terça-feira, 8 de maio de 2018

Novidade: Destinos Divididos, de Veronica Roth

Sobre o livro: 
As vidas de Cyra Noavek e Akos Kereseth são regidas pelos seus destinos, ditados à nascença pelos oráculos.

Uma vez pronunciados, os destinos são incontornáveis. 

Akos está apaixonado por Cyra, apesar do seu destino: morrer ao serviço da família de Cyra. E quando o pai de Cyra, Lazmet Noavek, um tirano desalmado dado como morto, reivindica o trono de Shotet, Akos acredita que o seu final está mais próximo do que nunca.

Quando Lazmet desencadeia uma guerra bárbara, Cyra e Akos tentam desesperadamente pôr-lhe um fim, a qualquer custo. Para Cyra, isso pode implicar arrebatar a vida ao seu hipotético pai. Para Akos, pode implicar sacrificar a própria vida. Numa estonteante reviravolta, os dois vão descobrir como os destinos definem as suas vidas de formas tão inesperadas.

Na sequela de Gravar as Marcas, Veronica Roth introduz duas poderosas novas vozes, numa narrativa
de esperança, humor, fé e resiliência.

Sobre a autora:
Veronica Roth  é a autora de Divergente, Insurgente, Convergente, Quatro – Histórias da Série Divergente e Gravar as marcas. Roth e o marido vivem em Chicago. Saiba mais online em www.veronicarothbooks.com


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Dia da Mãe com "sabor" indiano

Na creche do meu pequenito, o Dia da Mãe assinala-se na 2.ª feira imediata à efeméride propriamente dita; logo, a prendinha handmade só a recebi hoje. MAS, o meu excelso homem fez o favor de comprar um livrinho para o filho me ofertar no domingo.


Se se recordam era um dos livros que: integrava a) a minha wishlist de aniversário e b) a minha lista de sugestões para o Dia da Mãe. Tal como disse nestas duas ocasiões, o primeiro romance desta autora (ativista  e novelista) indiana, O Deus das Pequenas Coisas, é dos meus livros preferidos de sempre . 20 anos separam os dois romances. Neste tempo, Roy assinou, essencialmente, ensaios nas áreas da sociologia e da política. 

Uma curiosidade: em 1997, Arundhati Roy vencer o Booker Prize com O Deus das Pequenas Coisas, e doou o valor do prémio - bem como os royalties do livro - para a causa dos direitos humanos. E este foi apenas um dos vários prémios que ganhou. 

Em setembro do ano passado, a autora foi uma das convidadas do Festival Internacional de Cultura de Cascais - aqui bem pertinho - mas, infelizmente, não tive a hipótese de assistir à sessão onde participou. Deixo aqui, contudo, o link da entrevista que cedeu ao Diário de Notícias nessa ocasião: https://www.dn.pt/artes/interior/arundhati-roy-e-estupido-nao-ter-medo-8743753.html

Arundhati Roy é, na minha singela opinião (e que vale o que vale), uma escritora que se deve conhecer. 

Estou felicíssima com esta escolha! E já dei os três pulinhos de felicidade! E provavelmente irei reler O Deus das Pequenas Coisas, mal termine O Ministério da Felicidade Suprema. 

sábado, 5 de maio de 2018

"Alma Vagueante" de Mário Cláudico vence prémio da Associação Portuguesa de Escritores

A obra “A Alma Vagueante”, da autoria de Mário Cláudio, publicada pela Minotauro, acaba de
vencer, por unanimidade, a 3ª edição do Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, da Associação Portuguesa de Escritores (APE). A “brilhante qualidade” da escrita do autor foi reconhecida pelo júri do galardão, que destacou ainda “o enorme poder de sugestão dos perfis delineados; e a singularidade de serem crónicas sobre personalidades merecedoras de homenagem, enquanto relevantes criadores da cultura portuguesa”.

