quinta-feira, 8 de março de 2018

Novidade: Homem-Tigre, de Eka Kurniawan

Poético e irreverente, arrojado e político. Homem-Tigre já se encontra nas livrarias, e é um dos romances mais marcantes dos últimos anos. Esta obra, que combina política, sátira, humor e tragédia familiar, valeu a Eka Kurniawan comparações a Salman Rushdie e Gabriel García Márquez. Em 2016, com Homem-Tigre, Eka Kurniawa tornou-se o primeiro autor indonésio a ser nomeado para o Man Booker Prize.

Sobre o livro: 
 Pouco tempo depois de o cadáver de Anwar Sadat, um artista lascivo e preguiçoso, ser descoberto, Margio é detido pela polícia, havendo poucas dúvidas de que é ele o assassino. No entanto, o que terá levado o jovem e dócil Margio a afundar os dentes na garganta de um homem e perpetrar um crime tão hediondo permanece um mistério para todos os habitantes da pequena povoação. A verdade é que, no momento do ataque, Margio não estava em controlo das suas ações; nesse momento, um tigre fêmea branco tinha tomado posse do seu corpo.

Homem-Tigre é o retrato de duas famílias atormentadas, ligadas entre si por um casamento trágico e brutal, e de uma Indonésia rural e pobre a braços com um passado recente de abusos e violência, sedenta por justiça, onde o folclore e o mundo real colidem.

Sobre o autor:
Eka Kurniawan nasceu em 1975, na Indonésia. Formado em Filosofia, é autor de dois romances, vários  contos, argumentos para cinema e ensaios. A tradução em língua inglesa do seu primeiro romance, Beauty is a Wound, tornou-se uma das mais recentes e fulgurantes revelações da  Literatura mundial. Em 2016, com Homem-Tigre, tornou-se o  primeiro autor indonésio a ser nomeado para o Man Booker Prize. Foi ainda nomeado para o Prémio Médicis e para melhor livro do ano pelo Guardian e pelo New York Times. As suas obras estão traduzidas em mais de 35 línguas.

Homem-Tigre é uma edição Elsinore | 176 pp | 16,59€

quarta-feira, 7 de março de 2018

Novidade: A conspiração da senhora Parrish, de Liv Constantine

Sinopse: 
Amber Patterson está farta. Está cansada de não ser ninguém: uma mulher simples e invisível que passa despercebida. Merece mais: uma vida de dinheiro e poder como a de que desfruta Daphne Parrish, uma deusa loura de olhos azuis.

Para todos os habitantes da exclusiva cidade de Bishops Harbor, no Connecticut, Daphne — filantropa da alta sociedade — e o marido Jackson, magnata imobiliário, são um casal que parece saído de um conto de fadas.

A inveja de Amber poderia consumi-la... caso não tivesse um plano. Começa por usar a compaixão de Daphne para se envolver na sua vida familiar, primeiro passo de um esquema meticuloso para prejudicá-la.

Amber não tarda a converter-se na maior confidente de Daphne, viajando para a Europa com os Parrish e as suas filhas encantadoras e aproximando-se cada vez mais de Jackson. Mas um segredo do passado poderá destruir tudo o que Amber ambiciona. E se for descoberto, o seu plano bem engendrado poderá mesmo cair por terra. Com reviravoltas surpreendentes e segredos obscuros que o mantêm agarrado à história até ao final, A conspiração da senhora Parrish é um thriller suculento e viciante, resultante de um grande talento criativo.

Sobre a autoria:
Liv Constantine é o pseudónimo das irmãs Lynne e Valerie Constantine. Separadas por três estados, passam horas a criar enredos via FaceTime e a saturar o correio eletrónico uma da outra. Atribuem a capacidade de engendrar enredos sombrios às horas que passaram a ouvir as histórias transmitidas pela avó grega.

PVP: 18,90 €
Páginas:  400

terça-feira, 6 de março de 2018

AMANHÃ nas livrarias

As Sombras de Leonardo Da Vinci, de Christian Gálvez

Seis edições em pouco tempo e mais de 60.000 exemplares vendidos só em Espanha atestam a originalidade do primeiro romance do "autor revelação", Christian Gálvez. Neste romance histórico maravilhosamente ambientado na época do Renascimento, Gálvez apresenta o homem por detrás do génio, as sombras que contrastam com a luz do grande artista florentino.

