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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

A Filha da Madrasta, de Jennifer Donnelly - divulgação

Há algum tempo que não publicava um texto de divulgação de um livro. Mas, a história deste que se segue chamou-me a atenção.

Toda a gente conhece a história da Cinderela, certo? A menina, órfã de mãe, que, um dia, vê o pai casar com outra mulher, com duas filhas. O pai morre, a menina sofre pavores às mãos da madrasta e das suas filhas, vai ao baile, conhece o príncipe, apaixonam-se, sapatinho de cristal e bummm... princesa instantânea e felicidade eterna.

Mas... e se a história tivesse outros contornos? E se as filhas da madrasta tivessem motivações e sonhos, como quaisquer raparigas da sua idade? Porque é que, afinal de contas, elas eram tão más (nas palavras da Cinderela, e a fazer fé que a rapariga era honesta...)?

É esta a ideia por trás do livro "A Filha da Madrasta", de Jennifer Donnelly, agora publicado em Portugal, pela Chá das Cinco (chancela Saída de Emergência).

Eu, que cresci a ouvir as histórias encantadas de princesas, fiquei mesmo muito curiosa. "Porquê, Cristina Maria?", perguntam vocês. Simples: uma pessoa cresce e amadurece e percebe que as coisas da vida não são sempre negras, nem são sempre brancas... há ali aquele meio, cinzento farrusco e maroto, que nos ensina que... a vida nos molda... para o bem, e para o mal.

(e esta capa absurdamente deliciosa, senhores...?!)


Sinopse: 
Isabelle deveria estar feliz – afinal, está prestes a ficar com o príncipe. Mas Isabelle não é a bela rapariga que perdeu o sapato de cristal e ganhou o coração do príncipe. 

Ela é a meia-irmã feia que cortou os dedos para que o sapato da Cinderela lhe servisse. Quando o príncipe descobre o engodo, Isabelle fica devastada pela vergonha. Afinal, ela é apenas uma rapariga comum num mundo que só valoriza a beleza; uma jovem forte num mundo que a quer submissa.

Isabelle tentou mudar, cumprir as expectativas da mãe. Ser como a sua meia-irmã. Doce. Bonita. Um a um, desfez-se de pedaços de si para sobreviver num mundo que não valoriza uma rapariga como ela. E isso tornou-a má, ciumenta e vazia. Até que Isabelle tem a oportunidade de alterar o seu destino e provar que é preciso mais do que um coração partido para vergar uma rapariga.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Novidade: Adeus. 23 Separações Funestas e Outros Acidentes Naturais, de Luís Rainha

Sinopse:
Adeus. 23 Separações Funestas e Outros Acidentes Naturais, de Luís Rainha, é feito de despedidas. De uma mulher que sem explicação é substituída na vida do homem que a ama(va) a fantasmas demasiado palpáveis, passando por prodígios, mortes reveladoras e violências escusadas. Nas livrarias desde 3 de julho.

Em registos que saltam do quotidiano para o fantástico, da comédia para o terror, assistimos à pequena tragédia de alguém que é «infiel pela primeira vez, por aselhice nobelizável, por cegueira desmedida, por distracção incomensurável». E encontramos um sitiado numa «casa já infestada de grandes animais malvestidos, a fervilhar raiva cega, urgência para vingar na minha sensível pessoa séculos de opressão».

Sobre o autor:
Luís Rainha nasceu em 1962, na Figueira da Foz, e irá morrer um destes dias, não sabe onde.
Estudou Engenharia, pintou, depois vendeu a alma à publicidade e ainda voltou à escola, para estudar
Sociologia. 
No entrementes, foi escrevendo, primeiro para BD, depois no mundo mais crescido dos livros só com letras, publicando também sob pseudónimos. Foi injustamente premiado com três filhos admiráveis e vive entre Lisboa e as Beiras, onde trabalhou pela conservação do lobo-ibérico.
Gasta horas com cada parágrafo que escreve, na ânsia de produzir, mais do que prosa, pequenos
mecanismos falantes que impressionem pela cristalização sem falhas; e que ainda contem histórias
merecedoras da atenção de terceiros. 
O seu livro de contos 18 Palavras Difíceis foi distinguido com uma menção honrosa no Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca.

Ficha do Livro:
Ficção / Contos
216 páginas
15x23 · 15,50 €

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Divulgação: Destino:o teu coração, de Katy Colins

Sinopse:
Era suposto que gerir O clube de viagem dos corações solitários fosse uma segunda oportunidade, a oportunidade que devolveria a vida a Georgia Green.
Ela pensava que se trataria apenas de uma questão de viajar, mas a realidade não era tão idílica, começar um novo negócio não era exatamente um caminho de rosas!
Então, quando Georgia se viu de repente a caminho da Índia por causa de um problema de trabalho, soube que algo tinha de mudar.
Onde estava a mulher que lutara com tanto afinco para reconstruir a sua vida? Talvez, na terra de Bollywood, das praias maravilhosas e do Taj Mahal, pudesse encontrar a chave para recuperar o ritmo… mas o que estava prestes a comprovar era que, na Índia, o país tinha as rédeas da situação, não o viajante. No entanto, Georgia não iria desanimar assim tão facilmente!

