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terça-feira, 21 de maio de 2019

Lido: Quando Lisboa tremeu, de Domingos Amaral

Há muito que estava interessada em ler Domingos Amaral. Não me perguntem porquê. Os títulos dos livros dele são sempre muito interessantes, e aborda diversos temas da História, seja ela mais contemporânea, ou não. 

Então, quando a Patrícia Rodrigues lançou o vídeo das categorias de maio do projeto #Lusiteratura, depois de muito pensar, optei por este Quando Lisboa tremeu. A premissa era simples: durante o terramoto de 1755, em Lisboa, um grupo de sobreviventes acaba, devido à força das circunstâncias, formar um grupo muito pouco comum. 

Temos Santamaria, um pirata, acompanhado pelo seu companheiro árabe, duas freiras, um rapaz de 12 anos que acredita à viva força que a sua irmã gémea continua viva debaixo dos escombros da sua casa, e um comerciante inglês. 

Todos eles procuravam algo mais das suas vidas, e o terramoto - e o caos que se seguiu - permitiu que tivessem a oportunidade de encontrar esse "algo mais". E, de alguma forma, as suas vidas estão ligadas entre si. 

Dei-lhe 3 estrelas. Não é um mau livro, atenção. Lê-se bem, confirma-se que Domingos Amaral sabe trabalhar com as palavras, tem uma linha de imaginação muito interessante, mas sinto que faltou qualquer coisa, que se perdeu qualquer coisa, entre as idas e vindas dos personagens. 

Uma coisa que me fazia revirar os olhos, confesso, eram as linhas de diálogo das personagens. Uma das freiras falava com sotaque do Norte, havia - de tempos a tempos - outra personagem brasileira, o inglês misturava o português com a sua língua nativa, o árabe não conjugava verbos... por isso, sim, as linhas de diálogo eram um autêntico "corta-entusiasmo". 

Irei, certamente, ler mais Domingos Amaral, e espero, muito sinceramente, que este pormenor que considero um erro estratégico, não se replique. Entendi a intenção dele, mas não gostei. E por causa disso, Quando Lisboa tremeu não irá ser um livro que considere memorável. 

Leitura simpática, sim. Tema interessantíssimo, sem dúvida. Mas encanitei com as falas. Condenem-me!

Esta foi a minha 41.ª leitura de 2019. Tinha posto 45 livros como meta para este ano, no Goodreads Reading Challenge, mas, entretanto, já editei este número e apontei as baterias para os 60. 

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Lido: Se Isto É Um Homem, de Primo Levi

Primo Levi não romanceou a sua passagem por Auschwitz. Aquilo que li foi a descrição de alguém profundamente marcado e amargurado com esta experiência de quase vida vs. quase morte.

Primo Levi foi capturado em dezembro de 1943 e deportado para Auschwitz no início de 1944. Teve a "sorte" de apanhar escarlatina e, por isso, não ter integrado a Marcha da Morte a meio de janeiro de 1945, poucos dias antes da libertação daquele campo.

Tudo o que lemos neste livro, é a visão deste homem sobre o momento em que foi capturado, até à data da libertação - viu chegar os russos quando, já em tremendo esforço, largava o corpo, já sem vida, de um prisioneiro que morrera durante a noite.

Este livro é muito cruel. Não está cá com paninhos quentes, para tentar "poupar" o leitor que, coitadinho, não pode ler sobre o Holocausto, nem ficar chocado. Este livro é visceral e cru. Não sei muito bem o que escrever sobre este documento. Porque "Se Isto É Um Homem" não é simplesmente um livro sobre o Holocausto. Não é um romance. Não é baseado na história de.

Soube que Primo Levi morreu aos 67 anos, numa queda que ainda se encontra por explicar. Alguns defendem que se tratou de suicídio, e não de um acidente. Que a alma de Primo Levi havia morrido muitos anos antes, em Auschwitz. E é por causa de Levi e de outros que é importante continuar a falar deste assunto. É importante que os erros do passado não se repitam. É importante que as pessoas continuem a ler sobre o assunto, a escrever sobre o assunto, a sentirem-se envergonhadas, doentes, nauseadas, culpadas... porque, infelizmente, os sobreviventes, aos poucos vão morrendo. Nesta altura, já passaram 74 anos. São muito poucos aqueles que estiveram lá e sobreviveram naquelas condições.

A comparação vai ser ridícula, mas, no filme da Disney "Coco", falou-se muito sobre a preservação da memória de quem já partiu. E quando morrer a última pessoa que ali esteve, a memória perde-se. E é por isso que se reveste de uma importância ainda maior que estes livros continuem a ser re-editados. Que continuem a chegar a mais e mais pessoas.

