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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Neil Gaiman rocks!

Os dois últimos livros que li fazem parte do currículo deste fantástico a autor britânico.

Comecei com Neverwhere: Na Terra do Nada, e terminei com Coraline - ambos já adaptados ao ecrã.

Sinopses dos livros retiradas da Wikipédia.

Neverwhere conta a história de Richard Mayhew e das suas aventuras por uma Londres obscura. No início do livro, Richard é um jovem homem de negócios escocês que vive em Londres há dois anos e está noivo de Jessica. Uma noite, quando vão a caminho de um jantar com o chefe (bastante conhecido e importante) de Jessica, esta e Richard encontram uma jovem ferida que parece ter surgido do nada. Apesar dos protestos de Jessica, Richard decide cuidar da rapariga, que se chama Door, e levá-la para sua casa, em vez de ir ao jantar.

Na manhã seguinte, Door encontra-se bastante recuperada e pede a Richard para encontrar o Marquês de Carabas, um homem que poderá ajudá-la e fugir de dois assassinos que parecem ser tudo menos humanos: Croup e Vandemar. Richard encontra o Marquês e leva-lo para o seu apartamento para se encontrar com Door, mas os dois desaparecem quase de imediato. Pouco tempo depois, Richard começa a aperceber-se de todas as pessoas que o conhecem deixam de o ver e até o seu apartamento é alugado enquanto ele ainda vive lá.

Determinado a corrigir as coisas, Richard parte para o mundo de Londres de Baixo à procura de Door. Aí, Richard encontra todo o tipo de personagens perigosas e caricatas que nunca pensou existirem.

***

Antes de começar o conto, Coraline e seus pais se mudam para um novo apartamento perto de uma floresta. Seus pais estão sempre ocupados com o trabalho e por isso lhe dão pouca atenção. Sentindo-se isolada, Coraline sai para explorar. Ela se depara com os habitantes da nova casa para onde se mudou: duas senhoras aposentadas e um senhor que treina ratos. Enquanto explora a casa, Coraline acaba encontrando uma porta trancada cuja entrada fora bloqueada por tijolos.

No dia seguinte, ela pega a chave dessa porta e a abre encontrando uma passagem que leva a um outro apartamento, duplicando o dela. Esse outro mundo que se abre é habitado por sua Outra Mãe e seu Outro Pai, que são uma réplica muito parecida de seus pais verdadeiros, exceto pela presença de botões no lugar de olhos. Esses Outros Pais parecem de início mais interessantes, divertidos e atenciosos que seus pais verdadeiros. 

No final do dia, Coraline tem que voltar para sua casa, no entanto, sua Outra Mãe lhe oferece a chance de ficar para sempre com ela nesse novo mundo. A única condição seria que Coraline costurasse no lugar de seus olhos, botões, assim como seus Outros Pais. Coraline decide que prefere ir para sua verdadeira casa e isso desaponta sua Outra Mãe. 

E é nesse momento que a vida desta menina se vê, subitamente alterada.

Já conhecia o trabalho de Gaiman de outros "carnavais", como se costuma dizer, e o certo é que nunca desilude. Com premissas que alguns poderão considerar infantis, Gaiman atribui um grau de terrível que arrepia qualquer um: quem gostaria de ver capturados botões no lugar dos olhos? Eu não...
 
Foto retirada da Wikipédia

quarta-feira, 8 de julho de 2015

As Virgens Suicidas, de Jeffrey Eugenides


Tenho andado afastada dos meus espaços blogosféricos, mas não tenho estado afastada da escrita, antes pelo contrário. E, por causa disso, às vezes, a minha disposição para pegar num livro ou no tablet diminui um pouco (mas nunca desaparece!).

E prova disso é que ontem terminei mais um livro: As Virgens Suicidas... e antes dele, terminei o 5.º livro de As Crónicas de Gelo e Fogo, como já aqui escrevi.  

Relativamente ao livro As Virgens Suicidas. Sempre tive curiosidade de ver o filme realizado por Sofia Coppola, mas nunca se proporcionou, e confesso que não sabia que o argumento era adaptado de um livro. E quando o vi disponível, não hesitei. Gostei tanto! A aura que envolve as meninas Lisbon é tão perfeitamente descrita que sofri por elas e com elas. 