Sobre a autora: 
Katy Colins completou o seu primeiro romance A Dogs Tale quando tinha 11 anos, e que recebeu críticas entusiastas… do seu avô e do professor de inglês.
Este foi o encorajamento que ela precisava para continuar a escrever. 
Como jornalista qualificada com artigos publicados na Company Magazine e no The Daily Star, Katy Colins mudou para Relações Públicas, isto, antes de vender tudo o que possuía para partir sozinha, com uma mochila, para o Sudeste Asiático e finalmente passar os pensamentos para palavras, escrevendo à medida que viajava. Esta experiência inspirou o seu primeiro romance Destino: um novo começo o primeiro da série O clube de viagem dos corações solitários, que já foi publicado.
Quando não está a escrever sobre romances, viagens e aventuras, adora viajar, encontrar-se com a família e amigos e autoconvencer-se de que o seu vício pelo bolo de Mr. Kipling não está fora de controlo – ainda não.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Divulgação: Archote no Ouvido: História de uma Vida 1921-1931, de Elias Canetti

Sinopse:
«Era verdade que eu não queria aprender o que se passava no mundo. Tinha a impressão de que espreitar para dentro de qualquer coisa demasiado censurável me tornaria cúmplice dela. Eu não fazia tenção de aprender quando aprender significava trilhar o mesmo caminho.»

Neste volume da sua famosa autobiografia, tendo como pano de fundo a admiração pelo escritor vienense Karl Kraus, e a paixão por Veza, a sua primeira mulher, Elias Canetti transporta o leitor até aos politicamente agitados e culturalmente intensos anos 20 do século xx. Emergem à luz também personagens e recantos mais obscuros, sejam a sua bizarra senhoria, por exemplo, que percorria as divisões da casa lambendo a parte de trás de todas as fotografias emolduradas do seu falecido marido, ou o sanatório defronte de sua casa, cujos pacientes serviram de inspiração para personagens em Auto-de-Fé.

Num registo que tem tanto de pessoal, como de universal, Canetti traça o quadro de uma época onde sobressaem episódios históricos como o incêndio do Palácio de Justiça, em Viena, ponto de partida para a redação do fundamental ensaio Massa e Poder, ou o ambiente artístico de Berlim em 1928, onde o autor trava conhecimento direto com personalidades marcantes, como Brecht, Isaac Babel ou George Grosz.

O Archote no Ouvido, segundo volume da trilogia autobiográfica cuja publicação a Cavalo de Ferro iniciou com A Língua Resgatada, é uma oportunidade única de, na primeira pessoa, poder-se acompanhar um dos grandes autores do século XX numa viagem ao mundo e pelas pessoas que exerceram influência decisiva no seu percurso de escritor. Os primeiros capítulos encontram-se disponíveis para leitura em www.cavalodeferro.pt.

Sobre o autor:
Elias Canetti (Ruse, 1905 — Zurique, 1994), romancista, filósofo e ensaísta, e uma das figuras mais influentes do pensamento crítico do século XX, foi galardoado com o prémio Nobel de Literatura, em 1981. Proveniente de uma família de judeus sefarditas (a língua materna de Canetti foi o ladino), a sua juventude foi passada entre a Áustria, a Suíça e a Alemanha. Auto-de-Fé, o seu primeiro e único romance, data de 1935, e é destinado a inserir o seu nome na história da literatura, ao lado de figuras como as de Musil e de Broch. Em 1960 publica o ensaio Massa e Poder, estudo fundamental e indispensável sobre a sociedade humana ao qual dedicou três décadas da sua vida. Seguem-se, entre outras obras, o volume de ensaios A Consciência das Palavras (1975) e a trilogia autobiográfica cuja publicação a Cavalo de Ferro iniciou com A Língua Resgatada .

Ficha do Livro:
420 pp
23,99€

terça-feira, 3 de julho de 2018

Divulgação: Alice no país das sapatilhas, de Susana Tavares

Sinopse:
Alice, 15 anos, é a miúda mais popular do colégio. Namora com o Mister Giraço do 12º ano e o seu blogue, «Alice no País das Sapatilhas», soma visitantes e seguidores. Like, like, like! O seu sonho de vida é ser uma Fashion Blogger, sempre atenta às últimas tendências.

Mas, a um mês de fazer 16 anos, o feed da sua vida muda radicalmente quando os pais decidem ir viver para Rolhas, uma pequena e remota aldeia de Trás-os-Montes onde nem sequer há Internet. What? OMG! Vários emojis de espanto!

E agora? Será possível sobreviver à adolescência sem redes sociais? E como é que ela, habituada a viver permanentemente online, vai traçar o seu caminho offline? Longe da cidade, dos centros comerciais, das amigas e do namorado… São demasiados dramas para uma janela de chat só!

Alice no País das Sapatilhas - Tirem-me deste filme! é uma história divertida que acompanha as aventuras online e offline de uma adolescente dos dias de hoje, em que os dilemas próprios da idade passam pela existência (ou não) de Wi-Fi.