Terminei um livro sobre a privação de liberdade, sobre sacrifício, sobre dor e perda, no dia em que Portugal celebra os 45 anos do 25 de abril. Portugal que teve Peniche, Caxias e Tarrafal. Portugal que também está a passar por uma terrível perda de memória...

Citação escolhida: 
"Temos, portanto, sem dúvida de lavar a cara sem sabão, na água suja, e limparmo-nos ao casaco. Temos de engraxar os sapatos, não porque a tal obriga o regulamento, mas por dignidade e por propriedade."   

terça-feira, 26 de março de 2019

Lido: O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez

Tenho tido sorte com as leituras que tenho feito; é isso, ou então os meus critérios alteraram-se. A verdade é que O Amor nos Tempos de Cólera de "Gabo" foi mais uma leitura de 5 estrelas.

Fiz um forcingzinho para terminar de ler as últimas páginas, apesar de estar já bastante cansada. Trata-se d'O Romance de "Gabo". Mais do que de amor, é um livro sobre a existência e a condição humanas, sobre o destino...

Florentino Ariza, um jovem apagado, apaixona-se por Fermina Daza. Durante algum tempo, cerca de 3 anos, correspondem-se, mas, um dia, a magia que Fermina sentia, desaparece. Casa-se, viaja pelo mundo, tem filhos, envelhece, sem se aperceber que Florentino mantém, dentro de si, a chama apaixonada dos tempos de adolescente.

A promessa que lhe fizera mantém-se, apesar do tempo: ele amá-la-à para sempre.E eis que, entretanto, se passaram 53 anos. 

Não vou alongar-me. Aliás, não quero alongar-me.

Nos últimos dias, discutiu-se o momento em que nós, leitores, desistimos de uma leitura. Há tanto para ler. Seriam precisas mil vidas para conseguir ler tudo aquilo que é produzido; contudo, acho que há uma altura para cada um dos livros que nos passam pelas mãos. E acho que só agora, com 36 anos, o momento do meu encontro com "Gabo" é uma reunião feliz. Já havia lido outros livros dele, mas tinham-se apagado da memória. Este ano, já reli "Memória das Minhas Putas Tristes" e foi maravilhoso.

Agora com O Amor nos Tempos de Cólera deu-me para rir, revirar os olhos, enervar-me, assustar-me e comover-me. Não chorei, mas vontade não faltou. É uma obra soberba. Quase conseguimos sentir, cheirar, visualizar aquilo que as personagens sentem, cheiram ou visualizam.

"Fermina Daza continuou imóvel até de madrugada, a pensar em Florentino Ariza, não como na sentinela desolada do Parque dos Evangelhos cuja recordação já não lhe suscitava nem uma luzinha de nostalgia, mas como era então, decrépito e manco, mas real: o homem que esteve sempre ao alcance da sua mão e não soube reconhecer."

Ousem ler "fora da caixa". Sejam ousados. Não olhem para os livros como objetos velhos. Observem. Sintam-nos. Criem relações. Nunca vi o filme, e, no entanto, criei-o na minha cabeça. E agora, até tenho receio de o ver, para não apagar da mente, as minhas criações imaginárias. 


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

sábado, 6 de outubro de 2018

Novidade: Coleção ‘Explorer Academy’

Sobre o livro:
A National Geographic estreia-se no mundo da ficção juvenil com a coleção de livros ‘Explorer Academy’. O primeiro livro da saga – ‘O Segredo de Nebula’ – estará à venda desde 2 de outubro, com a chancela da ASA, uma das editoras do Grupo LeYa. 

Destinado aos jovens entre os 8 e os 12 anos, a coleção ‘Explorer Academy’, da autoria de Trudi Trueit, conta a história de um rapaz de doze anos – Cruz Coronado – que deixa a sua casa no Havai para ir estudar na prestigiada Explorer Academy.

É nesta instituição que ele e mais 23 jovens de todo o mundo serão treinados para se tornarem a próxima geração de grandes exploradores. Para Cruz, no entanto, há algo mais em jogo. Assim que chega à Academia, descobre que a sua família partilha com a organização um passado misterioso que poderá colocar em perigo o seu futuro. Ele até podia dedicar-se apenas a participar nas aulas ou a resolver os enigmas que lhe são lançados, a fazer novos amigos ou a divertir-se nas mais incríveis expedições de realidade aumentada; mas Cruz terá forçosamente de encontrar a resposta para as maiores questões da sua vida: Quem anda atrás dele… e porquê?

Uma referência mundial em temas de exploração e ciência ao longo de mais de 130 anos, a National Geographic dá agora um salto para o mundo da ficção com o lançamento desta nova série de livros destinada ao público jovem. Jornalistas, cientistas e exploradores da National Geographic Society foram a fonte de inspiração para as aventuras e histórias narradas ao longo da coleção. As suas descobertas, que envolveram alta tecnologia e os mais modernos métodos de investigação, foram a base para contar a história de Cruz Coronado.