Estamos nos anos 70, nos típicos subúrbios americanos, e a normalidade é interrompida quando Cecile Lisbon tenta suicidar-se. Corta os pulsos e é encontrada na banheira. Os esforços para recuperar a menina não são suficientes e algum tempo depois de sair do hospital, durante uma festa (a única festa que a casa dos Lisbon recebe!), a menina atira-se de uma janela, para a morte. 

Durante um ano, os narradores, um grupo de rapazes da vizinhança, apaixonados pelas restantes quatro meninas Lisbon - Bonnie, Mary, Therese e Lux - seguem os seus passos e reconstituem a vivência das adolescentes até ao seu quase total exílio dentro da sua própria casa. 

A visão "naïf" destes rapazes não faz prever o que se segue. Num dia, em que Lux Lisbon - a mais velha - lhes envia uma mensagem a pedir que as vão buscar, para fugirem... depois dos preparativos dos rapazes... o que eles encontram são os corpos de três das raparigas (Mary sobrevive mais um mês, e acaba por se suicidar com comprimidos). 

A casa dos Lisbon acaba por comprada por um jovem casal, e as pessoas, aos poucos, vão esquecendo a tragédia que ali aconteceu. Excepto os rapazes! 

Agora, estou pronta para ver o filme. 

terça-feira, 23 de junho de 2015

Os Reinos do Caos, de George R.R. Martin

Terminei agorinha mesmo o último livro (em português) da história que deu origem à série A Guerra dos Tronos.

Para quem acompanha a série, como eu, estava a tornar-se frustrante estar a ver coisas no ecrã, ter a certeza que nos livros seria diferente, mas não saber quão diferente.

Obviamente, que nesta altura do "campeonato" já não irei spoilar nada de importante, mas não quero deixar de tecer alguns comentários.

Sempre tive a certeza que Jon Show seria importante para a trama, e cheira-me que esta morte dele (no livro também morre) ainda vai fazer correr muito tinta, caso contrário julgo que o mistério em torno de quem será a mãe dele já teria sido desfeito.

No livro, Stannis também supostamente morre. Se na série não vemos Brienne a dar o golpe, aqui também só temos uma carta de Ramsay Bolton a Jon a dar conta da notícia.

Exceptuando um ou outro pormenor, gostava que o autor despachante o arco de Bran... já não há paciência para tanta conversa pseudô-regulatória desta personagem. É o pequeno Rickon Stark... onde é que ele anda? No livro, Sor Davos é encarregue dessa busca... e Sansa? No livro, continua em casa do Mindinho, a "salvo" de potenciais inimigos da família.

Aqui fica o apelo: Georgito, mexe esses dedinhos e manda cá para fora o próximo calhamaço.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Fraturado, de Karin Slaughter

Recentemente, fiquei sem o meu novo amiguinho - o tablet - e com ele esfumaram-se as horas e horas de diversão. Os livros, que lá tinha, estão seguros, no portátil... até ao dia em que este também se fine. Aparelhos electrónicos e água... aparentemente... são uma dupla dinâmica que, em ocasião alguma, se devem juntar.

Enfim... para já, estou a juntar uns dinheirinhos para comprar outro. Jeitosinho e tal, para puder continuar a esticar-me com o número de livros dentro da mala (uma das enormes vantagens dos livros em formato digital, se querem a minha opinião...).

Entretanto, e enquanto fazia o luto, li o livro "Fraturado" da autora Karin Slaughter. Nunca tinha ouvido falar dela, mas gostei bastante. O livro, em questão, foi-me emprestado e insere-se dentro daquela categoria que mais adoro: o policial.

Sinopse: 
Abigail Campano chega a casa e entra num cenário de pesadelo. Uma janela partida, uma pegada de sangue na escada e, a visão mais devastadora de todas, a sua filha adolescente morta no chão. Sobre ela está um homem com uma faca ensanguentada na mão. A luta que se segue vai mudar a vida de Abigail para sempre.

Quando a polícia local comete um erro que não só ameaça a investigação mas também coloca em perigo a vida de uma jovem, o caso é entregue ao agente especial Will Trent do Georgia Bureau of Investigation. Will terá como parceira a detetive Faith Mitchell, do Departamento de Polícia de Atlanta, que logo no primeiro encontro lhe mostra que não é a sua maior fã.

Sob o calor implacável do verão de Atlanta, Will e Faith percebem que só trabalhando juntos conseguirão travar o homicida brutal que tem como alvo uma das comunidades mais ricas e privilegiadas da cidade. Antes que seja tarde demais.