Lançamento a 5 de julho na Bertrand Amoreiras
Apresentação por Sara Rodi e Nuno Graciano

Sobre a autora:
Licenciada em Jornalismo, Susana Tavares encontrou na escrita a sua vocação e paixão. Trabalhou nas principais produtoras de ficção nacionais, onde lhe passaram pelas mãos centenas de guiões de telenovelas e séries juvenis de sucesso, como Floribella ou Rebelde Way. O seu primeiro filme, Beat Girl, conta a história de uma jovem pianista dividida entre a música clássica e a música eletrónica. E ela própria tem estado dividida, desde então, entre a escrita para televisão e a escrita literária. Com a mesma facilidade e entrega, escreve para gerar imagens audiovisuais ou para apelar à imaginação.
Depois do sucesso da série juvenil Massa Fresca, que escreveu em parceria com outros autores, foi também coautora da trilogia da série transformada em livro. Ultimamente, tem mergulhado no universo dos desenhos animados, como revisora de guiões traduzidos para o canal português do Cartoon Network. Acima de tudo, faz o que gosta.

Ficha do Livro:
Género: Juvenil
Nº de páginas: 224
À venda a partir de: 4 julho 2018
P.V.P.: 12,90€



segunda-feira, 2 de julho de 2018

Divulgação: Mesmo antes da Felicidade, de Agnès Ledig

Sinopse:
Mesmo antes da Felicidade, de Agnès Ledig, conta a história de uma mãe solteira de 20 anos que trabalha como caixa num supermercado – Julie – e que faz tudo pelo filho, Lulu.

Um dia o destino de Julie cruza-se com o de Paul, um cliente sexagenário que se comove com a sua situação e lhe estende a mão. Aos seus olhos, Julie é uma mulher inteira, interessante, respeitável e respeitada. É este homem que, comovido com a sua história, a convida a ela e a Lulu para a sua casa de praia na Bretanha. Desconfiada de tanta generosidade, acaba por aceitar para que Lulu veja o mar e faça castelos de areia. Será que a felicidade encontrou finalmente o caminho da vida de Julie? Ou estará o destino apenas a preparar-se para lhe puxar o tapete – outra vez?

Mesmo antes da Felicidade, o segundo livro de Agnès Ledig, esteve dois anos no top dos livros mais vendidos e recebeu o prémio Maison de la Presse. Em menos de cinco anos, a autora tornou-se uma das romancistas francesas mais acarinhadas pelo público. 

Sobre a autora:
Agnès Ledig nasceu em 1972, em França. Começou a escrever em 2005, quando o seu filho Nathanaël ficou doente com leucemia. Todos os domingos, escrevia páginas e mais páginas de dúvidas, esperança, sorrisos, lágrimas, pequenas alegrias partilhadas e coragem.. a coragem de um menino de cinco anos. Quando o seu pequeno anjo partiu, Agnès Ledig cumpriu a promessa que lhe tinha feito: conseguiu reerguer-se, deu forma de letra ao que de mais fundo sentia no seu coração e nunca mais largou o seu novo grande amor – a escrita. Em menos de cinco anos, tornou-se uma das romancistas francesas mais acarinhadas pelo público. Os seus livros estão traduzidos em uma dúzia de línguas.

Ficha do Livro:
Ficção / Romance
296 páginas
15x23 · 15,99 €
Nas livrarias a 3 de Julho

domingo, 1 de julho de 2018

Divulgação: O Pecado da Gueixa, de Susan Spann

Sinopse: 
Neste viciante thriller histórico, repleto de pormenores de época e da cultura japonesa, um missionário português enfrenta o código samurai para salvar a vida de uma mulher.

Quioto, 1564. O padre Mateus, um jesuíta português, está no Japão como missionário. Quando uma gueixa convertida ao cristianismo é acusada da morte de um samurai, o padre compromete-se a ajudá-la, arrastando o seu protetor, o mestre ninja Hiro Hattori, para a investigação. 
Segundo o código samurai, o filho tem o direito de matar o assassino do pai para repor a honra da família. E se o padre e o ninja não conseguirem provar a inocência da jovem em dois dias, também serão mortos.
Ao mergulhar nas perigosas águas do mundo noturno de Quioto, percebem que toda a gente –
desde a esquiva proprietária da casa de chá até ao desonrado irmão do morto – tem um motivo para querer manter a morte do samurai envolta em mistério. As pistas amontoam-se e apontam para demasiados suspeitos: da rara arma do crime utilizada preferencialmente por assassinas ninjas, a uma mulher samurai, passando por uma relação amorosa, um viajante incógnito e alguns negócios obscuros. E tudo parece piorar quando a investigação põe a descoberto uma hoste de segredos que ameaça não só a vida deles, mas também o futuro do Japão.

Sobre a autora: 
Susan Spann, advogada e antiga professora de Direito, estudou mandarim e japonês e é apaixonada pela cultura asiática. Os seus passatempos incluem cozinha oriental, esgrima, arremesso de facas e shurikens, arco tradicional, artes marciais, escalada e hipismo. O Pecado da Gueixa é o seu livro de estreia em Portugal.


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Sugestões Dia da Criança

O Dia da Criança assinala-se a 1 de junho. Daqui a cerca de duas semanas, portanto. A pensar nos mais pequenos, deixo algumas sugestões daquelas que vão chegando à minha caixa de email.

Sugestão 1
Vamos passar um dia no Quartel dos Bombeiros, os Super-heróis da vida real!

Gostavas de saber como funciona um quartel dos Bombeiros? Que tipos de veículos existem? Qual o equipamento essencial, como combater o fogo ou resgatar alguém? Então não podes perder por nada este livro (em forma de caixa) que te explica tudo sobre o dia a dia dos bombeiros. No fim traz ainda a oferta de um quartel em 3D e modelos interativos para montares e brincares! Vão ser horas de diversão garantidas!

