Leio desde que me lembro de mim como gente. E comecei a escrever em blogues há mais de 11 anos. Porque não juntar estes dois amores num único espaço? Aqui, só cabe aquilo que gosto... conheçam as minhas escolhas!
domingo, 31 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Balanço de Natal
Estes dias têm sido parados por aqui; não na vida real, esta que tenho, para além do computador e do blogue. Com marido e filho de férias, com Natal, jantares e afins, o tempo que sobra não é muito. Houve um soprozito de vida na véspera de Natal, mas... pecadora me confesso... foi um post programado.
Mas, vamos ao importante: o balanço das minhas prendas de Natal, que foram/são relevantes para este espaço.
O maridão ofereceu-me um Kindle. Ainda estou a experimentar e a instalar livros... mas o primeiro contacto é positivo. Já usava o tablet para ler livros, mas nos dias de sol, tornava-se complicado. Com o Kindle já percebi que a ideia é mesmo simular as páginas dos livros e o sol não irá ser um impedimento.
O meu irmão, sabedor... aliás, conhecedor em 1.ª mão do meu interesse pelo universo de Harry Potter - afinal de contas, foi a nossa mãe que promoveu a compra dos primeiros livros ainda eu era adolescente - ofereceu-me um copo Gryffindor. YEY.
Eu, durante as compras de Natal, encontrei algumas promoçõezinhas interessantes em livros. Acabei mesmo por comprar três para me oferecer. Umas prendinhas de mim para mim. Tem havido muito "ruído" acerca de "Os Loucas da Rua Mazur" e não resisti. Os outros dois comprei no Continente, estava um com 50% de desconto, e o outro com 40%.
Mas, vamos ao importante: o balanço das minhas prendas de Natal, que foram/são relevantes para este espaço.
O maridão ofereceu-me um Kindle. Ainda estou a experimentar e a instalar livros... mas o primeiro contacto é positivo. Já usava o tablet para ler livros, mas nos dias de sol, tornava-se complicado. Com o Kindle já percebi que a ideia é mesmo simular as páginas dos livros e o sol não irá ser um impedimento.
O meu irmão, sabedor... aliás, conhecedor em 1.ª mão do meu interesse pelo universo de Harry Potter - afinal de contas, foi a nossa mãe que promoveu a compra dos primeiros livros ainda eu era adolescente - ofereceu-me um copo Gryffindor. YEY.
Eu, durante as compras de Natal, encontrei algumas promoçõezinhas interessantes em livros. Acabei mesmo por comprar três para me oferecer. Umas prendinhas de mim para mim. Tem havido muito "ruído" acerca de "Os Loucas da Rua Mazur" e não resisti. Os outros dois comprei no Continente, estava um com 50% de desconto, e o outro com 40%.
domingo, 24 de dezembro de 2017
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Novidade: Um Dia, de Morris Gleitzman
Do multipremiado Morris Gleitzman, chega às livrarias portuguesas, pela mão da Fábula, um livro fabuloso.
Um Dia - o primeiro de vários livros de Felix, um órfão judeu apanhado no meio do Holocausto - vai deixar todos os leitores sem fôlego da primeira à última página.
Considerado como um dos 100 melhores livros para jovens!
«Toda a gente merece ter alguma coisa boa na vida, pelo menos uma vez.»
A vida de Felix Salinger não é nada fácil. Ele é judeu e vive num orfanato na Polónia dos anos 40, em plena Segunda Guerra Mundial. Felix gosta de ler, escrever e contar histórias. Até que um dia, decide fugir para procurar os seus pais. A determinação, inteligência e imaginação de Felix vão ajudá-lo a lidar com situações muito difíceis, no meio de nazis e cidadãos apavorados, e a encontrar pessoas maravilhosas, como a pequena Zelda e o velho Barney.
Contada na primeira pessoa, por uma criança cheia de sonhos e muito inocente, esta emocionante história aborda a infância, a solidariedade, a amizade, a coragem e a esperança no meio do drama da guerra. Um livro que nos toca, que não se esquece. Pode ser lido por várias gerações, que o vão entender, certamente, de forma diferente.
