segunda-feira, 29 de junho de 2009

O Plano Infinito

Findo o policial 'Chegou a tua hora', de Karen Rose, olho para o próximo livro em cima da mesa. Trata-se de mais uma obra (a sexta) de Isabel Allende que decidi juntar aos outros livros que tenho da escritora chilena.

Resumo:
O protagonista desta épica e intimista novela, Gregory Reeves, é um gringo que se fará a si próprio no mundo dos hispanos da Califórnia, e que encarna muitos dos defeitos e virtudes da nossa sociedade nesta segunda metade do século.
Ao longo de muitas belas páginas em que Isabel Allende estrutura armoniosamente uma novela de grande intensidade, o leitor encontrar-se-á com os sentimentos da marginalização social e do racismo, com a paixão da actividade política, com os contrastes entre opulência e pobreza, com a patética realidade da guerra do Vietname, com a experiência da evolução do conceito de família, com a incessante busca e vivência do amor… que ao mesmo tempo leva Gregory Reeves ao seu pessoal Plano Infinito, intuído na sua infância quando o pai pregava.

(o resumo foi retirado daqui)

Quanto ao policial que li... tem tudo aquilo que gosto: muito mistério, um assassino impiedoso que só é descoberto quase no fim, crimes indescrítiveis - sim, tudo muito macabro! Mas gosto de livros que me desafiem. Recomendo, especialmente, porque a protagonista não é apenas uma cara bonita. Tem imensos defeitos e poucas devem ser as pessoas que não se vão reconhecer na Mia Mitchell. Não é um livro ao nível dos da Lisa Gardner, mas... gostei bastante!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Thrillers arrepiantes

Acabei agorinha mesmo o livro 'O talentoso Mr. Ripley' da autoria de Patricia Highsmith, uma das mais célebres escritoras de thrillers americana.

Devo confessar que ia a medo, porque sempre que lia o título, só visualizava a cara o Jude Law, porque o livro foi, em 2000, adaptado ao cinema e não sou propriamente apreciadora de filmes inspirados em livros que li ou faço tensões de ler. Este era um deles.

Tom Ripley é um jovem nova-iorquino com ambições. É contactado por Mr. Greenleaf que lhe pede que procure Dickie, o filho que anda algures por Itália e sem perspectivas de voltar a casa. Tom aceita, faz a viagem, torna-se amigo de Dickie e começa aí a espiral de crimes e mentiras.

Gostei muito, se bem que, no final, o mal acaba por ser recompensado, ao contrário do que é usual. A ler. A minha versão é a da biblioteca 'Sábado'.

Agora tenho em mãos o livro 'Chegou a tua hora', de Karen Rose. Não sei absolutamente nada sobre a autora ou sobre o livro. Apenas o que vem na contra-capa. Uma das minhas escritoras favoritas de thrillers (Lisa Gardner) disse sobre Karen Rose foi: "ela transmite o tipo de suspense arrepiante que vai mantê-lo agarrado à cadeira".

terça-feira, 28 de abril de 2009

Um livro de terror, para abafar um romance

Dois livros foi o saldo da minha mini-semana de férias. Entretanto, comecei ontem à noite um dos livros da colecção da revista Sábado. Comecei pelo 'A Luz' de Stephen King.

Recordo que este livro serviu de base para o filme 'Shinning', protagonizado por Jack Nicholson.

Resumo:
Um escritor Jack Torrance decide aceitar um trabalho temporário de segurança num hotel que durante o Inverno se encontra fechado. Jack e a família devem tomar conta do hotel.
Apesar de alertado para o extremo isolamento, Jack ignora todos os conselhos em busca de paz, para escrever o novo livro.
As coisas começam a complicar-se à medida que o tempo passa e Jack entra em bloqueio mental e pára de escrever o livro, refugiando-se na bebida. A partir deste momento, a sua integridade mental começa a desfazer-se e começa a sofrer alucinações que afectam as suas acções. A família que tenta, desesperadamente, escapar do hotel e evitar o seu total descarrilamento psicológico.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Os livros e a revista 'Sábado'

A 'Sábado' volta a distribuir mais uns quantos livros, pelo preço de mais um euros na aquisição da revista. É mais uma colecção fantástica, tal como a revista nos tem habituado. Pessoalmente, vou continuar a comprá-los, porque acho que representa uma oportunidade fantástica de comprar bons títulos a um preço razoável.

O primeiro já saiu. Foi 'A Luz', de Stephen King... o livro que inspirou o filme 'Shinning', com Jack Nicholson.

Os próximos são:

- Herzog, de Saul Bellow;
- As Mil e Uma Noites, de Naguib Mahfouz;
- O Plano Infinito, de Isabel Allende;
- Terra de Neve, de Yasunari Kawabata;
- Sem Sangue, de Alessandro Baricco
e
- O Talentoso Mr. Ripley

Sozinhos

Acabei de ler o livro 'Sozinhos', de Lisa Gardner. Há algum tempo que esta autora americana se tornou uma das minhas favoritas em termos de literatura de suspense. Neste livro, o quinto que tenho dela, há uma história que envolve pedofilia, incesto e muito sangue. 

Tudo começa com uma chamada para o 112 a denunciar um caso de violência doméstica. Bobby Dodger pertence à unidade SWAT chamada a intervir e acaba por matar o homem que ameaça a mulher e o filho com uma arma.

Os problemas começam aí, quando se descobre que o morto é filho de um juíz importantíssimo. Este, convencido que a nora está envolvida na morte do filho,  acaba por contratar um assassino para a matar e a todos aqueles que a protegem. Adivinhem quem é o assassino. É o mesmo homem que 25 anos violara a nora, Catherine.