Sobre o livro: 
"Fraturado" - e o seu antecedente "Tríptico", que não li - são os primeiros livros da série Will Trent, composta por sete livros. A acção desta série decorre em Atlanta e traz-nos o agente especial Will Trent as colegas Faith Mitchell e Angie Polaski.

Sobre a autora:
Karin Slaughter cresceu numa pequena cidade do Sul da Geórgia e vive actualmente em Atlanta. Na grande tradição dos thrillers literários, o talento de Karin Slaughter foi comparado ao de Thomas Harris ("O Silêncio dos Inocentes") e Patrícia Cornwell. Em Portugal, estão também editados os livros "Morte Cega" e "Um Muro de Silêncio", livros da série Grant County.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

The Strain, de Chuck Hogan e Guillermo del Toro

Tenho estado "ausente" por uma única (e gigantesca) razão: dediquei-me à trilogia que deu origem à série The Strain, cuja primeira temporada terminou recentemente no canal Fox.

Essencialmente, é mais uma história de vampiros, sanguinários e sedentos de pescocinhos humanos. Contudo, nesta narrativa, assistimos a uma ascensão desta raça, promovida por um multi-milionário nova-iorquino seduzido pela ideia de vida eterna.

A permissa é simples: um avião aterra no maior aeroporto de Nov Iorque, e não mais existem sinais de vida dentro do aparelho. Uma equipa entra no avião e depara-se com todos os tripulantes, aparentemente mortos. É chamado o CDC (Center of Disease Control), liderado por Eph Goodweather, que pretende declarar quarentena geral, até se descobrir as razões da morte de todas aquelas pessoas. Todas? Não. Existem 4 sobreviventes.

Mas tudo começa a ficar estranho quando os mortos se levantam e regressam às suas casas e para as suas famílias. Neste cenário, surge Abraham Setrakian, um velho, com uma ainda mais estranha teoria sobre um Mestre vampiro.

Pessoas começam a desaparecer, mas nem assim as autoridades parecem decididas a fazer alguma coisa. Até que Nova Iorque é tomada. E o Mundo inteiro é dominado pela escuridão.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Gritos do Passados, de Camilla Läckberg

Continuo na onda "Camilla Läckberg". Emprestaram-me o livro "Gritos do Passado", depois do meu excelso homem ter comentado no escritório como obcecada ando nesta escritora. "Gritos do Passado" surge imediatamente depois de "A Princesa de Gelo" e antes de "Teia de Cinzas".

Mais uma vez, Camilla Läckberg fez o favor de me pregar os olhos ao livro até o ter terminado. "Demorei" pouco mais do que o fim-de-semana para o ler de ponta a ponta e... como dizer?... é viciante.
Adoro o facto de ainda me conseguir surpreender e de não descobrir o culpado até ao último capítulo. 



Sinopse (retirada do site Wook)
Numa manhã de um Verão particularmente quente, um rapazinho brinca nas rochas em Fjällbacka - um pequeno porto turístico na Suécia - quando se depara com o cadáver de uma mulher. 

A polícia confirma rapidamente que se tratou de um crime, mas o caso complica-se com a descoberta, no mesmo sítio de dois esqueletos. O inspector Patrick Hedström é encarregado da investigação naquele período estival em que o incidente poderia fazer fugir os turistas, mas, sem testemunhas, sem elementos determinantes, a polícia não pode fazer mais do que esperar os resultados das análises dos serviços especiais. 

Entretanto, Erica decide ajudar Patrick pesquisando informações na biblioteca local e novas revelações começam a dar forma ao quadro: os esqueletos são certamente de duas jovens desaparecidas há mais de vinte anos, Mona e Siv. 

Volta assim à ribalta a família Hult, cujo patriarca, Ephraim, magnetizava as multidões acompanhado dos dois filhos, os pequenos Gabriel e Johannes, dotados de poderes curativos. Depois dessa época, e de um estranho suicídio, a família dividiu-se em dois ramos que agora se odeiam.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Teia de Cinzas, de Camilla Läckberg

Poucas autoras me têm entusiasmado tanto como Camilla Läckberg. Aliás, devo acrescentar que, na minha opinião, o título que recebeu de "sucessora de Agatha Christie" não é, de todo, exagerado.