Os alarmes soam e os bombeiros entram em ação. Muito se passa nos bastidores de um quartel dos bombeiros! Repleto de factos reais e de curiosidades fantásticas, este livro é perfeito para os aventureiros mais jovens aprenderem tudo sobre os heróis que todos os dias enfrentam o perigo para salvar pessoas, animais e casas! Lê o livro, monta o quartel, encaixa as peças dos veículos de emergência, bombeiros e acessórios, e toca a ajudar quem precisa do teu auxílio! Oferta: Quartel em 3D e modelos interativos para montar!



Sugestão 2
O Clube dos Cientistas - Perigo na Floresta e A Barragem Assombrada 

São os dois novos volumes da coleção: O Clube dos Cientistas, pensada por Maria Francisca Macedo, desde sempre apaixonada por ciências. Com estes títulos, que aliam o gosto por livros de aventuras ao fascínio de realizar experiências cientificas, podes aprender a construir uma bússola; a fazer um tornado numa garrafa; pistolas de água; ar condicionado manual, entre outras experiências. O Clube dos Cientistas é ideal para ti!

Cada livro começa sempre com uma aventura vivida por três irmãos que só se metem em sarilhos, mas que conseguem resolver mistérios com a ajuda dos seus conhecimentos científicos. Na segunda parte surge um caderno onde estão registadas todas as experiências que os irmãos realizam ao longo da aventura, e que os leitores podem facilmente fazer em casa ou na escola, com ingredientes simples, acessíveis e seguros.

Livros para ler e aprender, em articulação com os conteúdos do 1.º e 2.º ciclos.





Sugestão 3
Ficheiros Secretos: Investiga os Maiores Mistérios do Mundo


Vencedor do Prémio Blue Peter para Melhor Livro de Conhecimento
Uma criatura peluda que se esconde nas florestas, um animal marinho gigante que mergulha num lago ou OVNIS que iluminam os céus? 

Foram muitos os detetives que tentaram investigar estes casos incríveis, mas estes mistérios não são fáceis de resolver!
Torna-te um verdadeiro detetive, explorando os ficheiros mais secretos de todos os tempos:
? Lê o ficheiro do caso;
? Reúne provas concretas;
? Diverte-te a apresentar o caso aos teus amigos e família.

Só para corajosos. Não te deixes enganar pelas aparências. Nem tudo é o que parece!



Sugestão 4
A Grande Recompensa, de Barbara O’Connor


A Grande Recompensa é um livro doce que vai tocar no coração de todos os leitores. As coisas não estão nada fáceis para a Georgina! Depois de o pai desaparecer sem deixar rasto, a sua família foi despejada do apartamento onde morava e obrigada a viver no carro. Agora, enquanto a mãe se desdobra entre dois empregos para ganhar dinheiro suficiente para uma casa nova, a Georgina tem de cuidar do irmão mais novo, o Toby.
Mas a Georgina recusa-se a ficar de braços cruzados e sente que tem de fazer alguma coisa para ajudar a mãe.
Quando vê um velho cartaz a oferecer uma recompensa por um cão perdido, tem uma ideia genial: ela só precisa de encontrar um cão com donos ricos, «pedi-lo emprestado» e aparecer para receber o dinheiro da recompensa. Num plano tão simples e perfeito, o que é que pode correr mal?














terça-feira, 15 de maio de 2018

Novidade: A partir de HOJE nas livrarias


Antes É Que Era Bom!

Michel Serres
15x20
104 páginas 
13,00 €
Nas livrarias a 15 de Maio
Guerra e Paz Editores 

Chega a Portugal um dos maiores êxitos da edição francesa de 2017/18, com 36 semanas no top dos livros mais vendidos. A surpresa é que este é o livro de um filósofo e historiador das ciências, Michel Serres, com um perfil que é o oposto de um autor bestseller.

Serres tem já 87 anos e escolheu como tema deste seu livro comparar o presente e o passado. Com um humor quase juvenil, Michel Serres diverte-se a desmontar de forma implacável, maliciosa e sarcástica os apologistas dos grandes cultos nostálgicos.

Não, o passado não era melhor do que o presente, garante Serres em Antes é que era bom! E ironiza: «Antes, fomos guiados por Mussolini e Franco, Lénine e Estaline, Mao, Pol Pot, Ceausescu... todos eles pessoas de bem, requintados especialistas em campos de extermínio, torturas, execuções sumárias, guerras, depurações.»

Num sublime manifesto – pleno de humor e amor –, o filósofo Michel Serres insurge-se contra os Velhos Ranzinzas – anciãos e rezingões – que nos impedem de olhar para o futuro com esperança.
Afinal, era melhor antes? O autor, testemunha de outro tempo, não tem dúvidas em responder com um rotundo «não»:
«A diferença entre o mundo em que vivemos antes e o de hoje é espectacular. Setenta anos de paz, isso nunca aconteceu. A esperança média de vida de 80 anos, isso nunca aconteceu. Os camponeses representam apenas três por cento da humanidade, isso nunca aconteceu. Se exagerar um pouco, podemos dizer que é o fim do Neolítico

Não era melhor antes, mesmo se fomos perdendo o gosto por algumas coisas boas. O trabalho era mais pesado, as mulheres morriam em abortos, lavavam as roupas de cama uma vez ao ano com cinzas, os homens mais laboriosos e os homens tinham de dar o corpo ao manifesto nos campos e em fábricas.