O júri foi composto por Cândido Oliveira Martins (professor na Universidade Católica Portuguesa), Carina Infante do Carmo (professora da Universidade do Algarve e membro do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e Carlos Albino Guerreiro (jornalista e autor de “O Bando dos Instantes”).

A cerimónia de entrega do galardão, com o valor pecuniário de 10 mil euros, realiza-se no próximo dia 10 de maio, no salão nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.
Com prefácio de José Carlos de Vasconcelos cada texto de “A Alma Vagueante” aborda uma figura proeminente da cultura contemporânea portuguesa. Esta obra, do autor vencedor dos prémios Pessoa, Virgílio Ferreira, Fernando Namora e da Associação Portuguesa de Escritores, é composta por 25 crónicas que saíram no jornal Diário de Notícias ao longo dos anos de 2015 e 2016. Conta ainda com a inclusão de duas crónicas inéditas, que resgatam do esquecimento momentos preciosos vividos pelo autor.

Pedro Homem de Mello, David Mourão-Ferreira, Eduardo Prado Coelho, Eugénio de Andrade, José Saramago e Virgílio Ferreira são algumas das figuras de destaque da cultura contemporânea portuguesa que, em contacto pessoal com o autor Mário Cláudio, deram origem às crónicas que integram esta obra, sendo apresentados retratos que eternizam o eco da importância destes mestres da cultura nacional.

As crónicas incluídas em “A Alma Vagueante” são uma janela para memórias que Mário Cláudio partilhou com figuras proeminentes da cultura portuguesa, fundamentalmente do mundo literário, mas também das belas-artes, que, após a sua morte, resistem aos desafios do tempo.

A obra encontra-se à venda pelo PVP de 12,90€.

HOJE, lançamento de Alice Vieira

Lançamento dos livros "Olha-Me como Quem Chove", de Alice Vieira e "Retratos Contados: Alice Vieira.75 Anos", de Nélson Mateus

Local: Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira

16h00

(clicar em cima da imagem, para ver convite aumentado)


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Novidade: História a História – África, de Fernando Rosas

Do início sangrento da guerra colonial em Angola ao que resta das «aldeias portuguesas» no colonato do Limpopo; da revolta da população branca de Lourenço Marques contra os Acordos de Lusaca à histórica barragem de Cahora Bassa; da «Operação Mar Verde», desastroso ataque à Guiné Conacri, ao campo de concentração do Tarrafal; da Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa e Coimbra, onde se reacendeu a chama da libertação das nações sob domínio colonial, ao dramático retorno a Portugal de 500 a 700 mil colonos brancos de Angola e Moçambique: Fernando Rosas revisita os lugares simbólicos das antigas colónias africanas portuguesas, e assim recontextualiza polémicas, e discute os momentos decisivos da guerra e os efeitos sociais da queda do regime.

«História a História – África» condensa décadas de investigação e compõe um grande fresco sobre a época mais conturbada do século XX português.

Sobre o autor: 
Fernando Rosas nasceu em Lisboa em 1946. É professor catedrático jubilado no Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e foi presidente do Instituto de História Contemporânea da mesma faculdade. Desenvolve o seu percurso académico sobretudo em torno da História Contemporânea e da História de Portugal no século XX. Foi membro do conselho de redacção da revista «Penélope — fazer e desfazer a História», e director da revista «História».
Entre as obras que publicou contam-se: «Salazar e o Poder — A arte de saber durar» (Prémio PEN Ensaio 2012); «Lisboa Revolucionária»; «História da Primeira República Portuguesa» (com Maria Fernanda Rollo); «Estado Novo e Universidade — A perseguição aos professores» (com Cristina Sizifredo); «História e Memória»; «Estado Novo nos Anos Trinta —
Elementos para o Estudo da Natureza Económica e Social do Salazarismo (1928-1938)»; coordenação de «Portugal e o Estado Novo (1930-1960)», vol. XII; «Nova História de Portugal» (dir. Joel Serrão e A.H. de Oliveira Marques); «Estado Novo» (1926-1974), vol. VII; «História de Portugal» (dir. José Mattoso); «Portugal Século XX: 1890-1976: Pensamento e Acção Política»; «A Transição Falhada: o Marcelismo e o Fim do Estado Novo: 1968-1974» (coord. com Pedro Aires Oliveira). Tem livros e artigos publicados em Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos da América e Brasil. Em 2006, foi condecorado pelo presidente da República com a Ordem da Liberdade.

