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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Novidade: Desaparecido: No Rasto de Billy, de C. L. Taylor

Depois do sucesso Em Fuga, publicado no ano passado, a Topseller volta a trazer aos leitores portugueses uma história inquietante sobre um casal em busca do seu filho desaparecido.

"Um drama familiar emocionalmente duro, com cada incidente a reforçar a ideia de que estamos perante uma família disfuncional, rodeada de mentiras"
Publishers Weekly

"Este thriller repleto de reviravoltas sobre um adolescente desaparecido vai mantê-lo acordado a noite inteira"
Heat

"Além de criar um clima repleto de suspense, Taylor explora o modo como uma tragédia afeta diferentemente cada membro da família"
Booklist



Sobre o livro:
Quando Billy Wilkinson, um adolescente de 15 anos, desaparece a meio da noite, Claire, a sua mãe, culpa-se pelo que aconteceu. Mas não é a única a fazê-lo. Todos os membros da família se sentem culpados.
O facto é que os Wilkinsons estão tão acostumados a guardar segredos entre si, que a verdade só começa a vir ao de cima seis meses depois. E uma coisa é certa: alguém sabe o que aconteceu a Billy.
Claire acredita desesperadamente que o filho ainda está vivo e convence-se de que a família e os amigos não têm qualquer relação com o seu desaparecimento.
E o instinto de uma mãe nunca falha… Ou falhará?

Sobre a autora:
C. L. Taylor é autora bestseller do Sunday Times, especializada em hrillers psicológicos. Os seus livros venderam para cima de um milhão de exemplares, tendo já sido traduzidos em mais de 20 línguas.
Nasceu em Worcester, no Reino Unido, e formou-se em Psicologia pela Universidade de Northumbria.
Dedica-se, desde 2014, à escrita a tempo inteiro. Atualmente vive em Bristol, com o companheiro e o filho.

Desaparecido: No Rasto de Billy é uma edição Topseller (18,79€ | 352 pp.).

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

HOJE nas livrarias

Primeiro, há uma mulher raptada. Depois, surgem os corpos assassinados, uns no passado e outros no presente. No final, a perversidade por trás destes crimes vai surpreendê-lo e arrepiá-lo. 

Sinopse:
Um grito assustador. Foi a última coisa que Jamie Ball ouviu da sua noiva Logan. Depois, a chamada caiu e Logan desapareceu. Nessa tarde, os restos de uma jovem mulher morta há trinta anos são encontrados numa escavação.
Para o detetive superintendente Roy Grace e a sua equipa estes dois casos não parecem estar relacionados. Até que outras jovens mulheres desaparecem, mais corpos emergem e uma nova pista surge: uma informação crucial que um distinto psiquiatra descobre através de um paciente, mas que só a polícia deveria saber… E o detetive tem a arrepiante impressão de que é essa a chave para entender os crimes do passado e do presente. Se é o mesmo assassino, porquê a pausa entre as mortes? Quem se esconde por trás destes crimes brutais?
O detetive Roy Grace nem imagina a perversidade que o espera…
Tem um encontro marcado com o mal.

Sobre o autor:
Peter James é autor de vários romances, traduzidos em 36 línguas. Foi eleito o melhor autor de thrillers pela cadeia de livrarias WH Smith e, para muitos leitores, é considerado o melhor autor deste género de livros. Ao longo da sua carreira, recebeu várias distinções, entre as quais o Diamond Dagger Award, o Prix Polar International e o Prix Coeur Noir. Três dos seus primeiros livros foram adaptados para o cinema.

Ficha Técnica:
Tradução de Dina Antunes
472 Págs l PVP: 18,50€

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Novidades Clube do Autor

No próximo dia 24 de Janeiro há novidades Clube do Autor a chegar às livrarias.

Para quem gosta de thrillers as notícias são podem ser melhores: o novo livro de Peter James está a ser impresso. A editora define Marcada para Morrer como "um thriller que promete dar que falar (e noites sem dormir)."

Por outro lado, quem prefere os romances também tem uma bela narrativa à sua espera. A Herdeira dos Olhos Tristes centra-se na vida de uma mulher que tinha tudo para ser feliz e na de uma jovem advogada em fuga do seu passado. Duas histórias improváveis que se cruzam, revelando um mundo assente em intrigas e mentiras e todo o esplendor da cidade de Roma.