E Serres lembra que as pessoas não se lavavam mais do que uma vez por semana, morriam de doenças hoje erradicadas e morria-se como tordos nas guerras. O mundo hoje está melhor.

Michel Serres não esquece a guerra que marcou a sua infância e juventude, as doenças, a falta de higiene, o trabalho árduo e as dores nas costas, a lentidão dos transportes e das comunicações, a condição das mulheres…

Uma brilhante análise e comparação do tempo dos nossos avós com a actualidade. É um pequenino livro. Lê-se docemente em qualquer transporte público, no metro, autocarro ou eléctrico, este livro que em França vendeu mais de 120 mil exemplares.

Antes é que era bom! é o segundo livro da colecção Livros Vermelhos, de que já foi publicado o livro Escravatura, de João Pedro Marques, e chega hoje às livrarias. 




domingo, 13 de maio de 2018

Lançamento de Francisco José Viegas

Algum tempo decorrido desde a publicação do seu último livro de poesia, Francisco José Viegas publica agora um novo livro. Com Juncos à Beira do Caminho o autor volta com uma nova voz, mais profunda, com um livro que é uma revisitação poética a acontecimentos, paisagens, sentimentos e estados de espírito, dando-nos uma quase autobiografia. Juncos à Beira do Caminho situa-se no mesmo plano da melhor poesia que hoje se escreve.

A sessão de apresentação deste livro decorrerá na próxima segunda-feira (dia 14 maio), às 18h30, na Livraria LeYa na Buchholz, em Lisboa. A apresentação estará a cargo de Pedro Mexia, com leitura de poemas por Raquel Marinho.

“Um clarão, um relâmpago aberto. Volto uma vez e outra, repito os gestos, as caminhadas, subo aos muros, arranco as ervas daninhas como um hortelão diligente. Nunca poderei ser aquele que à noite escuta a chuva entre os amieiros, como se fosse apenas a tua voz.”

Sobre o autor:
Francisco José Viegas nasceu em março de 1962, no Alto Douro, no Pocinho, Vila Nova de Foz Côa. É editor da Quetzal e diretor da revista Ler. 
Foi professor e jornalista além de diretor da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. Colaborou em vários jornais e revistas, foi autor de vários programas na rádio e televisão. 
Mantém, desde 2007, uma coluna diária sobre livros no CM. Da sua obra destacam-se títulos de poesia (Metade da Vida, antologia, O Puro e o Impuro, Se Me Comovesse o Amor, entre outros) e romances como Regresso por um Rio, Morte no Estádio, As Duas Águas do Mar, Um Céu Demasiado Azul, Um Crime Capital, Lourenço Marques, Longe de Manaus (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, 2005), O Mar em Casablanca e O Colecionador de Erva, além da colectânea de histórias do detetive Jaime Ramos, A Poeira Que Cai Sobre a Terra. 
Publicou também vários livros de crónica, viagem e gastronomia.

Sobre o Livro:
Poesia 
72 páginas 
PVP C/ IVA 12,90€


sábado, 12 de maio de 2018

Novidade: Açúcar: O Inimigo Invisível, de Miguel Ángel Almodóvar

Os bolos e os doces são a face visível do açúcar. Mas o verdadeiro perigo esconde-se na grande quantidade de produtos à venda com designações enganosas que nos levam a pensar que estamos na presença de alimentos e bebidas saudáveis. 

Esta premissa levou o Ministério da Saúde a lançar recentemente uma campanha publicitária com o objetivo combater o consumo de açúcar em excesso e alertar para os alimentos onde este ingrediente está "escondido". Afinal, um terço das crianças portuguesas tem excesso de peso e sofre, ou já sofreu, de obesidade. Na população adulta essa percentagem sobe para mais de 50%. 

A presença do açúcar em alimentos processados e bebidas industriais veio aumentar em grande escala o consumo desta substância, que em poucos anos deixou de ser considerada um luxo alimentar gerador de prazer para se revelar um verdadeiro inimigo da saúde. Mas como aconteceu essa mudança? Que perigos oferece, de facto, o açúcar para a nossa saúde? Que doenças se desenvolvem especificamente a partir do seu consumo exagerado? E, acima de tudo, o que podemos fazer para reduzir este consumo e regressar a hábitos alimentares mais saudáveis?

Em Açúcar: O Inimigo Invisível (Vogais | 256 pp | 16,59€), Miguel Ángel Almodóvar, investigador na área da saúde e alimentação, analisa de forma séria e imparcial os riscos que o consumo desenfreado de açúcar comportam para a saúde, contribuindo para o aumento da taxa de obesidade e, consequentemente, da proliferação de doenças como a diabetes tipo 2, a síndrome metabólica, os problemas cardiovasculares e até o cancro.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Novidade: A partir de HOJE nas livrarias

Contributo para a História do Feminismo - com textos de Marx e Lenine sobre feminismo reunidos em livro


Nos 200 anos do nascimento de Marx, a Alêtheia reúne alguns dos mais emblemáticos textos sobre o feminismo de Marx, Engels, Lenine e Alexandra Kollontai (burguesa russa que aderiu à revolução bolchevique e que foi a resposável das mulheres no movimento).

Neles fica bem expressa a posição dos autores em relação à família e à necessidade da sua abolição.