Sinopse:
Século XVI. Os conflitos pelo poder nos Estados Italianos crescem ao mesmo tempo que as artes prosperam. A Igreja e famílias como os Médici e os Sforza detêm o domínio do território e das riquezas. Savonarola ganha seguidores. Verrocchio, Botticelli, Miguel  Angelo e Rafael são artistas respeitados.

Florença é casa dos Médici e berço desta ebulição cultural. O criativo e genial Leonardo da Vinci finalmente começa a criar nome, tem o seu próprio ateliê e clientes e liberdade para desenvolver a sua arte e as suas invenções. Mas uma acusação anónima de sodomia obriga-o a abandonar os seus planos e a cidade das artes.

Invejas e medos, ignorância e corrupção, sofrimento e perseguição. Quando Leonardo percebe que nada do que parece ser é e que os inimigos podem estar em qualquer lugar, debate-se entre a vontade de triunfar e o desejo de vingança, entre o homem pecador e o génio inventivo, entre o passado e o futuro.

Este é um romance histórico com uma extensa pesquisa por trás, em que as descrições e os grandes nomes da época criam o ambiente perfeito para conhecermos melhor o homem por trás de toda a genialidade.

Sobre o autor:
Christian Gálvez nasceu em Madrid, em 1980. Licenciado em Filologia Inglesa, é um dos rostos da televisão espanhola, onde conduz com êxito um concurso cultural. É também diretor de uma produtora direcionada para potenciar o talento de jovens promessas.
Desde 2009, divide-se entre o trabalho em televisão e a investigação sobre Leonardo da Vinci, vivendo entre Madrid e a Toscana. É um dos mais conhecidos especialistas internacionais do artista. Além deste livro, é igualmente autor de Rezar por Miguel Ángel, Leonardo da Vinci: cara a cara, entre outros.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Lido: O Homem de Constantinopla, de José Rodrigues dos Santos

Terminei, hoje, as 500 e tal páginas do livro O Homem de Constantinopla, de José Rodrigues dos Santos (JRS). Não é o primeiro livro que leio do jornalista e, certamente, não será o último.

Quando acabei, e peguei no segundo livro da saga inspirada na vida de Calouste Gulbenkian, pensei para comigo que está, definitivamente, "na moda" falar mal da escrita de JRS. Este livro leu-se lindamente, tem um ritmo bastante interessante e permite-nos olhar para ele e imaginar o que será verdade e o que será criação do autor... a aura da dúvida ficará sempre no ar.

Aliás, JRS diz claramente, na nota final, que estes dois livros "são dois romances que se inspiram na vida e na obra do multimilionário arménio Calouste Sarkis Gulbenkian" e aponta as fontes onde recolheu a informação - entre as quais um sobrinho-neto de Gulbenkian.

A premissa é simples: Calouste está a morrer. O filho é chamado a Lisboa para se despedir do pai e, num instante de consciência, Calouste aponta para a mesa de trabalho. A sua secretária informa o filho que ele deveria estar a referir-se ao livro que andava a escrever. E é assim que O Homem de Constantinopla "vê" a luz do dia.

Calouste passou para o papel todos os relatos de todos os momentos significativos da sua vida. Aos poucos, vamos sabendo como é que o pequeno Kaloust, filho de um dos arménios mais influentes da sua era, se tornou um dos homens mais ricos do mundo. E pensar que tudo começou com uma pequena moeda...

Acredito que o preconceito contra os livros de JRS tenha nascido com a personagem do Professor Tomás Noronha. Sim, já o li o suficiente para saber que me irrita - o Codex 632, O Sétimo Selo e a Fúria Divina. Mas também já li a Ilha das Trevas e comecei A Filha do Capitão (não avancei muito, confesso!) e, retirando Tomás Noronha da equação, até temos uma boa ficção histórica.

O que é, sem dúvida, o caso de O Homem de Constantinopla. Na minha mesa de cabeceira, já se encontra Um Milionário em Lisboa, a segunda metade da saga. E sinto-me preparada para enfrentar estas 665 páginas.

O meu desafio a quem me estiver a ler é: dêem-lhe uma hipótese. A sério. Se não gostarem, coloquem de lado e chamem-me louca, mas antes de tudo, peguem no livro, esqueçam tudo o que ouviram de JRS e, simplesmente, leiam.