Os leitores dizem que se trata de um romance de leitura compulsiva, um obra contemporânea tão convincente quanto fascinante. No site Goodreads há quem o classifique como um livro “inteligente, enigmático e hipnotizante sobre o poder do amor e tudo aquilo que somos capazes de fazer por ele.”

Qual é o vosso género preferido? Qual destes dois têm mais curiosidade em conhecer?




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Leituras do últimos dias

Ena... uma semana sem aqui pôr os pés. Há algum tempo que isto não acontecia. Durante o mês de dezembro, li menos (muitooooo menos, para ser mais exata), mas li. Umas paginazinhas aqui, outras ali...

Terminei "O Último dos Nossos", Adélaïde de Clarmont-Tonnerre (por gentileza da editora Clube do Autor). Trata-se de um romance que é contado em dois períodos temporais, e em dois locais perfeitamente distintos. Começamos nos EUA, em Manhattan, em 1969, e seguimos Werner Zilch, um jovem de ambições empresariais que acaba de conhecer a mulher da sua vida. No capítulo seguinte, estamos na Alemanha, em 1945, debaixo de bombardeamentos, onde uma jovem mulher, falece, após ter dado à luz.
Antes de morrer, Luisa, pede ao médico que encontre a cunhada, Marthe e lhe entregue o recém-nascido, pedindo ainda que não mudem o nome do bebé: Werner Zilch. "É o último dos nossos", diz antes de morrer.

A autora não esconde, portanto, que o jovem empresário do 1.º capítulo é a criança nascida durante a II.ª Guerra Mundial no capítulo seguinte. E toda a trama se desenvolve. Werner recém-nascido é realmente entregue à tia que o protege até às últimas instâncias e Werner adulto enfrenta os pais de Rebecca Lynch, a bonita herdeira por quem se apaixonou.

Só mais tarde na ação, conhecemos os pormenores escabrosos do passado e que tanta influência têm nas vidas de Werner e Rebecca.

"O Último dos Nossos" é o segundo romance da jornalista e escritora Adélaïde de Clarmont-Tonnerre. Este livro venceu o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa e foi finalista do Grande Prémio do Romance Elle.

Perfeito para ler nesta tardes chuvosas de fim-de-semana.

* * *

Enquanto terminava este, tive de dar uso ao Kindle que o meu excelso homem me ofereceu no Natal. Mandei-me aos livros gratuitos da Amazon e retirei alguns títulos que me pareceram interessantes. Nota prévia: muitos dos livros "portuguese edition" da Amazon são na verdade português do Brasil. Nada contra, já li muitos assim, é apenas uma chamada de atenção aos incautos. 

Comecei com "Razão para Matar", de Blake Pierce, o primeiro da saga da Detetive Avery Black, uma ex-advogada caída em desgraça por ter libertado um serial killer, e que se torna detetive do Departamento de Homicídios de Boston. 

Neste primeiro caso, Avery tem de encontrar um assassino que tende a matar jovens mulheres e a posicioná-las, em locais públicos, como se de um quadro se tratasse. Uma corrida contra o tempo, uma série de mal-entendidos, questões pessoais por resolver... tudo isto mostrará ao público e aos colegas a mente brilhante de Avery. Um daqueles thrillers como eu gosto!!! 


Findos estes, comecei a ler "Génesis" de Tom Fox. Este em português de Portugal. Ainda estou nas primeiras páginas, mas no Google este livro aparece com uma média de 3,8 estrelas em 5 possíveis.

Sinopse:
Em Roma, no interior da Basílica de Santa Maria, um padre dispara uma arma, provocando um grande estrondo.
O disparo falha o seu alvo, a agente Gabriella Fierro, que anda a investigar desvios de fundos numa igreja. Ela está prestes a descobrir a verdade, mas há quem tudo fará para que a verdade permaneça escondida.
Agora, o jornalista Alexander Trecchio, destacado pelo jornal La Repubblica para investigar o mesmo caso, terá de agir rapidamente para revelar uma conspiração que ameaça o futuro da Igreja Católica e ainda salvar Gabriella, antes que seja tarde demais.