Com o lançamento de um livro por ano, cada volume foca-se em vários temas centrais do universo da National Geographic, nomeadamente a geografia, a história e a arqueologia, os enigmas do cosmos, o desenvolvimento da ciência e da tecnologia com base na engenharia e na matemática, bem como a exploração de vários locais do mundo e das suas culturas.

A autora norte-americana Trudi Trueit, responsável por mais de cem livros para jovens leitores, escreveu esta saga com a preocupação de cada livro funcionar como uma publicação independente. Mas também com o objetivo de cada um deles fazer parte de uma experiência concebida e produzida para que as personagens e a narrativa funcionem em várias plataformas, desde os livros impressos ao suporte digital, em vários tipos de ecrãs.

Para Luís Fernambuco, diretor geral da National Geographic Partners em Portugal, “É nossa convicção que a educação e a partilha do conhecimento, através de uma narrativa inspiradora e credível, são uma ferramenta poderosíssima para transmitirmos às próximas gerações a importância pelo respeito dos valores humanistas e da conservação do nosso planeta. Com a coleção ‘Explorer Academy’ procuramos transmitir estes valores ao público mais jovem, através de uma história empolgante e com personagens com as quais ele se possa identificar, até porque são inspiradas em pessoas e projetos de investigação reais. Estou certo que os nossos jovens leitores se irão imaginar a eles próprios em muitas destas aventuras e que com esta coleção estaremos a contribuir para a criação de uma nova geração de exploradores portugueses.”

Nas palavras de Vítor Silva Mota, editor infanto-juvenil da ASA/LeYa, “trata-se de uma coleção verdadeiramente apaixonante, não só pelo ritmo acelerado da narrativa e pelas voltas e reviravoltas da história, mas também – e talvez sobretudo – pela credibilidade da mesma, que faz com que os leitores se identifiquem automaticamente com as situações descritas e se sintam quase como que mergulhados na própria aventura. As componentes humanista, ecológica e científica, que sempre foram apanágio da National Geographic, estão bem presentes ao longo do livro e não deixarão com certeza de inspirar os leitores a perseguir os seus próprios sonhos de acordo com aqueles valores. Por tudo isto, foi com muita satisfação que a ASA abraçou desde o primeiro momento esta parceria com a National Geographic e é agora com muito orgulho que publica o primeiro volume daquela que promete vir a ser uma série de referência para o futuro.”

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Lido: Perguntem a Sarah Gross

Que livro bom, senhores e senhoras! Em fevereiro, li Os Loucos da Rua Mazur, e tinha ficado rendida a João Pinto Coelho. Na altura, havia ficado com Perguntem a Sarah Gross na retina, porque as críticas a este livro eram tão boas como ao "Os Loucos".

Este fim-de-semana, passei na FNAC, e acabei por comprar a edição de bolso de Perguntem a Sarah Gross (sim, lembro-me de, recentemente, ter pedido para me internarem se voltasse a comprar um livro a curto prazo...).
Não resisti e comecei logo a ler. E li. E li. E eram mais meia dúzia de páginas. E li. E "assim como assim" já passei as 360 páginas. E li. E só faltam 50 para terminar. E terminei. Em menos de 24 horas.

João Pinto Coelho faz os trabalhos de casa. E, pela minha saúde, eu precisava de morrer e nascer outra vez para escrever como ele. Aliás, quando eu for grande quero saber escrever como ele. A magia, a realidade, o ambiente... as palavras que usa para descrever algumas das maiores crueldades que se passaram em Birkenau-Auschwitz nos anos da guerra têm uma incomum forma de arte.

Chorei a ler este livro. Pronto, está dito. E terminei-o a implorar silenciosamente, que João Pinto Coelho volte depressa aos escaparates das livrarias. Eu compro, mesmo que seja um livro a falar das pedras da calçada.

Kimberly é convidada a ir a uma entrevista a um dos mais conceituados colégios americanos. Sabemos que foge de alguma coisa, sentimos o seu desconforto, mas precisamos de avançar na narrativa para "ouvirmos" pela sua voz o que tanto a afeta.

Pela frente, tem Sarah Gross, a diretora do colégio. Uma mulher enigmática, mas que consegue transmitir fortes emoções apenas com o olhar. Kimberly consegue a vaga e muda-se para o Colégio de Saint Oswald's. Cedo percebe que Sarah Gross é uma voz dissonante junto daqueles que querem manter vivo o espírito elitista da instituição. Reformular e modernizar o colégio é uma das missões a que se propõe.