Novidade: Magia dos Sonhos, de Sara Rodi

A Magia dos Sonhos é o segundo volume da coleção Escola das Artes, de Sara Rodi, que vai dar a conhecer uma escola diferente onde todos os alunos gostariam de estudar!

A Escola das Artes é uma escola especial que tem a Música e as Artes Cénicas como palco e onde se trabalha de forma interdisciplinar com o objetivo de desenvolver competências nos alunos de forma a prepará-los para todo e qualquer palco da vida.

Sara Rodi, que integra o movimento Por Uma Escola Diferente, acredita que é urgente transformar o sistema de ensino em Portugal. A Escola das Artes é uma das formas de o fazer.

Sinopse
Depois das férias, é tempo de regressar à Escola das Artes e de descobrir tudo o que as Lendas e os Mitos têm para nos ensinar... também sobre nós próprios!
Vencer medos, ser verdadeiro e superar dificuldades com a ajuda da criatividade e dos amigos, serão grandes desafios para os irmãos Jasmim, o Miguel, a Carlota e a Mila. Mas eles contarão com a poderosa ajuda dos professores e até de uns estranhos, mas preciosos, pozinhos mágicos, que ajudarão a dar voz aos seus sonhos... ou até mesmo a encher as suas vidas de magia!

Sobre a autora:
Sara Rodi - escritora e argumentista, tem dedicado grande parte do seu trabalho ao universo infanto-juvenil, inspirada pelos seus quatro filhos, oito sobrinhos e muitos outros «emprestados». Com mais de trinta obras publicadas e guionista em séries como Uma Aventura, Morangos com Açúcar II ou Massa Fresca (da sua autoria), é também blogger (Coisas de Filhos, Coisas de Pais) e integra o movimento Por Uma Escola Diferente. Com diversas crónicas e artigos publicados sobre a maternidade e o ensino.
A música, a dança e o teatro são outras das suas paixões, que leva a palco nesta nova coleção, pensada com muito carinho e boa disposição para todos os jovens leitores que sonham um dia subir a um palco… mas também para aqueles que fogem dele a sete pés!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Livros renovados

São estes os livros que chegaram HOJE renovados às livrarias: 


Nova edição: Já Não se Escrevem Cartas de Amor, de Mário Zambujal;
O eterno bom malandro e as suas novelas de prosa clara e original, pautadas de humor e imaginação. Eis mais um livro que nos transporta no tempo, neste caso à Lisboa dos anos 50, aos seus usos e costumes, quando ainda se escreviam cartas de amor.

Os chás dançantes eram, aliás, moda em vários locais de diversão e nunca deviam ter acabado. (…) Era à escolha do frequentador levar menina como seu par, ou ir à descoberta, o que oferecia o estímulo superior do imprevisto. Quem não viveu essa época ignora que apalpar a namorada na rua ou dar beijos glutões na boquinha dela era caso de polícia, por atentado ao pudor e à moralidade pública.
 
Nova edição: Nos Passos de Magalhães, de Gonçalo Cadilhe;
Nos Passos de Magalhães é a história de lugares mágicos contada pelos olhos de um viajante moderno. Ao mesmo tempo que nos guia pela Lisboa Manuelina, pelas cidades espanholas dos Descobrimentos, pelas fortalezas da Expansão Portuguesa no Oriente, pelas ilhas encantadas das Especiarias e pelas margens desoladas do Estreito de Magalhães, Gonçalo Cadilhe reinventa a viagem de um homem que conquistou o seu lugar no mundo. E provoca no leitor o desejo de partir.
De Lisboa às Filipinas, da Micronésia à Patagónia, de África à Insulíndia, um relato do périplo do português que descobriu a metade desconhecida do mundo. Quinhentos anos depois, importa recordar a primeira circum-navegação da Terra.