O livro, que chega hoje às livrarias e é prefaciado por Zita Seabra.

Novidade: Filho Único, de Rhiannon Navin

Sinopse:
Naquela terça-feira fomos para a escola como sempre. Mas nem todos voltámos para casa…


Escondido num armário com os colegas de turma do primeiro ano e com a professora, Zach Taylor ouve tiros a ecoar pelos corredores da escola. Um homem armado entra no edifício, ceifando dezanove vidas e mudando uma comunidade outrora muito unida para sempre. Enquanto a mãe de Zach se dedica a fazer justiça junto dos pais do atirador, culpando-os pelos atos do filho, Zach enfia-se no seu esconderijo supersecreto para se embrenhar num mundo de livros e arte. Munido de uma capacidade de compreensão recém-adquirida, de um otimismo e de uma teimosia que só uma criança pode ter, Zach embarca numa viagem fascinante até à reconciliação e ao perdão, decidido a ajudar os adultos da sua vida a redescobrirem as verdades universais do amor e da compaixão de que tanto precisam para superar os momentos mais terríveis das suas vidas.

Uma história diferente, vista pelos olhos de um menino de seis anos que, depois de um acontecimento traumático para toda a família, vai salvar todos os que o rodeiam através do otimismo, da teimosia e dos livros.

Uma história em que a arte e a literatura se convertem em estímulos, em refúgio e em salvação para um menino e a sua família. Um hino à esperança.

Para os leitores de O quarto de Jack e dos romances de Jodi Picoult chega agora uma estreia ternurenta e deslumbrante sobre reconciliação, família e a maravilhosa sabedoria das crianças.


Com os seus seis anos, Zach brinda-nos com a oportunidade de
recuperar, entre o ruído das nossas vidas adultas, a verdade
indiscutível da infância: a bondade gera bondade.


quinta-feira, 10 de maio de 2018

Novidade: Tempo de Silêncio, de Patrick Leigh Fermor


«O nosso mundo é ainda mais ruidoso do que era nos anos 1950, quando Fermor escreveu este livro: a música enlatada e os telemóveis não param de tilintar, e foge‑se do silêncio e da solidão como se fossem estranhos. Vivemos num tempo de certezas contraditórias e estridência religiosa. [Mas] há modos mais profundos e autênticos de se ser religioso. Pouquíssimos de nós são capazes de ser freiras ou monges contemplativos, mas podemos aprender a dar valor ao modo como estes vivem o sagrado, e integrar algo dessa disciplina tranquila e silenciosa nas nossas próprias vidas. Este livro precioso ajuda‑nos a fazer precisamente isso.» 
Karen Armstrong, Prefácio


Patrick Leigh Fermor (1915-2011) transformou a sua vida de aventuras em livros que se tornaram clássicos contemporâneos. Mas Tempo de Silêncio é o avesso das peripécias da viagem a pé desde uma pequena cidade holandesa até Constantinopla, ou da adrenalina sob o disfarce de pastor que em plena guerra mundial organizava a resistência à ocupação alemã numa ilha grega. Aqui encontramos um escritor em recolhimento: nas austeras abadias de França, e nos impressionantes mosteiros na rocha da Capadócia.

Sobre o autor:
Patrick Leigh Fermor nasceu em 1915, em Londres, de ascendência inglesa e irlandesa. Aos dezoito anos decidiu ir a pé até Constantinopla, a partir de uma pequena cidade da Holanda. Essa viagem deu origem ao livro A Time of Gifts (1977), que o consagrou como um dos grandes escritores de viagens do século xx. Escreveu ainda, entre outros, The Traveller´s Tree (1950), Mani (1958), Roumeli (1966) e Between the Woods and the Water (1986).
Em 1939, Fermor alistou-se no exército irlandês e foi combater na Grécia, vivendo dois anos disfarçado de pastor nas montanhas de Creta, onde organizava a resistência à ocupação germânica. Em 1944, liderou a captura do general alemão Heinrich Kreipe, façanha celebrizada no filme Ill Met by Moonlight (1957). O documentário The 11th Day (2003), sobre a resistência em Creta, inclui uma entrevista a Fermor onde ele relata a sua vivência militar grega. Recebeu duas importantes condecorações militares britânicas — Order of the British Empire (1943) e Distinguished Service Order (1944) — e era cidadão honorário de três cidades gregas — Heraklion (Creta), Kardamyli e Gytheion (Peloponeso).
Os seus livros foram galardoados com vários prémios literários: Heinemann Foundation Prize for Literature; WH Smith Literary Award; Lifetime Achievement Award (British Guild of Travel Writers); Thomas Cook Travel Award; Duff Cooper Memorial Prize. Foi ainda distinguido como Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras (França) e Comandante da Ordem da Fénix (Grécia). Em 2014, foi criada a Patrick Leigh Fermor Society.
A partir de 1968, viveu entre a Grécia, numa casa que construiu com a mulher, perto de Kardamyli, e Worcestershire, em Inglaterra, onde morreu em 2011, aos 96 anos

Novidade: Sessenta Contos, de Dino Buzatti

Sessenta Contos, de Dino Buzatti (Cavalo de Ferro | 456 pp | 23,99€) 


Sessenta Contos ilustra a mestria na narrativa breve de um dos nomes incontornáveis da literatura do século XX.