Entretanto, resgatei da coleção da minha mãe, dois livros de José Rodrigues dos Santos: "O Homem de Constantinopla" e "Um Milionário em Lisboa", sobre Calouste Gulbenkian, cuja herança permitiu criar, em Portugal, a Fundação com o seu nome. 

E juntando aos que comprei recentemente, e aos que vão engordando as minhas estantes, e, ainda, aos que descarreguei para o Kindle, diria que tenho aqui muita sarna para me coçar nas próximas semanas.  








quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Novidade: Noite Cega, de Ragnar Jónasson

Olhem, olhem... um daqueles que eu gosto: a literatura escandinava no seu melhor! E este junta o melhor de dois mundos: ser nórdico e o tradutor dos livros de Agatha Christie para islandês.

"Uma prosa evocativa e uma construção magistral"
The Guardian


Sinopse:
Na pequena aldeia islandesa de Siglufjördur, o jovem polícia Ari Thór Arason procura refúgio do seu passado e dos horrores que nele se escondem. Apesar do isolamento da aldeia, acessível apenas por um pequeno túnel nas montanhas, mantém uma relação difícil com os aldeões, que o acham estranho. Exausto, e com a sua vida privada a intrometer-se no trabalho, Ari Thór mete baixa.

Com Ari Thór ausente, o polícia que o substitui, e seu único colega, é assassinado à queima-roupa, a meio da noite, numa casa deserta. Cabe agora a Ari Thór deslindar um caso que rapidamente se torna muito mais complicado do que parecia: a comunidade fecha-se, a política local dificulta tudo, e o novo presidente da Câmara envolve-se no caso muito além da sua função.

A investigação vai levar Ari Thór até bem longe da aldeia. O que terá a ala psiquiátrica de um hospital em Reiquiavique a ver com este crime? O que será que todos em Siglufjördur estão a tentar esconder? E conseguirá Ari Thór aguentar uma investigação tão exigente?

Sobre o autor:
Ragnar Jónasson nasceu na Islândia e é um autor bestseller internacional publicado em 18 países, com amplo sucesso junto da crítica. Trabalhou em televisão e em rádio, inclusive como jornalista da Radiotelevisão Nacional da Islândia. Atualmente é advogado e professor na Faculdade de Direito da Universidade de Reiquiavique.

Autor em ascensão na literatura policial internacional, Jónasson traduziu 14 livros de Agatha Christie para islandês e viu já vários dos seus contos serem publicados em revistas literárias alemãs, inglesas e islandesas. Noite Cega é o segundo livro do autor na Topseller, seguindo-se a Neve Cega, e continua uma série de extraordinário sucesso em todo o mundo, agarrando os leitores portugueses da primeira à última página.

Ragnar Jónasson é ainda vencedor de vários prémios:
Best Crime Fiction (2015 – The Independent);
Best Crime and Thrillers (2016 – The Sunday Express);
Best New Crime and Thrillers (2016 – The Daily Express).

Ficha Técnica:
Edição Topseller
17,69€
272 páginas

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Sangue Vermelho em Campo de Neve - "Inverno", de Mons Kallentoft

Há muito que ando que esta série de livros debaixo de olho, mas com tantas coisas a acontecerem, com tantos livros a serem lançados, tantas séries a serem vistas (além de um pequeno de 4 anos...) - o tempo não dá para tudo! Infelizmente, acrescento!

Finalmente, dei o primeiro passo, numa Feirinha do Livro que estava "estacionada" na Praia das Maçãs, este Verão, e comprei Sangue Vermelho em Campo de Neve.

Já o li, entretanto. E posso, com toda a autoridade, dizer que este é um livro que não pode passar ao lado dos apreciadores de: literatura nórdica e thrillers/policiais.
Além dos crimes que aqui são cometidos, temos todo o ambiente sueco, num Inverno rigoroso. As descrições dos dias fazem-nos tremer de frio, mesmo estando nós no pico do Verão.

Um dos pormenores que achei bastante curioso - e não o vejo em outros livros do mesmo género é a introdução de monólogos das vítimas mortais. Os mortos têm uma voz que não é ouvida por ninguém. Conhecemos os seus anseios, as suas lutas... - num "arrojo" literário.