Ao iniciar o 2.º ano letivo no Colégio, numa bela manhã, perto do Natal, Kimberly vê o seu mundo abalar, com uma descoberta perturbadora. E, essa descoberta, vai levantar muita da poeira acumulada ao longo de anos de encobrimentos, dor e sacrifício.

Perguntem a Sarah Gross começa em 2013, com a nossa narradora a contar eventos passados nos finais dos anos 60; eventos esses que vão sendo intercalados com episódios passados na Polónia dos anos 20 e 30, pouco antes do início da 2.ª Guerra Mundial.

Senti a dor de cada uma das personagens. João Pinto Coelho já me havia transmitido essa sensação, e agora pude confirmá-lo. Ainda estou ligeiramente ansiosa com o que li, quase como se eu própria fosse a portadora de segredos tão obscuros como aqueles que Sarah, ou até mesmo Kimberly, suportaram.

Leiam. A sério. Leiam Perguntem a Sarah Gross. Vale cada segundo do vosso tempo.
Comprar livros é um luxo. Comprar literatura não é barato, mas esta edição, custou menos de 10 euros. Estou sem óculos e fiz um esforço bastante grande para ler aquelas letrinhas inerentes a uma edição de bolso, mas dormi com a alma preenchida.


sábado, 5 de maio de 2018

HOJE, lançamento de Alice Vieira

Lançamento dos livros "Olha-Me como Quem Chove", de Alice Vieira e "Retratos Contados: Alice Vieira.75 Anos", de Nélson Mateus

Local: Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira

16h00

(clicar em cima da imagem, para ver convite aumentado)


domingo, 1 de abril de 2018

Lido: Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

Estou sem palavras para descrever Cem Anos de Solidão. Terminei-o há poucos minutos e ainda estou como que a processar o que acabei de ler.

Sei, contudo, que Cem Anos de Solidão vai estar, para sempre, na minha lista mental de livros preferidos de todos os tempos.

Este não é um livro "normal", seja lá o que isso signifique. Abrir - e ler! - Cem Anos de Solidão é descobrir uma obra-prima da escrita.
Mas, vamos por partes:
a "personagem" principal deste romance é a família Buendía, nas suas várias gerações. José Arcadio Buendía e Úrsula, primos, são casados e têm três filhos: José Arcadio, Aureliano e Amaranta. Até aqui, tudo perfeito e tranquilo. A família Buendía é uma das fundadoras de Macondo, "uma aldeia de vinte casas de barro e cana".

Todos os anos, no mês de março, Macondo era visitado por um grupo de ciganos que trazia até a esta pequena aldeia, maravilhas "lá de fora". E, destas visitas cadentes, acaba por nascer uma amizade entre José Arcadio Buendía e Melquíades - que apesar de morrer algures a meio do livro, irá estar presente até à última página.

O que assistimos em Cem Anos de Solidão é à ascensão, tragédias e infortúnio de sete gerações da família Buendía, a par do crescimento e queda da própria aldeia.

Ao longo das gerações, Úrsula é das poucas personagens que vai sobrevivendo; estima-se que terá morrido com uma idade a rondar os 115 e os 122 anos. Bem como os escritos de Melquíades, que aos poucos, vão sendo traduzidos pelas gerações de Buendías.
Vemos filhos, pais, netos e avós a passarem pelos anos, a morrerem de velhice ou assassinados, e a quase nunca verem os seus desejos concretizados. Vemos relações familiares que não se descobrem e que se confundem numa era que os registos eram subvalorizados e que a memória não era algo cultivável.

No final, quando resta um único descendente de José Arcadio Buendía, apercebemo-nos que Melquíades previu todos os destinos dos muitos personagens deste romance soberbo, com cem anos de antecedência. Mesmo o da criança que nasce com rabo de porco, fruto da consanguinidade.

Esta minha "review" é tão absurdamente simples que até me envergonha, confesso. Este é um daqueles livros que não se pode ler apenas uma vez, até porque a rep
etição de nomes é tanta que teremos de ler de novo e de novo para "apanharmos" pormenores mais escorregadios.

A última frase do livro:
"No entanto, antes de chegar ao verso final, já tinha percebido que não sairia nunca desse quarto, pois estava previsto que a cidade dos espelhos (ou das miragens) seria arrasada pelo vento e desterrada da memória dos homens no momento em que Aureliano Babilonia acabasse de decifrar os pergaminhos, e que tudo o que neles estava escrito era irrepetível desde sempre e para sempre, porque as estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a Terra."

Cem Anos de Solidão é o 17.º livro que termino em 2018.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Novidades infanto-juvenis

Quem foi criança nos anos 90, certamente que leu os livros Uma Aventura. O meu primeiro livro da coleção foi Uma Aventura no Carnaval que um dos meus primos me ofereceu num aniversário.