2ª Edição:  A Grande História do Mundo, de François Reynaer
Neste livro, viajamos por 5000 anos de História através de factos, conquistas e personalidades marcantes. Eleito um dos livros de 2017 e menos de 6 meses depois da primeira edição, a segunda edição deste bestseller volta agora às livrarias.
Dividido em etapas cronológicas, este livro segue a evolução das grandes civilizações e relaciona-as entre si, para percebermos melhor a nossa História. Esta abordagem original permite compreender o mundo globalizado de hoje e antecipar mudanças ao nível das potências mais relevantes no plano internacional.

Novidade: O Desdicionário da Língua Portuguesa, de Luís Leal Miranda

Sobre o livro:
Por baixo das palavras que estão debaixo da língua, existem outras que nunca ninguém se atreveu a reunir num compêndio. São expressões necessárias para que se diga o indizível, que traduzem variantes pouco exploradas da condição humana e questionam os limites dos vocábulos que até aqui nos moldaram o pensamento. O Desdicionário da Língua Portuguesa é por isso uma obra libertadora, essencial para quem já não tem latim para gastar - até porque, sendo uma língua morta, é capaz de estar a dar voltas na tumba. Mais do que uma extensão delirante do léxico, este Desdicionário deve ser usado como adubo nos campos semânticos, para que nunca se perca a velha tradição de inventar novas palavras novas.

franfolho
s. m. | Uma coisa sem nome, de forma indistinta, que só conseguimos identificar ao apontar e dizer: «É aquilo ali».

A palavra «franfolho» surgiu pela primeira vez num dicionário em 1977. Não consta nas edições de anos anteriores nem no léxico de nenhum país de expressão portuguesa. Vários estudiosos acreditam que «franfolho» surgiu de uma aposta entre lexicógrafos e há quem defenda a existência de um prémio para a primeira pessoa a detetar o intruso. Existe ainda a teoria de que o termo tenha sido incluído no dicionário depois de uma amarga derrota no Scrabble («franfolho» vale 21 pontos).
A tese mais comum, no entanto, é a de que o novo vocábulo entrou no dicionário para apanhar as editoras que o andavam a copiar. «Franfolho» não é a primeira palavra inventada na língua portuguesa, porque todas as palavras antes dela também foram inventadas. E não é o primeiro erro do dicionário porque já lá estava a palavra “erro”. 
O Desdicionário da Língua Portuguesa pretende servir de estufa para palavras sem raiz etimológica, orfanato para nomes de ascendência desconhecida ou mapa para a Atlântida dos significados. Inclui «franfolho» e outras 218 novas palavras novas que se não fossem inventadas tinham de existir.

Sobre o autor:
Luís Leal Miranda (Torres Vedras, 1983) foi publicitário, é jornalista e ainda vai ser muitas outras coisas antes de deixar de ser o que quer que seja. O Desdicionário da Língua Portuguesa (Stolen Books | 208 pp | 13,99€ | Distribuição 20|20 Editora) é o seu primeiro Desdicionário. O Desdicionário da Língua Portuguesa surge depois de uma página de Facebook, Instagram e Tumblr chamada Novas Palavras Novas. Junta 218 palavras inventadas e 25 ilustrações de José Cardoso. É um livro pequeno, portátil, muito prático para quem vai viajar para um país estrangeiro e não tenciona ser entendido pelos seus habitantes.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Novidade: Sisu: A Arte Finlandesa de Viver com Coragem, de Joanna Nylund

Conheça o primeiro livro publicado em Portugal sobre Sisu.
Sisu: A Arte Finlandesa de Viver com Coragem é uma edição Nascente (13,99€ | 160 pp.)