Novidade: Anatomia de um Escândalo, de Sarah Vaughan

A partir de HOJE, nas livrarias, Anatomia de um Escândalo é uma edição Topseller.

Sinopse:
​James Whitehouse é um bom pai, um marido dedicado e uma figura pública carismática e bem-sucedida. Um dia, é acusado de violação por uma colaboradora próxima. Sophie, a sua esposa, está convencida de que ele é inocente e procura desesperadamente proteger a sua família das mentiras que ameaçam arruinar-lhes a vida.

Kate Woodcroft é a advogada de acusação. Ela sabe que no tribunal vence quem apresentar os melhores argumentos, e não necessariamente quem é inocente. Ainda assim, está certa de que James é culpado e tudo fará para o condenar.

Será James vítima de um infeliz mal-entendido ou o autor de um sórdido crime? E estará a razão do lado de Sophie ou de Kate? Este escândalo — que irá forçar Sophie a reavaliar o seu casamento e Kate a enfrentar os s
eus demónios — deixará marcas na vida de todos eles.

Sobre a autora:
Sarah Vaughan estudou Inglês na Universidade de Oxford. Estagiou na Press Association, agência noticiosa do Reino Unido e da Irlanda, e trabalhou durante 11 anos no jornal The Guardian como jornalista e correspondente nas áreas da saúde e da política. Deixou o diário britânico para se dedicar ao jornalismo como freelancer, altura em que começou a escrever ficção.
Anatomia de um Escândalo é o seu terceiro romance e já foi traduzido para 17 línguas. Atualmente, vive perto de Cambridge com o marido e os dois filhos. Está presentemente a escrever o seu próximo livro.

domingo, 4 de março de 2018

Novidade: Amon: O Meu Avô Podia Ter-me Matado, de Jennifer Teege

Este é um dos livros que mais curiosidade me despertou nas últimas semanas.

Amon: O Meu Avô Podia Ter-me Matado, já está nas livrarias, e conta a história extraordinária da mulher que um dia descobre que é neta de Amon Göth, o brutal comandante nazi imortalizado no filme A Lista de Schindler.

É num livro de capa vermelha aninhado numa estante da Biblioteca Central de Hamburgo que Jennifer Teege reconhece o nome da mãe biológica e descobre um facto que viria a mudar para sempre a sua vida: o seu avô era Amon Göth, o sanguinário comandante nazi imortalizado ­por Ralph Fiennes no filme de Steven Spielberg, A Lista de Schindler.

(quem não se lembra da célebre cena protagonizada pelo ator britânico, desde a varanda de casa, a disparar contra os prisioneiros judeus??)

Jennifer Teege é uma alemã de origem nigeriana que foi criada num orfanato e acabou por ser adotada aos 7 anos de idade. Apesar de ter mantido algum contacto com a família biológica, nem a mãe nem a avó alguma vez lhe contaram a verdade acerca do avô, o comandante do campo de Płaszów, que veio a ser enforcado em 1946 por crimes contra a Humanidade.

Aos 38 anos, a descoberta acerca do seu passado familiar provoca-lhe uma depressão profunda e o desejo de desenterrar toda a história, conduzindo-a numa demanda que a leva até Cracóvia — onde ficava o gueto que o avô «limpou» de judeus e o campo de concentração que dirigia — e de regresso a Israel, onde em tempos vivera e conhecera a realidade judaica.

Quanto mais Jennifer descobre sobre o avô, mais é assolada por uma certeza: se soubesse que tinha uma neta negra, Amon Göth tê-la-ia matado.

Sobre a autora:
Jeniffer Teege trabalha em publicidade desde 1999. Ainda sem qualquer noção do seu passado familiar, viveu durante quatro anos em Israel, onde se tornou fluente na língua hebraica e conheceu a realidade judaica, tomando também contacto com o conflito israelo-árabe. É licenciada em Estudos do Médio Oriente e Estudos Africanos pela Universidade de Telavive. Vive atualmente na Alemanha, com o marido e os seus dois filhos. Este é o seu primeiro livro.