Logo, esta notícia não me podia passar ao lado: o lançamento de histórias, mini-aventuras, vá... com os protagonistas de Uma Aventura, para os ainda mais novos. Nova coleção – Ler é Uma Aventura

O primeiro é: As Gémeas Fazem Anos, escrito por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações do sempre habitual Arlindo Fagundes.

Uma história envolvente e apelativa que contribuirá para estimular o amor aos livros e o desejo de aprender a ler. E que enternecerá os que foram leitores da coleção Uma Aventura, por encontrarem as personagens quando eram mais novas e por ficarem a saber como o Caracol entrou na vida das gémeas. Com os mesmos heróis da coleção Uma Aventura

40 páginas - PVP C/ IVA 9,90€

* * *
Quem foi criança nos anos 90, se não leu, pelo menos ouviu falar de Alice Vieira. No mínimo. É o limite aceitável: ouvir falar de ...

A Leya lançou uma nova edição de Rosa, Minha Irmã Rosa, com uma nova capa.

Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família - incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios. Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

120 páginas - PVP C/ IVA 11,00€

Estes são dois exemplos dos clássicos da literatura infanto-juvenil É muito estranho da minha parte querê-los para mim?!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Os Loucos da Rua Mazur, de João Pinto Coelho

A acompanhar-me durante a aula de natação da minha cria
Este foi um livro que me ficou na retina, mal ouvi os primeiros murmúrios sobre ele. A ideia era simples: em Paris, no ano de 2001, Yankel, um velho livreiro cego, recebe uma visita inesperada - Eryk, o seu melhor amigo de infância.

Feito escritor famoso, também Eryk sofre com a idade e pede ao seu velho amigo ajuda para a escrita daquele que virá a ser a sua última obra, o livro que o irá redimir... o desafio é escreverem sobre a sua infância e o destino da aldeia polaca onde nasceram e cresceram, que durante a Segunda Guerra Mundial foi dizimada: primeiro, pelos russos e depois, pelas tropas alemãs.

Eryk estará sempre acompanhado da esposa Vivianne que, ao longo da narrativa, mostra saber mais desta viagem ao passado do que, inicialmente, pensamos.

A cidade estava literalmente dividida em duas: de um lado cristãos e do outro, os judeus. Um dia, com o pronúncio da vinda dos primeiros soldados, a vida daquelas duas comunidades - mantida por séculos de rancores - nunca mais viria a ser a mesma.

Não quero contar muito deste livro, confesso. É um "filho da mãe" de um livro. Caraças. Demorei... sei lá... menos de uma semana a lê-lo (?!). Prendeu-me de tal forma que só parei para respirar de tempos a tempos... e para clarear a garganta que parecia querer prender nela alguns soluços secos.

Terminei de o ler há instantes. Foi o tempo de o guardar na estante, pegar no portátil, abrir o Blogger e começar a escrever. Ainda o estou a digerir...

Os Loucos da Rua Mazur é um livro histórico - quase um documento -, é uma biografia, é um romance... e a escrita (?!)... a escrita é linda, é humana, é crua ao ponto de nos deixar indignados, arrepiados com as descrições.

Acabo de substituir Os Loucos da Rua Mazur por Perguntem a Sarah Gross, na minha lista de livros a ler.

No fim do livro, João Pinto Coelho escreve que os factos descritos foram inspirados em factos reais, o que nos deixa um amargo na boca e a sensação de ficarmos "sem chão" perante as traições e as atrocidades cometidas, por pessoas perfeitamente comuns contra os seus vizinhos. 

Os Loucos da Rua Mazur merece um reconhecimento claro dos leitores. Vale tanto a pena lê-lo, acreditem em mim!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Mia Couto presente na comunidade de leitores da livraria LeYa na Buchholz

A livraria LeYa na Buchholz, em Lisboa, vai voltar a ter a sua comunidade de leitores. O primeiro encontro da comunidade, que terá a designação “LeYa Connosco”, acontece já no próximo dia 28 de novembro, às 19h, e o autor convidado será o escritor moçambicano Mia Couto que participará no debate sobre a trilogia “As Areias do Imperador”, cujos livros foram sugeridos para leitura e discussão.

A comunidade será orientada e moderada pela crítica e jornalista Filipa Melo e composta por um grupo heterogéneo de pessoas que se reunirá, mensalmente, para, num ambiente informal, partilhar a experiência de leitura prévia de um livro, e para, em conjunto e com o autor, o reler em voz alta, analisar, discutir e relacionar com outras leituras paralelas e com a experiência de vida de cada um.