Volume de contos selecionados em vida pelo próprio autor, fruto de uma preferência pessoal e súmula do que melhor representa o seu universo singular, nestes Sessenta Contos encontramos bosques tenebrosos, montanhas desoladas habitadas por estranhas criaturas, cidades medievais, bandos de salteadores, viajantes incautos em fuga e obscuras maquinações políticas; paisagens imaginadas que se abrem a realidades metafísicas, a arquiteturas impossíveis, góticas, oníricas, nas quais sobressai a inquietação do homem perante o seu destino, o mistério da sua existência, o horror pela vida nas cidades e as suas rotinas diárias.

***

Às livrarias chega em simultâneo uma nova edição de O Segredo do Bosque Velho (4.ª ed.), obra igualmente elogiada. 

«O Segredo do Bosque Velho é um hino ao valor inefável da infância.» 
Hélder Dantas, Diário de Notícias 

«Uma escrita que, na harmonia do seu conjunto, se confunde com a musicalidade da poesia.» 
Ricardo Duarte, Jornal de Letras

Sobre o autor: 
Dino Buzzati (Belluno, 1906 – Milão, 1972) é autor de uma vasta produção narrativa que inclui volumes de contos, romances, peças de teatro, poesia e obras que conjugam texto com ilustração. O seu universo temático singular, junção de existencialismo e de uma visão fantástica e absurda do real, inclui os romances O Segredo do Bosque Velho e O Deserto dos Tártaros, este último adaptado ao cinema em 1976; os volumes de contos Os Sete Mensageiros, Pânico no Scala e A Derrocada da Baliverna; a novela gráfica Poema a Fumetti, de 1969; ou o livro infantil ilustrado La Famosa Invasione degli Orsi in Sicilia. A publicação de Sessenta Contos, em 1958, mereceu ao autor a atribuição do prestigiado prémio Strega.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Lá Fora, de Pedro Mexia

«As crónicas de Pedro Mexia contam "mil coisas, sem sistema", como dizia o Eça. Mas contam-nas com olhar certeiro e prosa afiada. Nelas, não há nem ideias excessivas, nem fórmulas bombásticas: a crónica não é feita para impressionar, mas para fazer pensar, ainda que o pensamento apenas se torne visível através de um sorriso, de um esgar, de um suspiro. […] Cada uma das suas crónicas pergunta muito e só aparentemente responde. Digamos que a resposta é, mesmo assim, uma epifania, mas "uma epifania sóbria, contida, à inglesa"» 
António Mega Ferreira, prefácio

«Lá Fora» não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou grandes temporadas em metrópoles sofisticadas: aqui, mais do que lugares físicos onde tenha estado, Pedro Mexia escreve sobre lugares mentais. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também «Paris, Texas», de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Mexia descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu.

Sobre o autor:
Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Crítico literário e cronista nos jornais «Diário de Notícias» e «Público», escreve actualmente no semanário «Expresso». É um dos membros do «Governo Sombra» (TSF / TVI24), e co-autor, com Inês Meneses, de «PBX», um programa da Radar e podcast do «Expresso». Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa.
Publicou seis livros de poesia, antologiados em «Menos por Menos» (2011), a que se seguiu «Uma Vez Que Tudo se Perdeu» (2015). Editou os volumes de diários «Fora do Mundo» (2004), «Prova de Vida» (2007), «Estado Civil» (2009) e «Lei Seca» (2014), e as colectâneas de crónicas «Primeira Pessoa» (2006), «Nada de Melancolia» (2008), «As Vidas dos Outros» (2010), «O Mundo dos Vivos» (2012), «Cinemateca» (2013) e «Biblioteca» (2015). No Brasil, saíram «Queria mais é que chovesse» (crónicas, 2015) e «Contratempo» (poesia, 2016).
Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, «Contemplação Carinhosa da Angústia»; a antologia «Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa» [com José Tolentino Mendonça]; e «O Homem Fatal», crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a colecção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

Novidade: Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva, de Maggie O’Farrell

«Quando és criança, ninguém te diz: "vais morrer". Tens de descobrir isso por ti. Algumas pistas são: a tua mãe a chorar e, depois, a fingir que não estava a chorar; não deixarem os teus irmãos virem visitar-te; a expressão de preocupação, gravidade e um certo fascínio com que os médicos olham para ti; a maneira como as enfermeiras se esforçam por não te olharem nos olhos; familiares que vêm de muito longe para te verem. Quartos de hospital isolados, procedimentos médicos invasivos e grupos de estudantes de Medicina também são sinais claros. Ver ainda: presentes muito bons.»



Maggie O’Farrel, autora multipremiada e uma das vozes mais interessantes da literatura atual, relata, em Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva, as 17 experiências de proximidade com a morte que viveu durante a sua vida, num tom de memória e com um caráter literário muito presente. 

Uma doença na infância que deveria ter sido fatal, uma fuga em adolescente que quase termina em desastre, um encontro assustador num caminho isolado, um parto arriscado num hospital com falta de pessoal – estes são apenas quatro dos dezassete encontros com a morte que Maggie O’Farrell relata na primeira pessoa. São histórias verdadeiras e fascinantes que impressionam, comovem, arrepiam e, sobretudo, nos fazem recordar que devemos parar, «respirar fundo e ouvir o bater do coração». 

Os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura aqui.