Nikola Sellmair é licenciada pela Universidade Ludwig-Maximilians, de Munique, e já trabalhou em Hong Kong, Washington, Israel e Palestina. É jornalista da revista alemã Stern desde 2000, tendo recebido vários prémios pelo seu trabalho, nomeadamente o Prémio de Jornalismo Germano-Polaco, pelo primeiro artigo de sempre sobre a história de Jennifer Teege. Neste livro, junta a sua voz à de Jennifer, contribuindo com uma narrativa paralela, baseada em entrevistas a familiares e amigos da neta de Amon Göth.

Amon: O Meu Avô Podia Ter-me Matado é uma edição Vogais | 224 pp | 16,59€

sábado, 3 de março de 2018

Novidade: Casa de Espiões, de Daniel Silva

Do autor de A Viúva Negra, número um da lista dos mais vendidos do The New York Times, eis um novo sucesso literário protagonizado por Gabriel Allon, espião lendário, assassino profissional e restaurador de arte.

Agora, em Casa de espiões, Gabriel Allon está de volta e disposto a vingar-se, decidido a capturar o terrorista mais perigoso do mundo, o esquivo cérebro do ISIS, mais conhecido como Saladino.
Quatro meses depois do maior atentado ocorrido em território americano desde o 11 de Setembro, os terroristas deixam um rasto de morte no exclusivo West End londrino.

O atentado é fruto de uma brilhante proeza de planificação levada a cabo no mais rigoroso sigilo, com um único erro: uma ponta solta. Essa ponta solta conduzirá Gabriel Allon e a sua equipa ao sul de França, até à luxuosa mansão de Jean-Luc Martel e Olivia Watson.

Olivia, uma bela ex-modelo britânica, finge não saber que a enorme riqueza de Martel procede do tráfico de droga. E Martel, por sua vez, finge ignorar que está a fazer negócios com um homem cujo objetivo é a destruição do Ocidente. Juntos, sob a mão hábil de Gabriel, converter-se-ão numa improvável dupla de heróis na luta global contra o terror.

Sobre o autor:
Daniel Silva é o galardoado autor de O Espião Inglês e A Viúva Negra, editados com enorme sucesso pela HarperCollins Ibérica. Os seus livros, publicados em mais de trinta países, encontram-se entre os mais vendidos em todo o mundo. Membro do Conselho do Museu do Holocausto dos Estados Unidos, Daniel Silva vive atualmente na Florida com a mulher, Jamie Gangel, e os dois filhos, Lily e Nicholas.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Lido: Mil Sóis Resplandecentes, de Khaled Hosseini

"Não se podem contar as luas que brilham sobre os seus telhados
nem os mil sóis resplandecentes
que se escondem por trás dos seus muros".
Poema sobre Cabul, 
escrito por Saib-e-Tabrizi, no século XVII

Terminei, ontem à noite, o livro Mil Sóis Resplandecentes, de Khaled Hosseini. Esta obra não é, de todo, uma novidade; a data da 1.ª edição traduzida em português é de 2008... 10 anos, portanto.

Mil Sóis Resplandecentes é o 2.º romance do autor, editado logo após O Menino de Cabul (que agora quero mesmo ler!). E senhores, que livro... é tão poderoso, tão cru, tão real... fartei-me de chorar na recta final deste livro. 

 Khaled Hosseini apresenta-nos, logo à cabeça, Mariam... uma menina afegã que, percebemos imediatamente, é fruto de uma relação extra-conjugal entre Nana, uma mulher pobre, e Jalil, um milionário, já com três esposas e nove filhos. 

A primeira parte do livro é a calmaria antes da tempestade. Estamos nos arredores da cidade de Herat. Mariam tem 14 anos e vive apenas com a mãe, numa cabana, a poucos quilómetros da cidade. O pai visita-a todas as quintas-feiras e esse é o dia mais feliz de toda a semana, para Mariam. A mãe, Nana, faz todos os possíveis para que Mariam não se deixe deslumbrar pelas palavras do pai e diz-lhe que nunca será vista como filha daquele homem. 
Quando faz 15 anos, em 1974, pede ao pai que a leve ao cinema. O pai comparece ao combinado. Mariam decide descer à cidade e ir a casa do pai. Quando não é recebida, é trazida de volta a casa e encontra o corpo da mãe, pendurado numa árvore.

E começa a formar-se a tempestade.