Em cada sessão mensal, a comunidade está aberta a novos leitores para novos livros e novos autores. Na primeira hora de cada sessão, o livro é discutido entre os membros da comunidade. Na segunda hora, o grupo recebe o autor do livro escolhido para leitura para com ele partilhar as suas impressões de leitura.

A Comunidade de Leitores LeYa Connosco será o espaço por excelência de todos aqueles que gostam de ler e conhecer pessoalmente os autores de ficção e de pensamento contemporâneos de língua portuguesa.

Orientação e moderação: Filipa Melo

Local: Livraria LeYa na Buchholz – Rua Duque de Palmela, Lisboa

Data primeira sessão: Terça, 28 de novembro, das 19h às 21h

Autor convidado: Mia Couto

Livro em discussão: O Bebedor de Horizontes, terceiro volume da trilogia moçambicana "As Areias do Imperador"

Leituras paralelas sugeridas: Mulheres de Cinza e A Espada e a Azagaia, primeiros dois volumes da trilogia

A participação na Comunidade LeYa Connosco está sujeita a reserva (inscrições limitadas) e pagamento (13 euros/sessão) prévios. Email para reservas e mais informações: leyaconnosco@gmail.com

Mais informações em www.leya.com

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Novidade: O Bebedor de Horizontes, de Mia Couto

A apresentação deste livro teve lugar na Sala do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa, 
no passado dia 9 de novembro.

Esta novidade da Caminho faz parte da trilogia As Areias do Imperador, constituída pelos livros Mulheres de Cinza (livro um) e A Espada e a Azagaia (livro dois)

Neste último volume da trilogia, os prisioneiros embar­cam no cais de Zimakaze e a lancha parte em direção ao posto de Languene. Ali farão uma breve paragem para depois rumarem para o estuário do Limpopo e ali darem início à viagem marítima que conduzirá os africanos para um distante e eterno exílio.

Sobre o autor:
Mia Couto é largamente traduzido e galardoado: Prémio Vergílio Ferreira 1999; Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia. Jesusalém foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da rentrée literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama. Em 2011 venceu o Prémio Eduardo Lourenço, Em 2013 foi galardoado com o Prémio Camões e com o prémio norte-americano Neustadt.

Ficha técnica:
PVP: 18,80 euros 
(16,92 euros no site http://www.leyaonline.com, numa promoção de 10% até 07/02/2018)
384 páginas
ISBN: 9789722128889

domingo, 5 de novembro de 2017

Próximos lançamentos editoriais

Estes são alguns dos lançamentos que se irão realizar nos próximos dias. Confessem lá que não dão vontade de levantar o rabiosque do sofá e ir lá?? Vá... vamos ser honestos!!!

E reservem nas agendas os dias 7 e 9 de novembro!






quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Sangue Vermelho em Campo de Neve - "Inverno", de Mons Kallentoft

Há muito que ando que esta série de livros debaixo de olho, mas com tantas coisas a acontecerem, com tantos livros a serem lançados, tantas séries a serem vistas (além de um pequeno de 4 anos...) - o tempo não dá para tudo! Infelizmente, acrescento!

Finalmente, dei o primeiro passo, numa Feirinha do Livro que estava "estacionada" na Praia das Maçãs, este Verão, e comprei Sangue Vermelho em Campo de Neve.

Já o li, entretanto. E posso, com toda a autoridade, dizer que este é um livro que não pode passar ao lado dos apreciadores de: literatura nórdica e thrillers/policiais.
Além dos crimes que aqui são cometidos, temos todo o ambiente sueco, num Inverno rigoroso. As descrições dos dias fazem-nos tremer de frio, mesmo estando nós no pico do Verão.

Um dos pormenores que achei bastante curioso - e não o vejo em outros livros do mesmo género é a introdução de monólogos das vítimas mortais. Os mortos têm uma voz que não é ouvida por ninguém. Conhecemos os seus anseios, as suas lutas... - num "arrojo" literário.

A protagonista, Malin Fors, inspetora, é super-interessante, empenhada e inteligente. Estou curiosa para ver como dá desenvolvimento, nos livros seguintes, a um arco que deixou aberto: em que circunstâncias e quem violou Maria Murvall?

Sinopse:
No Inverno mais frio de que há memória na Suécia, um homem, nu e obeso é encontrado pendurado num carvalho solitário no meio das ventosas planícies de Ostergotland. O cadáver apresenta sinais evidentes de violência mas, em volta, a jovem e ambiciosa inspectora Malin Fors só pode constatar como a neve cobriu e ocultou para sempre as eventuais pistas deixadas pelo assassino. A única certeza é que o macabro achado vai abalar a vida tranquila da pequena comunidade de província e trazer de volta terríveis segredos há muito escondidos.

