Leio desde que me lembro de mim como gente. E comecei a escrever em blogues há mais de 11 anos. Porque não juntar estes dois amores num único espaço? Aqui, só cabe aquilo que gosto... conheçam as minhas escolhas!
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terça-feira, 15 de outubro de 2019
Lido: O Conde de Monte Cristo - volume II, de Alexandre Dumas
Terminei a saga de Edmond Dantès. E com imensa pena. A história é sobejamente conhecida: Dantès é, injustamente detido, e passa 14 anos da sua vida no Castelo de If, onde acaba por conhecer o Abade Faria que lhe deixa uma enorme fortuna, caso consiga evadir-se daquela fortaleza.
Edmond consegue fugir e passa os 10 anos seguintes a planear a sua vingança contra todos aqueles que o prejudicaram. Vai também ajudar os que foram bons com ele.
Nem tenho palavras. É uma obra magnífica, das mais prazerosas deste ano, sem sombra de dúvida.
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sexta-feira, 17 de maio de 2019
Lido: O Conde de Monte Cristo - volume I, de Alexandre Dumas
No último Dia Mundial do Livro, tinha prometido a mim mesma não comprar livros. Tenho dezenas de obras que ainda não li, e mais um punhado deles que gostaria de reler, portanto... não iria comprar livros. Ponto final.
Guess? Não foi ponto final.
Acabei por comprar os dois volumes de O Conde de Monte Cristo (editora Relógio D'Água) que estavam na Wook com desconto de 20%. Chegaram no dia seguinte. E foi assim, a minha história.
Queria ler esta obra... sei lá... desde há muito. E já terminei o volume I. O resuminho básico da obra: Edmond Dantès é um jovem marinheiro, com cerca de 19 anos, que regressa de uma viagem. Ao atracar, informa o armador que o capitão morreu durante a viagem. O senhor Morrel dá-lhe a entender que este infortúnio poderá levar a que Edmond se torne, ele, capitão do barco. Danglars, guarda-livros do barco que não gosta de Edmond, informa Morrel que Edmond os fez "perder tempo" com uma paragem na Ilha de Elba, local onde Napoleão estava exilado.
Edmond vai visitar o pai e a noiva, mais do que feliz, com a notícia da promoção iminente. E logo começam os preparativos para o casamento.
Assim, começa a obra. Sendo O Conde de Monte Cristo um clássico, já várias vezes levado aos ecrãs de cinema, sabemos que isto não é assim tão linear.
Uma tramóia entre várias pessoas que, por variados motivos não gostam de Edmond, leva a que o jovem marinheiro seja encarcerado durante alguns anos no Castelo de If, uma fortaleza/prisão no meio de uma ilha. Aí, acaba por conhecer o Abade Faria que toma para si a missão de instruir Edmond, nos anos seguintes de prisão. Antes de morrer, o Abade diz a Edmond o local onde está escondida uma fortuna que fará dele um milionário quando sair de If.
Basicamente, o ingrediente principal daquela que está a ser uma das leituras mais entusiasmantes desde ano, é a vingança. Que como sabemos é um prato que se serve frio.
Neste primeiro volume, começamos a conhecer todos os esquemas que um Edmond mais velho e mais calculista pretende levar a cabo para atingir e destruir os seus inimigos, aqueles que o fizeram perder alguns dos seus melhores anos. Ainda não temos a imagem toda, mas vamos lendo fragmentos, e isso leva-nos a querer mais. O segundo volume está ali, à minha espera.
O Conde de Monte Cristo entra nas minhas leituras da maratona literária Volta ao Mundo em 15 Citações, no desafio "França".
Citação escolhida:
"Por fim, caiu do alto do seu orgulho e dirigiu as suas súplicas não a Deus, mas sim ao homem. Deus é sempre o último recurso. Os infelizes que deveriam começar por Deus, não têm qualquer esperança nele até esgotarem todas as outras hipóteses".
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sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Lido: A Túlipa Negra, de Alexandre Dumas
Há poucas semanas, vi, na Netflix, a série Os Três Mosqueteiros - fiz aqui uma brevíssima referência a esta série ao falar do ator Tom Burke (que interpreta o Athos), que atualmente, "é" Cormoran Strike da série de Robert Galbraith.