A Finlândia é o país mais feliz do mundo, segundo o Relatório da Felicidade Mundial das Nações Unidas de 2018. E por isso nada melhor do que aprender com o povo finlandês a alcançar a felicidade.

Como?

Com SISU. Mas então o que significa a felicidade para um finlandês? Paz e tranquilidade, independência, funcionalidade e equidade são fatores que se destacam.

O Sisu é provavelmente a palavra predileta dos finlandeses. Popularizada na década de 1920, este termo sem tradução refere-se a uma combinação de coragem, resiliência, força de caráter, tenacidade e perseverança – caraterísticas que moldaram não só o destino de uma nação, mas a vida individual quotidiana dos finlandeses.

Descubra a arte finlandesa do sisu e como cultivá-lo o pode ajudar a obter uma vida mais feliz e gratificante.

Conheça a fórmula dos finlandeses para a felicidade: «ter garra».

Este livro dá a conhecer uma palavra finlandesa sem tradução direta para nenhuma língua, e resume um modo de estar que se traduz na fórmula dos finlandeses para a felicidade.

Inclui dicas sobre o estilo de vida, a educação, a alimentação, a relação com a natureza e a forma de comunicar com os outros.

Ao cultivar o sisu na sua vida, pode:

•      Enfrentar os desafios da vida com coragem e determinação;

•      Melhorar o seu bem-estar e encontrar o seu rumo;

•      Comunicar com confiança e resolver conflitos de forma eficaz;

•      Ganhar resistência e atingir os seus objetivos físicos;

•      Educar os seus filhos para serem gentis e resilientes;

•      Agir de forma íntegra e lutar por aquilo em que acredita.

Sobre a autora:
Joanna Nylund nasceu e cresceu na Finlândia, onde iniciou a sua carreira na escrita com apenas 15 anos. Estudou Literatura Inglesa no Reino Unido, onde viveu durante alguns anos. Reside atualmente em Helsínquia com o marido, colaborando com jornais e revistas finlandeses e com o portal ThisIsFinland, pertencente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros Finlandês.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Novidade: Pequenos Segredos, de Anna Snoekstra


Depois da publicação de A Única Filha, cujos direitos cinematográficos já foram comprados pela Universal, a Topseller publica o mais recente livro de Anna Snoekstra — Pequenos Segredos.


Sinopse:
Uma cidade a recuperar de uma tragédia. Um pirómano anda à solta em Colmstock, na Austrália. Incendiou o tribunal da cidade, e um rapaz que ficara encurralado no interior do edifício morreu.

Uma jovem aspirante a jornalista à procura de um furo. Rose Blakey sempre sonhou em ser jornalista, mas todas as candidaturas que envia para os meios de comunicação social são rejeitadas. Tudo o que precisa é de uma história que a faça dar o grande passo da sua vida, e essa história finalmente aparece.

Pequenas bonecas de porcelana cheias de segredos. Algumas semanas após o incêndio no tribunal, começam a aparecer à porta de certas casas bonecas com rostos idênticos aos das crianças que aí vivem.

A população fica aterrorizada, pois suspeita-se de que um pedófilo possa estar envolvido, e a polícia desvia a sua atenção do incendiário para este caso. Rose começa a escrever artigos sobre o tema, que são publicados num jornal, ganhando uma dimensão cada vez maior à medida que vão sendo divulgadas mensagens do pedófilo. Mas numa cidade em que toda a gente guarda pequenos segredos, a verdade torna-se difícil de encontrar.

Sobre a autora:
Anna Snoekstra nasceu em Camberra, na Austrália, em 1988. Estudou Escrita Criativa e Cinema na Universidade de Melbourne, frequentando posteriormente o curso de Guionismo no Instituto Real de Tecnologia de Melbourne.
Após concluir o ensino superior, Anna Snoekstra começou a escrever guiões para filmes independentes e para peças de teatro, tendo escrito também uma série de contos que foram publicados e premiados.
Atualmente, vive com o marido e o seu gato, dedicando-se à escrita a tempo inteiro.