Sobre o autor:
Kallentoft nasceu numa pequena cidade de província numa família da classe operária onde os livros eram um fenómeno raro. Passou a infância e os primeiros anos da adolescência a jogar futebol e hóquei no gelo, até que uma grave lesão desportiva o manteve durante um longo tempo imobilizado. Foi então que, aos 14 anos, descobriu a literatura: Kafka, Hemingway e George Orwell abriram-lhe as portas de mundo completamente novo.
O caminho para o seu percurso de escritor passou pela publicidade, o jornalismo e os bairros mais sombrios de Madrid.
O seu livro de estreia, Pesetas , recebeu o prémio da Associação Sueca de Escritores para um primeiro livro. Depois de dois outros romances e de um livro sobre viagens e comida, Mons Kallentoft escolheu dar o seu toque pessoal ao clássico romance policial sueco. O sucesso foi imediato.
O primeiro livro da série protagonizada por Malin Fros recebeu os elogios unânimes e conquistou os primeiros lugares das tabelas de vendas.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Homenagem a Rosa Lobato Faria - LeYa celebra a autora com novas edições

Novas edições, com nova capa, do romance Os Pássaros de Seda e do livro infantil História de Muitas Cores chegam esta semana às livrarias. Ontem à noite, dia 20, juntaram-se familiares e amigos num encontro em que Vitor de Sousa leu poemas de Rosa Lobato de Faria, Eugénio Lisboa falou da vida e obra da autora, e os netos cantaram as letras criadas pela avó.

Por ocasião da celebração da data (20 de abril) em que Rosa Lobato de Faria completaria 85 anos, a LeYa relança algumas das suas obras mais importantes: às livrarias chegam agora uma nova edição, com nova capa, do romance Os Pássaros de Seda (ASA) e uma nova edição, em novo formato e com nova capa de História de Muitas Cores, integrada na Biblioteca Infantil Rosa Lobato de Faria (ASA). Na BIS, coleção de pequeno formato da LeYa, haverá nova edição do romance O Pranto de Lúcifer e a reedição de Os Três Casamentos de Camila S., obra que este ano completa 20 anos de existência.


sábado, 15 de abril de 2017

Ligações Arriscadas, de Sandra Brown

Terminei ontem, sexta-feira, o livro Ligações Arriscadas, de Sandra Brown. Nunca tinha lido nada desta autora, e quando a oportunidade surgiu, não hesitei. E sendo um género com que me identifico, melhor ainda...

Crawford Hunt, ranger de profissão, acabou de preparar o quarto da filha, Georgia, de quatro anos. No dia seguinte, irá a tribunal tentar reaver a custódia da menina, que está sob o cuidado dos avós maternos desde a morte da mãe. 
Em tribunal, quando a juíza Holly Spencer se prepara para ler a sua decisão, um homem entre dentro da sala de audiências, mata um agente na sala e dispara sobre a juíza. Hunt não hesita e corre atrás do homem, encurralando-o no telhado. Após uma breve troca de palavras, os policiais que, entretanto, se juntaram a Hunt, disparam, fatalmente, sobre o homem. 
Tudo parecia resolvido, até que Hunt se apercebe que o homem deitado na morgue não é o mesmo que disparou na sala de audiências.
Começa aqui um jogo de gato-e-rato, decisivo para todos os protagonistas. 

Não é segredo para ninguém que gosto do género policial. Adoro a investigação, os twists, a adrenalina da descoberta... 
Há, contudo, neste livro, pequenas partes que quebram um pouco do ritmo frenético. A juíza e Hunt começam a sentir-se atraídos, e há momentos em que a autora dá um pouco mais de destaque ao crescente entre eles. É necessário para o leitor, obviamente, mas para mim, como sou um pouco "pão, pão - queijo, queijo"... se quero ler um romance, pego num romance; se quero ler um policial, pego num policial... não misturo os dois. 
Gostei do livro, e gostei, especialmente, desta minha primeira experiência com Sandra Brown. 

Sobre a Autora
Sandra Brown é a autora de mais de setenta romances, na sua maioria bestsellers do New York Times. É uma das mais importantes escritoras de romances policiais dos Estados Unidos, distinguida, entre outros, com os prémios Texas Medal of Arts Award for Literature e o Thriller Master de 2008,a distinção máxima atribuída pela International Thriller Writer's Association.
Nascida em Waco, no Texas, Brown trabalhou como modelo e em programas de televisão antes de se dedicar à escrita. Publicou o seu primeiro romance em 1981 e, desde então, já vendeu cerca de oitenta milhões de exemplares em todo o mundo, estando a sua obra traduzida em trinta e três idiomas.
Vive com o marido em Arlington, no Texas.