Dinheiro, corrupção e muitas armas fazem o argumento essencial do livro. A ler. Pessoalmente, gostei muito. É o género de livro que gosto de ler: que me prende e me faz pensar quem é o mau da fita, porque, ao fim e ao cabo, Catherine não é de todo inocente. 

terça-feira, 24 de março de 2009

Uma tragicomédia

Andei indecisa quanto ao livro que iria começar a ler, depois do 'flop' que foi a minha anterior tentativa. Tinha em cima da mesa, para escolher, quatro livros. Optei por um que a SmS, julgo que, já leu: Uma Conspiração de Estúpidos, da autoria de John Kennedy Toole.

Só ontem à noite, num bocadinho de tempo, 'devorei' 40 páginas e já me ri um bom bocado. Promete.

Um dado interessante: depois de escrito o manuscrito, o autor levou-o a uma série de editoras e todas o recusaram. Frustrado, John Kennedy Toole suicidou-se. A mãe não desistiu e 'obrigou' Walker Percy, um escritor e académico, a lê-lo. É este que assina o prólogo do livro que já vendeu mais de um milhão e meio de cópias.
John Kennedy Toole recebeu o Prémio Pullitzer de Ficção, a título póstumo, em 1981.

As primeiras linhas:
"O boné verde de caçador apertava-lhe o alto da cabeça, que era um balão carnudo. As abas verdes, preenchidas com orelhas enormes, cabelos compridos e a penugem rala dos ouvidos, elevavam-se de ambos os lados, quais sinais de trânsito que indicassem dois sentidos ao mesmo tempo. Os lábios cheios e franzidos salientavam-se sob o bigode negro e farfalhudo e, aos cantos, descaíam em pequenas rugas cheias de censuras e de restos de batatas fritas. À sombra da pala do boné verde, os olhos azuis e amarelos de Ignatius J. Reilly fitavam com sobranceria as outras pessoas que esperavam debaixo do relógio dos armazéns D. H. Holmes, examinando a multidão, em busca de sinais de mau gosto no vestir (...)"

domingo, 22 de março de 2009

Encostado às boxes

Pela primeira vez, vou fechar um livro antes de o acabar. Não consigo lê-lo. Está demasiado denso. Com personagens em catadupa. Já perdi o fio à meada antes da página 100. Desisto oficialmente. Vai ficar no monte dos livros para ler e vou tentar pegar em algo mais leve.

Já alguma vez vos aconteceu isto? Pegar no livro e abandoná-lo, porque não conseguem simplesmente lê-lo?


sábado, 14 de março de 2009

O Quarto Protocolo

Acabei 'O Historiador'. É um bom livro para quem gostar de História e do mundo obscuro do sobrenatural. Como já tinha dito, é toda uma pesquisa sobre a vida-além-da-vida do Conde Drácula. Gostei muito e recomendo!

Agora agarrei no livro 'O Quarto Protocolo' de Frederick Forsyth. Mais um dos livros da colecção da revista Sábado.

Aparentemente, a acção decorre durante a Guerra Fria e o 'Quarto Protocolo' seria um acordo entre os dois blocos, que proibia a utilização de armas nucleares de forma não-convencional. Até que alguém quebra o acordo...

O autor, Frederick Forsyth, nasceu em Inglaterra, em Agosto de 1938. Estudou em Espanha, foi piloto da RAF (Royal Air Force - Força Aérea Inglesa) e jornalista da BBC.

Este livro foi adaptado ao cinema.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Depois do amor, vêm os vampiros!

'Devorei' o romance em três tempos... embrenhei-me na fantástica epopeia de Mary Broad e acabei agora mesmo de o ler.

Agora, tenho na mesa-de-cabeceira, uma coisinha mais leve: O Historiador, de Elizabeth Kostova, publicado em 2005. Mais um dos livros da colecção da revista Sábado.

Sinopse:
Uma noite, já muito tarde, explorando a biblioteca do pai, uma jovem mulher encontra um livro antigo e um pacote de cartas amarelecidas agoirentamente destinadas ao "Meu querido e desgraçado sucessor". Este achado vai mergulhá-la num mundo com que nunca sonhou - um labirinto onde os segredos do passado do pai e o misterioso destino da mãe se ligam a um mal escondido nas profundezas da história.
Uma sociedade secreta numa luta de séculos contra a mais terrível encarnação do mal. A aventura de uma jovem mulher em busca da verdade sobre os seus pais e sobre o destino do homem que inspirou a lenda de Drácula.


Tenham medo, muitooooo medooooo!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

No intervalo de um texto e outro...

... acabei de ler o 'Sexus', de Henry Miller, comecei e acabei o 'Breakfast at Tiffany's', também conhecido como 'Boneca de Luxo', de Truman Capote.

Comecei agora 'O Ano da Morte de Ricardo Reis', de José Saramago, e 'Nunca me Esqueças', de Lesley Pearse. Sim, consigo ler dois livros ao mesmo tempo. Já fiz a experiência várias vezes e nunca correu mal. Basta ter a consciência dos momentos e locais de cada um deles.

O 'Ano da Morte de Ricardo Reis' é o meu livro da manhã. Aquele que leio enquanto bebo o café, antes de ir trabalhar. É o livro das esplanadas.

O outro, um romance que uma amiga me ofereceu por ocasião do aniversário, é o livro de mesa-de-cabeceira. Aquele que leio antes de me render ao cansaço do dia.

Enfim... basta organizar a secretária! Boas leituras.