Esta autora sueca, de 40 anos, consegue criar os enredos mais fascinantes de que me lembro. Senti-me assim com os clássicos policiais de Dame Agatha Christie e Sir Arthur Conan Doyle, e, mais recentemente, com Stieg Larson e Jo Nesbø.

Aqui temos a continuidade da história da relação entre Erica e Patrick, iniciada em "A Princesa de Gelo" (aqui).

Não me tinha apercebido que este "Teia de Cinzas" era o 3.º livro, e "saltei" por isso o título "Gritos do Passado". Mas... adiante... é algo com que terei de viver!

A acção, mais uma vez, passa-se em Fjällbacka (localidade sueca, onde nasceu a autora) e desta vez, ninguém preparou os habitantes para o que aí viria: um pescador encontra o cadáver de uma menina.
Mas a autópsia revela que este não é um caso de afogamento acidental. Cabe ao detetive local, Patrik Hedstrom, a árdua tarefa descobrir quem poderia estar por atrás do assassinato metódico de uma criança que, tanto ele como Erica, conheciam bem.

***

Outra situação que também gostei, e que comprova a consistência de Camilla Läckberg, é a continuidade da história de Anna, irmã de Erica. No primeiro livro, sabemos que é vítima de violência doméstica e que se refugia junto da irmã... e agora, Anna não é simplesmente colocada numa prateleira. Sabemos qual é a sua situação.

Ao contrário de outros livros que demoram dias a terminar, este li-o "numa penada": em três dias apenas, tal era a ânsia de saber quem era o assassino.

História paralela
Ao longo da trama, é-nos dada a conhecer a história de Agnes. A história começa quando Agnes é ainda bastante jovem, uma adolescente rica, mimada e caprichosa e avança até à sua morte. "Qual será a sua ligação à história principal?" é, certamente, a pergunta que os leitores farão. No fim... tudo é esclarecido!

domingo, 5 de abril de 2015

A Chave para Rebeca e A Rapariga que roubava livros

O que têm em comum espiões nazis, o Egipto e o romance "Rebeca" de Daphne du Maurier? Nada? Tentem outra vez.

São o mote para o livro "A Chave para Rebeca" de Ken Follet. A sinopse "oficial" é a seguinte:
"Norte de África, Verão de 1942. Rommel parece imbatível: as suas armas secretas são Alex Wolff, espião exímio , e um código fatal enterrado nas páginas do romance de Daphne de Maurier, Rebecca. Wolf cruza o Sahara escaldante e entra no Cairo para roubar os planos militares britânicos. O major Vandam, no seu encalço, encarrega a encantadora Elene de o seduzir. À medida que as tropas de Rommel se aproximam da vitória, a perseguição desenrola-se no deserto até chegar a um confronto impressionante e explosivo." (Wook).

Não desgosto de Ken Follet - o que me chateia, sinceramente, nem tem nada a ver com ele, mas com a adaptação tonta que fizeram ao "Os Pilares da Terra". (ressurreição... really, senhores argumentistas?! Não conseguiam dar a volta ao texto de outra forma?!) - e depois de "O Vale dos Cinco Leões" e de "Os Pilares da Terra", escolhi este para continuar a minha saga pelo Universo Follet. 

And now for something completely different...

 

Já comecei a ver o filme. Parei nos primeiros minutos, porque "valores mais altos" se levantaram... e nunca mais o retomei. 
Peguei no livro. E li-o numa penada. E não me arrependi por um segundo. Ao contrário do que fiz, acima, com "A Chave para Rebeca", não vou simplesmente fazer um "copy-paste" de um resumo do livro. 

Antes de mais, e como refere o "header" desta secção, a Morte herself é a narradora da história. Liesel é uma menina de 9 anos, que subitamente assiste à morte do irmãozinho mais novo. Durante o funeral do pequeno, Liesel rouba um livro. O primeiro. 

A acção decorre na Alemanha nazi, em vésperas do início da 2.ª Guerra Mundial. Portanto, é num clima conflituoso, tumultuoso e confuso para uma criança que acaba de perder o irmão e a mãe (que a abandona com Rosa e Hans Hubermann) que vemos o desenrolar deste romance. 

Mesmo sentindo-se atraída pelo livro, apercebemo-nos que apesar dos seus 9 anos, Liesel não sabe ler. E é nas madrugadas de insónias, após os pesadelos, que Hans Hubermann ensina Liesel a conjugar as letras e as palavras.