Ficha técnica:
Editora: Quinta Essência
400 páginas 
14,94€

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Novidade Editora Casa das Letras (Grupo Leya)

A Maçonaria e a participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial, de Pedro Brandão  e António Chaves Fidalgo

 No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, expomos uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade.

Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo.

Entre Julho de 1914 e Novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia.

Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.

Os autores:
Pedro Ramos Brandão nasceu em Coimbra, a 28 de fevereiro de 1965. Licenciado em História e em Engenharia Multimédia, mestre em História Institucional e Política Contemporânea, doutorado em História Política Contemporânea e a terminar o dout
oramento em Ciências e Tecnologias de Informação, no ISCTE, é docente do Ensino Secundário e do Ensino Superior e presidente do Conselho Técnico-Científico do ISTEC.É igualmente autor dos livros Salazar – Cerejeira a «Força» da Igreja, A Igreja Católica e o Estado Novo em Moçambique, A Maçonaria e a Implantação da República em Portugal e Salazar e a Conspiração do Opus Dei.

António Chaves Fidalgo nasceu em Montalegre, a 13 de setembro de 1965. Licenciado em Segurança Social e pós-graduado em Economia e Política Social, é professor do Ensino Superior desde 1988, e, atualmente, secretário-geral do ISTEC. Coordenou trabalhos de investigação social aplicada para diversas instituições, nomeadamente, para o Ministério do Trabalho e da Segurança Social, Ministério da Saúde e Montepio Geral.
Foi responsável por vários artigos e cursos de formação na área do Republicanismo e da Maçonaria e é, também, coautor do livro A Maçonaria e a Implantação da República em Portugal, publicado pela Casa das Letras.

terça-feira, 29 de abril de 2014

terça-feira, 22 de abril de 2014

Novidade Oficina do Livro: A Paixão de Senna

A Paixão de Senna, de Rui Pelejão
358 páginas
PVP 17,50€
e-book 12,99 €

A vida e a morte do piloto, Ayrton Senna, que animava os nossos domingos e amava Portugal. Um livro que em que se comemoram os 20 anos sobre o seu desaparecimento, após um acidente fatal no Grande Prémio de Imola, a 1 de Maio de 1994.

Repleto de episódios de bastidores divertidos e polémicos, A Paixão de Senna é, simultaneamente, uma viagem à história do desporto mais perigoso do mundo e um retrato de um ícone do século XX.

No dia 1 de maio de 1994, antes da partida para o Grande Prémio de São Marino, em Imola, o piloto brasileiro Ayrton Senna, referindo-se à perigosíssima curva de Tamburello, dizia: «Ali, se houver um problema, só me resta fazer o sinal da cruz.»

Estas terríveis palavras soariam como uma premonição. Poucos minutos depois, o seu Williams-Renault despistava-se a quase 300 km/h naquela mesma curva. A morte em directo de Ayrton Senna, vista por mais de 700 milhões de telespectadores, marcou para sempre a F1 e uma geração inteira de adeptos.

Este livro relata pormenorizadamente a carreira do piloto, desde os tempos do karting até aos duelos com o rival Alain Prost, e revela o seu lado profundamente humano, com as suas contradições, a sua espiritualidade, os seus amores, as suas aventuras e, também, a sua relação com Portugal.

Sobre o autor:
Rui Pelejão nasceu em Lisboa em 1973 e é jornalista especializado em automobilismo. Licenciado em Comunicação Social pelo ISCSP, começou a carreira no Jornal do Fundão. Foi depois redator, chefe de redação e diretor de publicações como Jornal dos Clássicos, Autosport e Volante. Colaborou ainda com o semanário Expresso e a revista Exame. É coordenador e apresentador do programa Volante (da SIC Notícias) e autor do blogue de automóveis e viagens, Grande Turismo.

Entusiasta da Fórmula 1, tem uma predileção pelos falecidos Gilles Villeneuve e Ayrton Senna, sobre o qual escreve este seu primeiro livro.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Novidade Quinta Essência

Uma Noite no Expresso do Oriente, de Veronica Henry

Sinopse:
Para o grupo de passageiros que se instala nos seus lugares e bebe os primeiros goles de champanhe, a via
gem de Londres até Veneza é mais do que a viagem de uma vida.
Uma missão misteriosa; uma promessa feita a um amigo moribundo; uma proposta inesperada; um segredo que remonta a vida inteira... Enquanto o comboio segue viagem, revelações, confissões e encontros amorosos têm lugar no cenário mais romântico e infame do mundo.

Sobre a autora:
Veronica Henry trabalhou como argumentista para várias séries televisivas, antes de dedicar à ficção. Uma Noite no Expresso do Oriente é o seu décimo primeiro romance. Veronica vive com o marido e os três filhos numa aldeia no norte de Devon.
Para mais informações, visite www.veronicahenry.co.uk