Sebastian, no final do primeiro livro, descobre que tem uma filha, fruto de um encontro casual com uma mulher, Hanna. Ele sabe quem a filha é e torna-se um verdadeiro stalker, obviamente, sem que ela o saiba.
Ao mesmo tempo, a sua antiga equipa, liderada por Torkel, investiga uma série de assassinatos.
Torkel já fez uma ligação: o modus operandis é igual ao de um caso de anos antes. Mas, o assassino está preso. E Bergman foi decisivo para a prisão do homem.
Como é que isto acontece? Tem contactos cá fora? É a mente por trás destas novas mortes ou simplesmente está a ser copiado?
Até ao momento, a falta de provas é crítica. E ninguém quer contactar Bergman, depois dos eventos do primeiro livro.
Até que Sebastian, no meio de toda a confusão que é a sua vida, se apercebe destes novos homicídios.
E faz de tudo para reintegrar a equipa. Até porque este assassino apenas ataca mulheres com quem Bergman já teve um caso.
E qualquer uma delas pode ser o próximo alvo - até Hanna, a mãe da filha!
Volta e meia, regresso aos policiais. O meu fraquinho são os nórdicos, muito por culpa do falecido Stieg Larsson.
Como este livro é o segundo da série ainda não houve uma quantidade proibitiva de pormenores que me esquivei de dar sobre Bergman e esta filha que ele descobre ter, mas, no futuro, deverá ser mais difícil contornar este arco narrativo essencial para o desenvolvimento da personagem. Vou tentar.

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