sexta-feira, 29 de abril de 2011

Brumas de Avalon

Comecei a reler (pela 4.ª ou 5.ª vez), o obra 'As Brumas de Avalon'... fascinou-me desde o dia em que li o primeiro livro.

Como todos sabem, 'As Brumas de Avalon' são descritas sob a perspectiva da Mulher, no tempo do Rei Arthur e da famosa Excalibur. A personagem principal e sobre a qual gira a história é Morgaine, filha de Igraine e irmã mais velha de Arthur, é uma sacerdotisa da Ilha Sagrada de Avalon, educada para suceder a Viviana, a Grã-Sacerdotisa.

No tempo da História (que passa gerações, descrevendo cerca de 70 anos, mais ou menos), o Cristianismo começa a ganhar uma importância cada vez maior em detrimento da Religião Antiga, e podemos também "assistir" de camarote ao nascimento dos Cavaleiros da Távola Redonda.

Sempre que leio estes livros, fico sempre com a sensação que este é o verdadeiro retrato da História e que tudo isto foi verdade. Marion Zimmer Bradley excedeu-se e criou algo que perdurará. Estes são aqueles livros que sempre me acompanham... e estão, sem sombra de dúvida, no topo das minhas preferências.

sábado, 23 de abril de 2011

Dia Mundial do Livro

Boas leituras!...

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Nada é Eterno, de Sidney Sheldon

Definitivamente, estou "apanhada" por Sidney Sheldon. Neste livro, além de fortes personagens femininas, tem uma história de amor e crime que nos fazem pensar que nenhum crime é perfeito.

Paige é médica e o início do livro relata-nos uma sessão em tribunal, onde ela está a ser julgada por homicídio, motivado por uma grande quantia de dinheiro. A assistir estão Honey - colega no Hospital e com quem partilha casa - e Jason - o noivo.

A história é fácil de apreender logo de início: três médicas (Paige, Honey e Kat) chegam a um hospital onde vão fazer internato e retrata-nos as aventuras que as três clínicas se sujeitam até àquele instante na barra do Tribunal. É um livro que nos prende à medida que o vamos folheando.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sidney Sheldon ao quadrado

Nem parece possível. Já tanto li depois de 'A Indomável', mas o tempo (infelizmente) não dá para tudo. Ler e escrever parecem, neste momento, duas tarefas impossíveis de realizar em conjunto.

Mas... em resumo... posso dizer que já li um novo livro de Mo Hayder. Trata-se do livro 'Ritual' que precede o 'Pele'. Deveria tê-lo sabido, antes de ler o 'Pele', mas...
Com 'Ritual', podemos perceber coisas que tinham ficado por esclarecer em 'Pele' (como é óbvio), nomeadamente:
- como surge a ideia do Tokoloshe no detective Caffery;
- quem é o Andarilho;
- em que circunstâncias desapareceu a vítima do livro 'Pele';
- que relação existe entre Caffery e Flea.

Existem outras questões que ficaram muito mais claras agora. Muito sinteticamente, posso dizer que, nesta história, Flea (sargento do grupo de mergulhadores da polícia) é chamada a recuperar aquilo que se pensa ser um corpo afundado. Durante a operação, descobre-se que é apenas uma mão que havia sido decepada de um toxicodependente. Com a investigação, vão surgir mitos e lendas africanas. Não percam!

* * * *

Entretanto, a minha patroa viciou-me em Sidney Sheldon. Comecei com 'O Outro Lado da Meia Noite', que conta as histórias de Noelle Page (uma actriz francesa que tem uma memória enorme), Larry Douglas (um combatente tanto no ar como nas camas alheias) e de Catherine Alexander (que tem o azar de casar com o homem errado).

Posso adiantar que Noelle e Larry são condenados em tribunal e são fuzilados pelo homicídio de Catherine, que, por sua vez, não está morta...

O livro 'Memórias da Meia Noite' conta-nos o que se passou com Catherine e as aventuras que ela passa com o verdadeiro arquitecto do fuzilamento de Noelle e Larry.

São livros cheios de suspense e... novamente, são a não perder. Verdadeiros clássicos de um autor que, em vida, publicou dezoito romances; todos alcançaram a lista de mais vendidos do jornal The New York Times. Ambos estes livros deram origem a filmes. O 1.º com uma jovem Susan Sarandon no papel de Catherine. O segundo - aquele que estou a ler de momento - tem Jane Seymour e Omar Shariff nos principais papéis.

(as edições que me passaram pelas mãos já estão, literalmente, coladas a fita-cola, de tão velhinhas que são. Pertencem à Europa-América e não consegui encontrar no Google as capas).