A protagonista, Malin Fors, inspetora, é super-interessante, empenhada e inteligente. Estou curiosa para ver como dá desenvolvimento, nos livros seguintes, a um arco que deixou aberto: em que circunstâncias e quem violou Maria Murvall?

Sinopse:
No Inverno mais frio de que há memória na Suécia, um homem, nu e obeso é encontrado pendurado num carvalho solitário no meio das ventosas planícies de Ostergotland. O cadáver apresenta sinais evidentes de violência mas, em volta, a jovem e ambiciosa inspectora Malin Fors só pode constatar como a neve cobriu e ocultou para sempre as eventuais pistas deixadas pelo assassino. A única certeza é que o macabro achado vai abalar a vida tranquila da pequena comunidade de província e trazer de volta terríveis segredos há muito escondidos.

Sobre o autor:
Kallentoft nasceu numa pequena cidade de província numa família da classe operária onde os livros eram um fenómeno raro. Passou a infância e os primeiros anos da adolescência a jogar futebol e hóquei no gelo, até que uma grave lesão desportiva o manteve durante um longo tempo imobilizado. Foi então que, aos 14 anos, descobriu a literatura: Kafka, Hemingway e George Orwell abriram-lhe as portas de mundo completamente novo.
O caminho para o seu percurso de escritor passou pela publicidade, o jornalismo e os bairros mais sombrios de Madrid.
O seu livro de estreia, Pesetas , recebeu o prémio da Associação Sueca de Escritores para um primeiro livro. Depois de dois outros romances e de um livro sobre viagens e comida, Mons Kallentoft escolheu dar o seu toque pessoal ao clássico romance policial sueco. O sucesso foi imediato.
O primeiro livro da série protagonizada por Malin Fros recebeu os elogios unânimes e conquistou os primeiros lugares das tabelas de vendas.

domingo, 28 de maio de 2017

Novidades Topseller

A Topseller está a lançar coisinhas tão boas na área do thriller psicológico que só me apetece ir procurar este pessoal à Amadora, enchê-los de beijinhos repenicados e preparar-lhes um pequeno altar.

Comecemos: a primeira novidade é A Mulher Desaparecida, de Sara Blaedel, a "rainha" dinamarquesa do thriller. Este livro é o terceiro da série "Pessoas Desaparecidas". Um nome incontornável para quem gosta da literatura nórdica.

Sinopse:
Num bairro familiar e acolhedor nos arredores de Londres, uma mulher foi alvo de um violento assassínio. Um tiro certeiro de uma caçadeira atravessou a janela da cozinha, onde ela se encontrava com o marido e a filha. A morte foi imediata.
Ao iniciar a investigação, a polícia local descobre que a mulher, de nome Sophie Parker, se tratava na verdade de uma cidadã dinamarquesa que se encontrava desaparecida há 18 anos. Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, fica responsável pelo caso. É então que novas e surpreendentes revelações desvendam que fora Eik, seu colega e amante, quem declarara o desaparecimento de Sophie.
Assim que é informado da morte de Sophie, Eik desaparece misteriosamente e, passadas 24 horas, é preso em Inglaterra e acusado de ser o responsável pelo crime.

***

A novidade seguinte é: A Salvo Comigo, de K.L. Slater.
K. L. Slater é uma nova voz do thriller psicológico que em poucos meses viu o seu romance de estreia, A Salvo Comigo, alcançar o topo das tabelas de vendas internacionais. Também escreve livros de ficção YA, multipremiados, com o nome Kim Slater. Mora em Nottingham, no Reino Unido, com o marido e os três filhos.

Sinopse:
Há treze anos, alguém destruiu a vida dela. Agora, a vingança está ao seu alcance…
Anna é uma rapariga solitária que procura o equilíbrio na sua vida apoiando-se nas rotinas diárias. Não gosta de se aproximar das outras pessoas, pois conhece demasiado bem os danos que elas podem causar.
Até que, um dia, testemunha um acidente e reconhece a culpada: é Carla, a mulher que arruinou a sua vida no passado. Esta é a sua oportunidade de vingança. O primeiro passo é aproximar-se de Liam, o homem ferido no acidente, para poder seguir de perto a investigação policial.
Quando Carla também se aproxima de Liam, Anna percebe quais são as reais intenções de Carla: manipulá-lo… Mas ela não deixará que isso aconteça e tudo fará para proteger Liam e desmascarar esta impostora.