Sobre o autor:
Morris Gleitzman nasceu em Inglaterra, em 1953, e a sua família emigrou para a Austrália, em 1969. É autor de vários bestsellers. Muitas das suas obras são sobre assuntos duros, com abordagens interessantes e originais. Morris escreveu o seu primeiro livro para crianças em 1985.
Adotou um estilo descontraído e divertido, o que atraiu desde logo muitos leitores. É agora um dos autores mais conceituados da Austrália. Recebeu inúmeros prémios como autor de séries televisivas, guiões de cinema e livros infantojuvenis. Os livros de Morris Gleitzman estão publicados em cerca de vinte países.
Morris Gleitzman nasceu em Inglaterra, em 1953, e a sua família emigrou para a Austrália, em 1969. É autor de vários bestsellers. Muitas das suas obras são sobre assuntos duros, com abordagens interessantes e originais. Morris escreveu o seu primeiro livro para crianças em 1985.
Adotou um estilo descontraído e divertido, o que atraiu desde logo muitos leitores. É agora um dos autores mais conceituados da Austrália. Recebeu inúmeros prémios como autor de séries televisivas, guiões de cinema e livros infantojuvenis. Os livros de Morris Gleitzman estão publicados em cerca de vinte países.
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domingo, 17 de dezembro de 2017
sábado, 16 de dezembro de 2017
Germano Silva condecorado pelo Presidente da República
Jornalista e cronista incontornável da história do Porto agraciado com a Ordem do Mérito.
Germano Silva, jornalista e historiador, recebeu dia 7 de dezembro, a Ordem do Mérito, imposta pelo Presidente da República, numa cerimónia realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal do Porto.
Com 86 anos, este incontornável cronista da história e das histórias da Porto, foi uma das individualidades distinguidas pelo Professor Marcelo Rebelo de Sousa.
A Ordem do Mérito destina-se a galardoar atos ou serviços meritórios praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, que revelem abnegação em favor da coletividade.
Germano Silva, jornalista e historiador, recebeu dia 7 de dezembro, a Ordem do Mérito, imposta pelo Presidente da República, numa cerimónia realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal do Porto.
Com 86 anos, este incontornável cronista da história e das histórias da Porto, foi uma das individualidades distinguidas pelo Professor Marcelo Rebelo de Sousa.
A Ordem do Mérito destina-se a galardoar atos ou serviços meritórios praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, que revelem abnegação em favor da coletividade.
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| ©Patrícia Cardoso, Porto Editora |
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Novidade: O Escultor da Morte, de Chris Carter
Sinopse:
Até a obra de arte estar completa, a morte vai ter de esperar.
Sobre o autor:
Chris Carter nasceu no Brasil mas cedo se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em Psicologia, com especialização em Comportamento Criminal, na Universidade de Michigan.
Foi psicólogo criminal durante vários anos antes de se mudar para Los Angeles e depois para Londres, onde tocou com artistas conhecidos, até que deixou tudo para se tornar escritor a tempo inteiro. Hoje, aplica na escrita a sua experiência de vários anos enquanto psicólogo criminal e já publicou seis volumes da série policial Robert Hunter, todos eles bestsellers internacionais.
Os seus livros já foram traduzidos para 14 línguas e são autênticos êxitos de vendas na Dinamarca e na Alemanha. Neste último país, Chris Carter já vendeu mais de um milhão de exemplares.
Até a obra de arte estar completa, a morte vai ter de esperar.
Quando a enfermeira Melinda Wallis entra no quarto de um paciente a seu cuidado, mal pode imaginar aquilo que vai encontrar.
Derek Nicholson, um importante advogado de Los Angeles, foi brutalmente assassinado. O homicida mutilou os seus membros e construiu com eles uma escultura. Chamado de emergência ao local do crime, o inspetor Robert Hunter não percebe as motivações por detrás de um crime tão hediondo. Especialmente porque Nicholson, que sofria de cancro em fase terminal, já não tinha muitas semanas de vida.