Ver Os Mosqueteiros fez-me ter vontade de ler clássicos.
E uma das grandes vantagens do Kindle é conseguir ter na mala vários clássicos, e puder-me "esticar" com o número de livros que posso ir lendo.
Por outro lado, podia ter começado a ler Os Três Mosqueteiros, já que estava imbuída do espírito, mas, como aderi à maratona literária Livropólio, tenho objetivos a cumprir. Optei por A Túlipa Negra, do mesmo Alexandre Dumas.
A Túlipa Negra conta-nos a história de Cornélio, um jovem botânico que pretende vencer uma competição de túlipas: 100 mil florins a quem apresentasse uma flor negra, sem imperfeições.
Vítima de inveja de um vizinho e de um mal-entendido, Cornélio é preso e sentenciado à morte. No dia em que é detido, conhece Rosa, a filha do carcereiro e os dois jovens caiem de amores um pelo outro.
Já com o carrasco prestes a decapitá-lo, Cornélio é salvo da morte, por ordem do príncipe, mas sentenciado a prisão perpétua.
Pelo meio, o vizinho invejoso continua a querer ultrapassar Cornélio - a qualquer preço - e a relação com a bela Rosa sofre altos e baixos.
É uma história de amor intemporal, que se passa em 1672, brilhantemente escrita, porque temos um narrador que nos conta a história como se toda a ação se passasse diante dos seus olhos. Fala com o leitor, como se estivéssemos sentados no mesmo sofá. Cria proximidade e empatia com o leitor, sem serem forçadas. São apenas 223 páginas que se lêem num piscar de olhos, apesar do formalismo dos diálogos - Cornélio e Rosa, apaixonados, passam todo o tempo a tratar-se por "menina Rosa" e "senhor Cornélio".
Dei 5 estrelas no Goodreads. Achei que uma história tão simples, mas tão amorosa, e que ao mesmo tempo nos consegue instruir sobre o clima político da época - é uma história para 5 estrelas.
Ver Os Mosqueteiros fez-me ter vontade de ler clássicos.
E uma das grandes vantagens do Kindle é conseguir ter na mala vários clássicos, e puder-me "esticar" com o número de livros que posso ir lendo.
Por outro lado, podia ter começado a ler Os Três Mosqueteiros, já que estava imbuída do espírito, mas, como aderi à maratona literária Livropólio, tenho objetivos a cumprir. Optei por A Túlipa Negra, do mesmo Alexandre Dumas.
A Túlipa Negra conta-nos a história de Cornélio, um jovem botânico que pretende vencer uma competição de túlipas: 100 mil florins a quem apresentasse uma flor negra, sem imperfeições.
Vítima de inveja de um vizinho e de um mal-entendido, Cornélio é preso e sentenciado à morte. No dia em que é detido, conhece Rosa, a filha do carcereiro e os dois jovens caiem de amores um pelo outro.
Já com o carrasco prestes a decapitá-lo, Cornélio é salvo da morte, por ordem do príncipe, mas sentenciado a prisão perpétua.
Pelo meio, o vizinho invejoso continua a querer ultrapassar Cornélio - a qualquer preço - e a relação com a bela Rosa sofre altos e baixos.
É uma história de amor intemporal, que se passa em 1672, brilhantemente escrita, porque temos um narrador que nos conta a história como se toda a ação se passasse diante dos seus olhos. Fala com o leitor, como se estivéssemos sentados no mesmo sofá. Cria proximidade e empatia com o leitor, sem serem forçadas. São apenas 223 páginas que se lêem num piscar de olhos, apesar do formalismo dos diálogos - Cornélio e Rosa, apaixonados, passam todo o tempo a tratar-se por "menina Rosa" e "senhor Cornélio".
Dei 5 estrelas no Goodreads. Achei que uma história tão simples, mas tão amorosa, e que ao mesmo tempo nos consegue instruir sobre o clima político da época - é uma história para 5 estrelas.
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