Não é uma história real, não é um livro sobre uma qualquer profissão em Auschwitz, nem nenhuma biografia escrita na primeira pessoa... É um pequeno conto de 118 páginas que me levou às lágrimas.
"A história de um bebé que não chegou a Auschwitz" lemos na capa.
Fazendo fé no Goodreads, li este livro em março de 2024. E se formos consultar os arquivos aqui da chafarica, veremos que só publiquei conteúdos a partir de maio. Razão pela qual fui apanhada desprevenida.
Acontece que, este domingo, a fazer zapping encontrei num qualquer TV Cine desta vida a informação sobre o filme deste livro. Pouco mais de 1h20 de filme, em animação, e emocionante o suficiente para me fazer chorar outra vez.
Um casal de lenhadores vivia na floresta, por onde passava um comboio de mercadorias. Era inverno e a fome apertava. Ao vê-lo passar, a mulher rezava para que, um dia, Deus lhe oferecesse algo, qualquer coisa... Até que um dia, umas mãos deixam cair um embrulho, a poucos pés de distância da pobre lenhadora.
Num outro arco, um casal de judeus viaja num comboio, com dois bebés. O pai, desesperado, ao passar por uma floresta, tem uma ideia e faz uma escolha impossível.
O resto é a história. Esta história.
Pensava eu que vinha fazer o repost de uma publicação de há 2 anos. E afinal, vim escrever sobre um dos mais belos contos que já li.

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