Quando um segundo corpo aparece num barco ancorado na marina de Los Angeles, o mistério adensa-se. Trata-se, agora, de um agente da polícia. E o macabro da cena repete-se, com o corpo decepado a criar uma escultura estranha.
Qual será a ligação entre as duas vítimas? Que significado terá a disposição dos seus corpos? O que estará o assassino a querer dizer?
Derek Nicholson, um importante advogado de Los Angeles, foi brutalmente assassinado. O homicida mutilou os seus membros e construiu com eles uma escultura. Chamado de emergência ao local do crime, o inspetor Robert Hunter não percebe as motivações por detrás de um crime tão hediondo. Especialmente porque Nicholson, que sofria de cancro em fase terminal, já não tinha muitas semanas de vida.
Quando um segundo corpo aparece num barco ancorado na marina de Los Angeles, o mistério adensa-se. Trata-se, agora, de um agente da polícia. E o macabro da cena repete-se, com o corpo decepado a criar uma escultura estranha.
Qual será a ligação entre as duas vítimas? Que significado terá a disposição dos seus corpos? O que estará o assassino a querer dizer?
Um thriller vibrante e misterioso, com surpresas e revelações inesperadas ao virar de cada página.
P.S.: Pai Natal, podes anotar (mais) este na minha lista de pedidos... hehehe
Chris Carter nasceu no Brasil mas cedo se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em Psicologia, com especialização em Comportamento Criminal, na Universidade de Michigan.
Foi psicólogo criminal durante vários anos antes de se mudar para Los Angeles e depois para Londres, onde tocou com artistas conhecidos, até que deixou tudo para se tornar escritor a tempo inteiro. Hoje, aplica na escrita a sua experiência de vários anos enquanto psicólogo criminal e já publicou seis volumes da série policial Robert Hunter, todos eles bestsellers internacionais.
Os seus livros já foram traduzidos para 14 línguas e são autênticos êxitos de vendas na Dinamarca e na Alemanha. Neste último país, Chris Carter já vendeu mais de um milhão de exemplares.
Ficha Técnica:
416 pp. | 18,79€
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
As incríveis aventuras da SUPER-MIÚDA
Por gentileza da editora Clube do Autor, o meu pequeno já me ouviu a contar-lhe a história pensada por João Miguel Tavares.
Rita é a personagem principal deste livro e o facto de ter o nome da filha mais nova de João Miguel Tavares não é pura coincidência. Foi ela que inspirou o pai a escrever esta história, cheia de aventuras divertidas e muita imaginação.
Inclui CD grátis cantado por Samuel Úria - que, por acaso, ainda não foi ouvido cá em casa.
O Henrique adorou a história e as ilustrações (a cargo de Luis Levy Lima), e imediatamente pediu-me para ir à escolinha dele para ler aos colegas. E adivinhem: já está tudo acertado com a educadora e vou lá em janeiro, depois das festividades do Natal.
Rita é a personagem principal deste livro e o facto de ter o nome da filha mais nova de João Miguel Tavares não é pura coincidência. Foi ela que inspirou o pai a escrever esta história, cheia de aventuras divertidas e muita imaginação.
As Incríveis Aventuras da Super-Miúda nasceram à mesa da cozinha, em forma de canção, sempre que a Rita dava mais trabalho a comer a papa. É por isso que o pai está tão zangado com ela no início da história. A certa altura, o livro, tal como a Rita, ganhou asas. E transformou-se nisto: uma aventura sobre a necessidade de termos regras e aceitarmos os nossos limites.
O Henrique adorou a história e as ilustrações (a cargo de Luis Levy Lima), e imediatamente pediu-me para ir à escolinha dele para ler aos colegas. E adivinhem: já está tudo acertado com a educadora e vou lá em janeiro, depois das festividades do Natal.
