de morrer, de Bella Mackie, que tinha um tom de comédia, o livro A minha irmã é uma serial killer é mais sinistro.
O livro é contado na perspectiva de Korede, a irmã mais velha. Enfermeira e com um sentido de dever mais profundo, é a irmã feia, discreta e sempre confiável. A boa e velha Korede.
A irmã mais nova é Ayoola. Lindíssima, manipuladora e fútil, Ayoola sempre teve a vida facilitada.
Vive para se maquilhar, aparecer nas redes sociais, conhecer homens, namorá-los, traí-los e matá-los.
E obviamente, conta sempre com a lealdade da irmã mais velha para (literalmente) limpar a bagunça que deixa à sua passagem.
Tudo complica quando Ayoola tem um novo alvo: um médico do hospital onde Korede trabalha e por quem está apaixonada.
Já sabemos qual é o método de Ayoola. Korede já sabe qual é o método da irmã e entra em pânico. Para onde se virará: para a irmã que sempre protegeu ou para o homem que ama? Qual dos pratos da balança da moralidade de Korede pesará mais?
Foi mais um livro bastante interessante, não só pelo fator crime, mas porque me permitiu conhecer um nadinha mais sobre alguns costumes da Nigéria, país onde a ação tem lugar.
Durante toda a leitura, tive um peso no estômago, porque não fazia mesmo nenhuma ideia para onde poderia pender a decisão de Korede. Todos os cenários estiveram em aberto até à resolução final.
Respeitei a decisão final de Korede, mas não concordei... Li, pensei no assunto e julguei com todas as forças do meu coração - só para que fique registado para memória futura.
(E o que dizer desta capa incrível?! Adoro!)

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