Sobre a autora: 
Maggie O’Farrell nasceu na Irlanda do Norte, cresceu entre Gales e Escócia, e, atualmente, vive em Edimburgo. Trabalhou como jornalista e editora literária no Independent on Sunday, e deu aulas de escrita criativa. Em 2010, recebeu o prémio Costa com o romance The Hand That First Held Mine, e, em 2013, foi finalista do mesmo prémio com o romance Instructions for a Heatwave. Os seus livros estão publicados em 20 países.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Novidade: O Poder de Naomi Alderman

Considerado, por muitos, um dos melhores livros de 2017
(entre os quais, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama)

Uma edição do grupo Saída de Emergência
E se, um dia, as raparigas ganhassem subitamente o estranho poder de infligir dor excruciante e morte? De magoar, torturar e matar? 
Quando o mundo se depara com esse estranho fenómeno, a sociedade tal como a conhecemos desmorona e os papéis são invertidos. Ser mulher torna-se sinónimo de poder e força, ao passo que os homens passam a ter medo de andar na rua, sozinhos à noite. 
Ao narrar as histórias de várias protagonistas, de múltiplas origens e estatutos diferentes, Naomi Alderman constrói um romance extraordinário que explora os efeitos devastadores desta reviravolta da natureza, o seu impacto na sociedade e a forma como expõe as desigualdades do mundo contemporâneo.

Sobre a autora:
Naomi Alderman cresceu em Londres e frequentou a Universidade de Oxford. É professora de Escrita Criativa na Bath Spa University e escreve frequentemente para o The Guardian. O seu primeiro romance, Desobediência, já publicado pela Saída de Emergência, ganhou em 2006 o Orange Award for New Writers. Em 2017, O Poder venceu o Baileys Women’s Prize para Ficção.

Novidade: Destinos Divididos, de Veronica Roth

Sobre o livro: 
As vidas de Cyra Noavek e Akos Kereseth são regidas pelos seus destinos, ditados à nascença pelos oráculos.

Uma vez pronunciados, os destinos são incontornáveis. 

Akos está apaixonado por Cyra, apesar do seu destino: morrer ao serviço da família de Cyra. E quando o pai de Cyra, Lazmet Noavek, um tirano desalmado dado como morto, reivindica o trono de Shotet, Akos acredita que o seu final está mais próximo do que nunca.

Quando Lazmet desencadeia uma guerra bárbara, Cyra e Akos tentam desesperadamente pôr-lhe um fim, a qualquer custo. Para Cyra, isso pode implicar arrebatar a vida ao seu hipotético pai. Para Akos, pode implicar sacrificar a própria vida. Numa estonteante reviravolta, os dois vão descobrir como os destinos definem as suas vidas de formas tão inesperadas.

Na sequela de Gravar as Marcas, Veronica Roth introduz duas poderosas novas vozes, numa narrativa
de esperança, humor, fé e resiliência.

Sobre a autora:
Veronica Roth  é a autora de Divergente, Insurgente, Convergente, Quatro – Histórias da Série Divergente e Gravar as marcas. Roth e o marido vivem em Chicago. Saiba mais online em www.veronicarothbooks.com


sábado, 5 de maio de 2018

"Alma Vagueante" de Mário Cláudico vence prémio da Associação Portuguesa de Escritores

A obra “A Alma Vagueante”, da autoria de Mário Cláudio, publicada pela Minotauro, acaba de
vencer, por unanimidade, a 3ª edição do Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, da Associação Portuguesa de Escritores (APE). A “brilhante qualidade” da escrita do autor foi reconhecida pelo júri do galardão, que destacou ainda “o enorme poder de sugestão dos perfis delineados; e a singularidade de serem crónicas sobre personalidades merecedoras de homenagem, enquanto relevantes criadores da cultura portuguesa”.

O júri foi composto por Cândido Oliveira Martins (professor na Universidade Católica Portuguesa), Carina Infante do Carmo (professora da Universidade do Algarve e membro do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e Carlos Albino Guerreiro (jornalista e autor de “O Bando dos Instantes”).

A cerimónia de entrega do galardão, com o valor pecuniário de 10 mil euros, realiza-se no próximo dia 10 de maio, no salão nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.
Com prefácio de José Carlos de Vasconcelos cada texto de “A Alma Vagueante” aborda uma figura proeminente da cultura contemporânea portuguesa. Esta obra, do autor vencedor dos prémios Pessoa, Virgílio Ferreira, Fernando Namora e da Associação Portuguesa de Escritores, é composta por 25 crónicas que saíram no jornal Diário de Notícias ao longo dos anos de 2015 e 2016. Conta ainda com a inclusão de duas crónicas inéditas, que resgatam do esquecimento momentos preciosos vividos pelo autor.

Pedro Homem de Mello, David Mourão-Ferreira, Eduardo Prado Coelho, Eugénio de Andrade, José Saramago e Virgílio Ferreira são algumas das figuras de destaque da cultura contemporânea portuguesa que, em contacto pessoal com o autor Mário Cláudio, deram origem às crónicas que integram esta obra, sendo apresentados retratos que eternizam o eco da importância destes mestres da cultura nacional.

As crónicas incluídas em “A Alma Vagueante” são uma janela para memórias que Mário Cláudio partilhou com figuras proeminentes da cultura portuguesa, fundamentalmente do mundo literário, mas também das belas-artes, que, após a sua morte, resistem aos desafios do tempo.

A obra encontra-se à venda pelo PVP de 12,90€.