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domingo, 10 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Conceição Duarte, a Devoradora de Livros
8 de dezembro de 1953: nasceria aquela que se tornou na minha mãe, mas que morreu poucos meses antes de completar 64 anos.
Hoje, o meu post é dedicado à minha mãe. Se hoje, este blogue existe, a ela o devo. Foi a paixão pelos livros que a minha mãe tinha, que herdei bem cedo. Aprendi, também cedo, as primeiras letras e cada vez me embrenhei mais na leitura (e, mais tarde, na escrita!).
Lembro-me das estantes cheias de livros. Livros do Brasil - Coleção Dois Mundos - era o que mais abundava. Lembro-me daquele logotipozinho nas lombadas e dos livros pela casa, ora no quarto dos meus pais, ora na mesinha da sala-de-estar. As visitas do vendedor do Clube de Leitores eram recebidas com entusiasmo.
Lembro-me de, nos primeiros anos da minha adolescência, querer comprar-lhe um livro pelos anos. De rodear as estantes da livraria em frente à escola e não levar nenhum porque os títulos ali, já ela os tinha a todos.
Lembro-me das minhas primeiras coleções de livros que ela me ia comprando à medida que ia podendo: Uma Aventura, O Clube das Chaves, Triângulo Jota - já na altura demonstrava uma apetência pelos livros policiais. Mas, aquela coleção que mais amei - porque já ela, na minha idade, a tinha amado - foi a coleção Condessa de Ségur. Li e reli Os Desastres de Sofia até à exaustão.
É... digo, era fácil, falar de livros com ela. Muitas das sugestões que aqui postei ao longo destes anos eram "intercâmbios" entre nós as duas.
E agora isto. Ficam as memórias.
Ultimamente, ela andava entusiasmada com José Rodrigues dos Santos. Comprou todos os livros - ou quase todos - do jornalista. Um dos livros por terminar, que ficou na mesa de cabeceira dela... era dele. José Rodrigues dos Santos, se me estás a ouvir, ela não chegou a comprar o último livro da trilogia Lótus. Mas aceito-o, como prenda, ao menos para completar o legado que ela me deixou!
Hoje, o meu post é dedicado à minha mãe. Se hoje, este blogue existe, a ela o devo. Foi a paixão pelos livros que a minha mãe tinha, que herdei bem cedo. Aprendi, também cedo, as primeiras letras e cada vez me embrenhei mais na leitura (e, mais tarde, na escrita!).
Lembro-me das estantes cheias de livros. Livros do Brasil - Coleção Dois Mundos - era o que mais abundava. Lembro-me daquele logotipozinho nas lombadas e dos livros pela casa, ora no quarto dos meus pais, ora na mesinha da sala-de-estar. As visitas do vendedor do Clube de Leitores eram recebidas com entusiasmo.
Lembro-me de, nos primeiros anos da minha adolescência, querer comprar-lhe um livro pelos anos. De rodear as estantes da livraria em frente à escola e não levar nenhum porque os títulos ali, já ela os tinha a todos.
Lembro-me das minhas primeiras coleções de livros que ela me ia comprando à medida que ia podendo: Uma Aventura, O Clube das Chaves, Triângulo Jota - já na altura demonstrava uma apetência pelos livros policiais. Mas, aquela coleção que mais amei - porque já ela, na minha idade, a tinha amado - foi a coleção Condessa de Ségur. Li e reli Os Desastres de Sofia até à exaustão.
É... digo, era fácil, falar de livros com ela. Muitas das sugestões que aqui postei ao longo destes anos eram "intercâmbios" entre nós as duas.
E agora isto. Ficam as memórias.
Ultimamente, ela andava entusiasmada com José Rodrigues dos Santos. Comprou todos os livros - ou quase todos - do jornalista. Um dos livros por terminar, que ficou na mesa de cabeceira dela... era dele. José Rodrigues dos Santos, se me estás a ouvir, ela não chegou a comprar o último livro da trilogia Lótus. Mas aceito-o, como prenda, ao menos para completar o legado que ela me deixou!
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