À medida que a obsessão de Anna por Carla se intensifica, outros segredos vão sendo revelados, mostrando que o perigo, afinal, pode vir de onde menos se espera.


terça-feira, 18 de abril de 2017

Escrito na Água, de Paula Hawkins

Está quase quase, nas livrarias, o novo livro de Paula Hawkins, a autora do bestseller "A Rapariga no Comboio" (dia 2 de maio). E, mais uma vez, na FNAC, estavam disponíveis as primeiras páginas de "Escrito na Água", num livro-amostra.

um aparte: gosto desta ideia das editoras publicarem pequenos avanços, 
estes livrinhos de amostra, para o potencial leitor aferir se gosta ou não. 
Um ponto para vocês, editoras. Bem jogado!

Como pessoa que assumidamente não sabe nadar, este livro já me parece assustador, dado que estamos perante uma obra que fala de mortes na água. Nas singelas 20 páginas (que li duma assentada, como será fácil prever), fiquei com MUITA vontade de ler tudinho AGORA. Um sentimentozinho egoísta, do tipo "sou muita fixe e li o livro antes de ir para as livrarias". 
Ia-me dando um fanico quando cheguei à parte "Continua". Topseller, vocês seriam os culpados... é tudo o que tenho a dizer. Agora, tenho de esperar como os comuns mortais, para ler o resto... 

Sinopse:
Nel vivia obcecada com as mortes no rio. O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas.
Agora, é ela que aparece morta. Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?
Que segredos escondem aquelas águas? Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.
Um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente. Paula Hawkins confirma, de forma triunfal, a sua mestria no entendimento dos instintos humanos, numa história com tanta ou maior intensidade do que "A Rapariga no Comboio".


Ficha técnica:
Editora Topseller
384 páginas
Lançamento a 2 de maio
Apresentação 10 e 11 de junho, na Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII)

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A Rapariga de Antes, de JP Delaney

Há uns dias, estive na FNAC, e junto às caixas de pagamento estavam pequenos livrinhos; logo me saltaram à vista, as letrinhas mágicas "OFERTA". Peguei num e só em casa, reparei bem no que era.

Era a "amostra" de um livro da Suma de Letras, A Rapariga de Antes, da autoria de JP Delaney. Como estava com um livro entre mãos, coloquei de lado a "amostra". Até que lhe voltei a pegar esta semana.

E li-a numa penada.

A Rapariga de Antes é thriller psicológico - o primeiro do autor - em que acompanhamos duas mulheres, em tempos distintos: Emma e Jane.
Por motivos diversos, ambas tornam-se moradoras de uma casa, muito sui generis, em Londres. Uma casa completamente desprovida de coisas, o minimalismo levado à máxima potência.... as exigências do proprietário são colocadas numa lista com centenas de itens. E é nesta casa, neste ambiente, que a ação toma lugar.

Emma é "A Rapariga de Antes". Não estou a spoilar, porque os capítulos estão divididos exatamente assim "Antes: Emma" e "Agora: Jane". Sabemos precisamente quem é quem.

Pela amostra, digo honestamente que fiquei com água na boca para ler o resto. E este livro pode muito bem vir a ser, a par de Escrito na Água, de Paula Hawkins (autora de A Rapariga do Comboio), um dos thrillers do ano.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Alex, de Pierre Lemaître

Há muito tempo (mesmo muitoooo tempo!) que não me acontecia uma destas: ler um livro num único dia. Aconteceu simplesmente. E adorei!

Comprei o livro "Alex" (2011) de Pierre Lemaître, na Bertrand por um preço ridículo. Atenção, senhores da Bertrand... "ridículo" no bom sentido. Por ser um livro "antigo", estava por 10 euros (na Wook, está, por exemplo a 14,94€), e como tinha dinheiro no cartão de cliente, ficou-me por oito euros e uns trocados.

Já tinha ouvido falar deste autor - aliás, já tinha descarregado o primeiro livro dele, "Irène", para o tablet, mas ainda não tinha encontrado tempo para me debruçar sobre ele - por isso, pensei que seria um bom investimento.