O clima de paz é interrompido quando Hans se vê confrontado com o passado e a sua honra "obriga-o" a cumprir uma promessa: acolher o filho de um falecido camarada de guerra. Judeu. Liesel desenvolve então uma relação com esse estranho de quem não pode falar fora das paredes de casa. Aquilo que os une é muito mais do que aquilo que os separa.

Fora do n.º 33 da Rua Himmel, Liesel é uma menina que, com Rudy, o seu melhor amigo, experimenta emoções a roubar: fruta, batatas... mas, especialmente, livros. Mais concretamente da casa do presidente da Câmara, com o, mais tarde revelado, conhecimento da esposa, Ilsa Hermann.
Entre pequenas vitórias e grandes dramas, acompanhamos Liesel. E vale tanto a pena. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

A Protegida, de David Baldacci

Deste autor, encontram-se "n" livros nos escaparates das principais livrarias, mas este, "A Protegida", nas minhas buscas, não encontrei que tivesse sido traduzido para português de Portugal. A edição que li, em formato de e-book, foi uma edição brasileira.

(o nome original da obra é "Saving Faith", para quem ficar curioso).

David Baldacci, para quem não conhecer o autor, é conhecido essencialmente pelos seus "thrillers".

"A Protegida" é um thriller, cujos bastidores são dominados pela cena "lobbista" no Senado norte-americano. Faith Lockhart é assistente de um conhecido lobbista, Danny Buchanan, que, a determinada altura da sua vida, decidiu direccionar os seus esforços na busca de apoios para causas humanitárias e tratamentos em países sub-desenvolvidos.
Ao mesmo tempo, começou a ser chantageado por pessoas ligadas à CIA, para recolher provas incriminatórias sobre as pessoas que aliciava. O trunfo: Faith, que Danny adora como filha.
Após uma tentativa de assassinato, que culmina na morte de um agente do FBI, Faith foge na companhia de um detective privado, Lee Adams.
Pelo meio, conhecemos Brooke Reynolds, uma agente do FBI que supostamente deveria estar com Faith na altura em que o colega foi assassinado, e que procura descobrir o paradeiro da jovem e resolver o caso do homicídio que ameaça colocar a sua carreira em "xeque-mate".
Sobre o autor (retirado - e adaptado - do site Wook.pt):
David Baldacci nasceu em 1960, na Virgínia, onde reside atualmente. Exerceu advocacia durante nove anos em Washington, dedicando-se depois à escrita. Do seu currículo faz parte um impressionante número de bestsellers, entrando frequentemente no primeiro lugar da lista dos mais vendidos do New York Times.
As suas obras obras estão traduzidas em cerca de 45 línguas e são comercializadas em 80 países.

domingo, 1 de março de 2015

A alternativa do Diabo, de Frederick Forsyth

Sinopse:
Após um histórico acordo com a URSS, o presidente dos EUA, Bill Matthews, e outros importantes estadistas precisam tomar uma decisão que, qualquer que seja a opção, matará gente inocente. No desenvolvimento da história somos transportados entre Moscovo e Londres, Roterdão e Washington, e, inclusivamente, de casa de campo na Irlanda para bordo do maior petroleiro do mundo, que ameaça poluir todo o Atlântico Norte

Pelo meio, temos conhecimento de diversos jogos nos bastidores da Casa Branca, de Downing Street e do Comité Central do Partido Comunista russo. Conhecemos um espião, cujo nome de código é "Nightingale", que apenas comunica com Adam Munro da British Intelligence. E conhecemos os planos de nacionalistas ucranianos para fazer cair o presidente russo, Maxim Rudin. 

E todos estão envolvidos numa teia digna do seu tempo.

A Alternativa do Diabo data de 1979, e é um dos grande títulos do autor britânico, e marca, em definitivo, a escolha de Forsyth pelo género "espionagem internacional". 

Sobre o autor (adaptado da Wikipédia): 
Frederick Forsyth, é um escritor inglês. Educado na Tondridge School, e depois na Universidade de Granada, na Espanha, aos 19 anos, começou a servir a RAF como um dos mais jovens pilotos, tendo servido até 1958.
Forsyth é especialista em romances envolvendo espionagem e política internacional. Dele já li o livro "O Vingador" (o que me lembra que tenho de recuperar "O Quarto Protocolo" que jaz algures na estante).