Depois de uma breve passagem pela casa do pai e da sua numerosa família, é dada em casamento a Rashid, um homem 30 anos mais velho, que a leva para Cabul. Os primeiros tempos são, no limite, toleráveis, até que Rashid começa a revelar a sua verdadeira personalidade. 

Em 1978, nasce Laila, filha de Hakim, um professor, e Fariba, uma vizinha de Mariam e Rashid. Uma criança que vive rodeada de amor e com privilégios incontáveis. 

A segunda parte, dá um salto de nove anos, até à Primavera de 1987. Laila e Tariq, um vizinho, são os melhores amigos, e acompanhamos a evolução da situação política do Afeganistão a deteriorar-se a cada página, até à ascensão dos taliban.

Mil Sóis Resplandecentes é um retrato dos últimos trinta anos no Afeganistão (1974 até 2003), através da comovente história destas duas mulheres afegãs, que acabam casadas com o mesmo homem, e que se unem em nome de uma estranha amizade, nascida dos abusos que de que são vítimas.

Não hesitem! Se, por mero acaso, apanharem Mil Sóis Resplandecentes, agarrem-no, leiam-no e conservem num cantinho do vosso coração a bela história de Mariam e Laila. 

Novidades infanto-juvenis

Quem foi criança nos anos 90, certamente que leu os livros Uma Aventura. O meu primeiro livro da coleção foi Uma Aventura no Carnaval que um dos meus primos me ofereceu num aniversário.

Logo, esta notícia não me podia passar ao lado: o lançamento de histórias, mini-aventuras, vá... com os protagonistas de Uma Aventura, para os ainda mais novos. Nova coleção – Ler é Uma Aventura

O primeiro é: As Gémeas Fazem Anos, escrito por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações do sempre habitual Arlindo Fagundes.

Uma história envolvente e apelativa que contribuirá para estimular o amor aos livros e o desejo de aprender a ler. E que enternecerá os que foram leitores da coleção Uma Aventura, por encontrarem as personagens quando eram mais novas e por ficarem a saber como o Caracol entrou na vida das gémeas. Com os mesmos heróis da coleção Uma Aventura

40 páginas - PVP C/ IVA 9,90€

* * *
Quem foi criança nos anos 90, se não leu, pelo menos ouviu falar de Alice Vieira. No mínimo. É o limite aceitável: ouvir falar de ...

A Leya lançou uma nova edição de Rosa, Minha Irmã Rosa, com uma nova capa.

Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família - incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios. Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

120 páginas - PVP C/ IVA 11,00€

Estes são dois exemplos dos clássicos da literatura infanto-juvenil É muito estranho da minha parte querê-los para mim?!

quinta-feira, 1 de março de 2018

Novidade: Elogio da Lentidão, de Lamberto Maffei

Lamberto Maffei, médico e cientista italiano, acaba de lançar em Portugal, pela chancela Edições 70, a obra “Elogio da Lentidão”. Numa era em que o telemóvel toca sem parar e os emails exigem uma resposta rápida, deixando as pessoas num estado doentio de hiperatividade, o neurocirurgião italiano recorda-nos de que o cérebro sempre permitiu reações rápidas e automáticas, facilitando-nos a sobrevivência. Porém, a verdade é que constitui também um mecanismo sofisticado, capaz de produzir reflexões que, para serem verdadeiramente elaboradas, exigem um processo mental lento, hoje como no passado.

Segundo o autor, o pensamento lento é um pensamento pesado, uma vez que carrega consigo o peso da memória, o peso da dúvida e o peso da incerteza do raciocínio. Maffei recorda ainda de que nos últimos anos, somos constantemente forçados a um dinamismo cada vez mais frenético, repleto de compromissos ou anulações de compromissos, enquanto a tecnologia produz instrumentos que visam a rapidez e a velocidade, tornando os dispositivos digitais constantemente desatualizados, tal é a rapidez com que evoluem.

Sobre o autor:
Lamberto Maffei (1936) é um médico e cientista italiano. Dirigiu o Instituto de Neurociência de CNR e o Laboratório de Neurobiologia da Escola Normal Superior de Pisa, instituição onde foi professor emérito de Neurobiologia. Foi presidente da Accademia Nazionale dei Lincei. Recebeu inúmeros prémios e distinções na área da medicina.

O “Elogio da Lentidão” está já disponível nas livrarias portuguesas pelo PVP de 14,90€.