Miss Winifred Notty arranjou um emprego como preceptora dos dois filhos do casal Pound, Drusilla (a mais velha, mas negligenciada, porque, bem, é rapariga) e Andrew (o mais novo, que vai herdar o título e os bens, mas que é insuportável).
Mas, conforme o tempo vai passando, os outros criados de Ensor House vão desconfiando que esta jovem mulher é bastante estranha. São as pequenas coisas: por um lado, as quase contradições, as histórias de horror contadas aos jovens Pound, os passeios à noite desnudada, o passado misterioso...
Mas, se temos este mistério - quem é, verdadeiramente, Winifred Notty? - temos também uma história engraçadíssima, com apartes deliciosamente sarcásticos.
Este livro não é o primeiro desta autora (e fiquei interessada em ler o seu Mrs. March), mas foi uma porta de entrada muito... vá... caricata, para o seu trabalho. Gostava de descrever como sendo uma Jane Austen, mas em deliciosamente subversivo.
Estou a apagar e a escrever coisas nesta mini-resenha, porque não quero revelar demasiado, mas, ao mesmo tempo, quero contar mais do enredo, porque gostava muito que lessem este livro.
Mas deixo-vos a frase de arranque deste livro "Dentro de três meses, toda a gente nesta casa estará morta".
O final é "Chef's Kiss".

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