E foi. "Alex" é daqueles livros que nos prende desde o início.

Temos Alex, uma belíssima mulher, de quem se conhece muito pouco. É raptada, por um homem misterioso que a espanca violentamente, e a tranca numa espécie de gaiola, num local, aparentemente, deserto e abandonado. O homem pouco fala, e apenas lhe dá água e biscoitos de cão para comer.
Numa das poucas falas deste homem, ele diz-lhe, claramente, que ela está ali para morrer. Com uma determinação imensa, Alex elabora um plano para fugir daquele cativeiro.

Por outro lado, temos um policial, o comandante Camille Verhœven a quem é entregue o caso. Com pouquíssimas pistas, consegue encontrar o lugar para onde foi levada Alex, só que ela já não está lá.

E é aí que tudo começa. Começam a aparecer diversos mortos, com o mesmo "modus operandi": golpeados na cabeça, e forçados a beber ácido, indicando que o assassino será o mesmo. Mas... o que será que estas pessoas têm em comum?

"Um thriller gelado que joga com os códigos da loucura assassina, um mecanismo diabólico e imprevisível, onde nos encontramos com o enorme talento de Pierre Lemaître. Alex foi um dos romances finalistas do Grand Prix de la littérature policière 2011", segundo se lê na capa do livro.

Aconselhadíssimo. Mas se tiverem o estômago fraquito, não se metam nisto... não é um livro para meninos!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Mulher Enjaulada, de Jussi Adler-Olsen

Descobri, há pouco tempo, o livro "A Mulher Enjaulada", de Jussi Adler-Olsen (2014, publicado pela Editora Record, no Brasil) e bastou-me ler a sinopse para saber que era um livro que tinha de ler.

No auge da carreira política, a bela e reservada Merete Lynggaard desaparece. As investigações que se seguem não rendem muitas informações à polícia, levando ao arquivamento do caso, como sendo suicídio. 
Passados alguns anos, o detetive Carl Mørck, responsável pelo recém-criado Departamento Q — uma secção para casos importantes não solucionados — é encarregado de descobrir o que, afinal, aconteceu com ela. Então, com seu assistente, Assad, ele inicia uma busca pelos rastros desse mistério e, para isso, Carl precisa vasculhar o passado de Merete, guardado a sete chaves, para descobrir a verdade.

Eu sou o tipo de pessoa que vê a série "Casos Arquivados", logo gostei da ideia.

E o prólogo confirmou-o. Começamos logo com a descrição de um cativeiro. Merete está presa algures. Confinada a um espaço pequeno, e tem as mãos em sangue. Sabemos que é Merete devido à informação recolhida na sinopse. Ou pelo menos, supomos que seja ela.

E depois somos divididos em dois períodos diferentes temporais, sendo que um deles (o mais antigo), inicia em 2002, com o desaparecimento de Merete. E no tempo mais recente, temos o detetive Carl Mørck, que se está a recuperar de um ataque (que vitimou um colega, e deixou outro totalmente paralisado), que pega - a contragosto - no recém-criado Departamento Q e que, por sorte, elegeu o desaparecimento de Merete como o caso a solucionar.

Um mistério à boa moda escandinava.

Sobre o autor: 
Jussi Adler-Olsen nasceu em Copenhaga e, entre outros trabalhos, foi editor de diversas publicações antes de começar a escrever ficção. O Guardião das Causas Perdidas é o primeiro romance da série Departamento Q. Jussi Adler-Olsen recebeu numerosas distinções e prémios literários nos últimos anos e atualmente conta com mais de 10 milhões de exemplares dos seus livros vendidos em 34 países.Venceu, em 2010, o Prémio Chave de Vidro (prémio literário criado em 1992 e concedido anualmente pela Associação Escandinava do Romance Policial a um escritor sueco, dinamarquês, norueguês, finlandês ou islandês).
Este livro é o primeiro da série "Departamento Q", protagonizado pelo detetive Carl Mørck e pelo seu assistente Assad. E que a série serviu de base para três filmes, sendo que o lançamento do último está agendado para este ano de 2016 (os anteriores tiveram, ambos, nota de 7.1 pelo IMDB)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Thrillers "aos pontapés"!

