quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Muitos... montes... resmas de páginas lidas

Desde 7 de agosto - data da última publicação - que não escrevi aqui nada. Nicles batatóides! Mas isso não significa que estive parada, não, senhor! Nestes últimos 20 dias, li 4 livros.

O Símbolo Perdido, de Dan Brown.

A saga de Cormoran Strike, de Robert Galbraith (pseudónimo de JK Rowling) - que compreende os livros Quando o Cuco chama e Bicho-da-Seda.

A Rapariga no Comboio, de Paula Hawkins.

Podia aqui torturar os meus parcos leitores com sinopses retiradas de um qualquer site, mas isso não seria justo para ninguém.
A verdade é que adorei todos eles. Já aqui disse várias vezes que não sou fã do Dan Brown, mas ele continua a atrair a minha atenção. A receita é sempre a mesma. O personagem principal é sempre o mesmo, mas é a investigação que ele faz dos temas que parece um íman.

Robert Galbraith foi uma agradável surpresa. Nunca pensei que a Sra. Harry Potter fosse uma autora de policiais tão competente. O detective Cormoran Strike está na minha lista de personagens favoritas.

A Rapariga no Comboio foi pura curiosidade. Ouvi tantas boas críticas que tive de ver com os meus próprios olhos. E sim, merece cada minuto da nossa atenção. Paula Hawkins criou um enredo e um conjunto de personagens que nos fazem sofrer com elas, sentido-nos angustiadas, aliviadas, assustadas ao mesmo tempo... e isso nem sempre é fácil.

Foi, portanto, um grupo de livros sempre dentro do registo policial / suspense, aquele com que mais me identifico. Pessoas, vão à confiança! Palavra de escuteira!



sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O Morcego, de Jo Nesbo

Sou mesmo idiota... reparei a agorinha mesmo que nunca chegueia aqui a falar de O Morcego, de Jo Nesbo, como referi no post abaixo.

O Morcego é o primeiro livro da série Harry Hole. Harry é um detective norueguês que divide muito do seu tempo entre trabalhar e embriagar-se, com clara preferência por esta última
actividade.

Sinopse Wook:
O inspector Harry Hole, da Brigada Anticrime de Oslo, é enviado numa missão a Sydney, na Austrália, para investigar um homicídio. Deve colaborar com as autoridades locais, mas tem instruções para se manter longe de sarilhos. A vítima é uma norueguesa de vinte e três anos, em tempos uma celebridade televisiva na Noruega.
Harry não consegue ser um simples espectador e, à medida que se envolve na investigação, trava amizade com um dos detetives responsáveis pelo caso. Juntos percebem que estão a lidar com o último de vários homicídios por resolver, e o padrão diz-lhes que estão na presença de um psicopata que atua ao longo do país. Quando estão prestes a descobrir a identidade do assassino, Harry começa a temer que ninguém esteja a salvo, principalmente as pessoas envolvidas na investigação… e os seus receios transformam-se no seu mais profundo pesadelo!

Só tenho 3 palavras: Harry Hole rulla!!!

3 livros, 1 resenha

Dezesseis de julho foi a última vez que aqui coloquei as resenhas das minhas leituras. Parece que foi há imenso tempo, mas que, devo confessar bastante proveitoso. Neste tempo li, nada mais, nada menos do que 3 livros: um conjunto de contos de Agatha Christie, a minha musa, um conjunto de contos extremamente geek e o livro "Baratas", de Jo Nesbo.

Agatha é Agatha... pouco há a acrescentar! Poirot, Miss Marple... seria feliz só com estas 2 personagens!

Depois li, uma antologia sobre Doctor Who. Vários autores foram convidados para escrever um conto sobre as 12 reencarnações da personagem Doctor, novas histórias, novas aventuras, novos (ou não) companions... para quem gosta da série, é muito muito giro!

Estes dois livros foi uma clara fuga a livros mais densos. Contos não há como inventar: é aquilo e basta!

Sobre Nesbo também não há muito a dizer. O gajo é mesmo bom no que faz. Adoro a personagem Harry Hole. "Baratas" é o 2o livro da série, o 2o onde aparece Harry e não desiludiu numa única virgula. Se em O Morcego a acção se passa em Sidney, aqui visitamos a Tailândia, Banguecoque e o sub-mundo da prostituição, pedofilia, e corrupção... um petisco.

Quem gostar de policiais, não pode deixar escapar Jo Nesbo. Um senhor norueguês, cheio da pinta!