A minha "cena" são os policiais, os thrillers, os suspenses de tirar a respiração... razão pela qual, cerca de 99% dos livros que leio pertencem a este género. Não será de espantar a lista de livros que li nas últimas semanas. 
Outro aspecto interessante é o domínio dos autores nórdicos. Se as presenças de A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha - dado o meu fascínio pelos primeiros três livros de Stieg Larsson - e de mais um livro de Camilla Läckberg, não são de espantar, vejam Hans Koppel que tem um livro brilhante, doentio e perfeitamente horripilante de tão bom! (nesta lista, só Daniel Silva destoa!).



Não voltarás, Hans Koppel (2014)
Mike Zetterberg vive com a esposa Ylva e a filha do casal numa pequena cidade praiana na Suécia. Uma noite, Ylva não volta para casa depois do trabalho. Mike acredita que ela só foi tomar um drinque com as amigas, mas, quando ela não aparece na manhã seguinte, ele começa a se preocupar. Enquanto Mike lida com as suspeitas da polícia e com o próprio desespero, ele nem desconfia de que sua esposa está viva e a apenas alguns passos de casa, presa num porão do outro lado da rua, atraída para uma trama horripilante de punição e vingança. Uma câmera de vigilância lhe permite ver sua família pela tela da TV. Eles não podem vê-la — e certamente não podem escutar seus gritos desesperados de socorro...

A rapariga inglesa, Daniel Silva (2013)
A jovem estrela em ascensão no partido britânico no poder, Madeline Hart, é amante em segredo do primeiro-ministro do seu país. Mas os seus raptores descobriram o segredo e raptaram-na para obter um vultuoso resgate.
Temeroso de um escândalo que lhe destrua a carreira, o PM decide não envolver a polícia britânica, o que corresponde a uma decisão arriscada, e porque tem um prazo curto - Tens sete dias, ou a rapariga morre - pede através de um dirigente dos seus serviços secretos a ajuda do também agente dos serviços secretos israelitas Gabriel Allon que combina a actividade de espionagem com a de restaurador de arte.
Com o prazo a esfumar-se rapidamente, Allon tenta desesperadamente resgatar Madeleine. A sua missão leva-o ao mundo criminoso de Marselha, a um vale isolado nas montanhas da Provença, depois aos bastidores do poder londrino e, finalmente, a um momento culminante em Moscovo, cidade de muitos perigos, onde se se revelam os verdadeiros motivos por detrás do desaparecimento de A Rapariga Inglesa.

A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, David Lagercrantz (2015)
Um dos livros que mais expectativa me criava. David Lagercrantz foi convidado pelos herdeiros de Stieg Larsson para dar continuidade à vida e obra de Lisbeth Salander e de Mikael Blomkvist. Aliás, a expectativa era extensível a todos os fãs da saga original. Assim, um bocadinho à semelhança dos admiradores de Star Wars... 
A revista Millenium está a atravessar uma crise, e Mikael precisa (urgentemente!) de um furo, apesar do seu entusiasmo e motivação já não serem os mesmos. Recebe uma dica que lhe poderá dar qualquer coisa. Até que recebe uma chamada telefónica a meio da noite. Daí desenrola-se a trama, em que uma criança autista é perseguida, e quase morta. Lisbeth e Mikael voltam a unir esforços. 

Ave de Mau Agoiro, Camilla Läckberg (2011)
A população de Tanumshede (Suécia) está em polvorosa. Um reality show começa a ser filmado e os adolescentes estão excitados com a presença de seus ídolos em um lugar normalmente pouco agitado, sem muitos acontecimentos. Enquanto isso, Patrik Hedstrom tenta entender o que o incomoda em um aparente acidente de carro. Algo na cena da batida não lhe sai da cabeça, uma incongruência que o leva a investigar um pouco mais a fundo.
O enredo toma ritmo a partir da segunda morte, dessa vez, relacionada ao elenco do reality show. A tensão é palpável e a investigação toma todo o tempo disponível do protagonista a ponto de tornar-se uma obsessão compreensível. Com dois casos importantes em mãos, sua mente não consegue descansar até resolvê-los.